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Portugal continua a investir em Timor!

>> 20120125


"Enviados mais de cem professores para a antiga colónia portuguesa.

O ministro da Educação, Nuno Crato, sublinhou que o investimento no sector da educação em Timor-Leste no âmbito da cooperação bilateral está a aumentar, apesar das dificuldades financeiras de Portugal.

O programa inicial de formação de professores, para a qual Portugal vai enviar 173 professores portugueses e da responsabilidade do Ministério dos Negócios Estrangeiros, está orçado em 10 milhões de dólares, seis dos quais pagos pelo Estado timorense.

O projeto da Escolas de Referência, do Ministério da Educação e que inclui 50 professores portugueses, está orçada em 2,4 milhões dólares, 1,5 milhões de dólares garantidos pelo Estado português.

(...)

O ministro da Educação de Portugal e o seu homólogo de Timor-Leste, João Câncio, assinaram hoje um protocolo de cooperação que prevê o envio de professores universitários portugueses para assessoria científico-pedagógica na Universidade Nacional do país.

«O protocolo visa contribuir para a iniciativa de capacitação da Universidade Nacional Timor Lorosae para o ensino da língua portuguesa», refere o documento a que a agência Lusa teve acesso.
Fonte: TVI24

(c) Margarida Az

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Timor-Leste forma professores com ajuda de Portugal e Brasil

>> 20111018




Timor-Leste vai pagar, pela primeira vez, parte da despesa feita com os professores portugueses a ensinarem no país. São quatro milhões de dólares. Timor está disposto a aumentar os pagamentos e quer atrair mais professores para o território.ssorespara o território.



http://www.rtp.pt/noticias/?t=Timor-Leste-forma-professores-com-ajuda-de-Portugal-e-Brasil.rtp&headline=20&visual=9&article=489442&tm=7



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Xanana Gusmão em Portugal

>> 20110926

"O Primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, chega a Portugal esta segunda-feira, 26 de Setembro, para uma visita oficial de três dias.
No segundo dia de visita, Xanana Gusmão será recebido pela Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, seguindo de imediato para o Palácio de São Bento, onde está previsto um almoço de trabalho com seu homologo português, Pedro Passos Coelho e onde se encontrará com o Presidente da República de Portugal, Aníbal Cavaco e Silva.

Na qualidade de Ministro da Defesa e Segurança, Xanana Gusmão irá reunir com o Ministro da Defesa Nacional Português, José Aguiar Branco e com o Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, onde serão analisados diversos acordos de cooperação nestas áreas, bem como nos sectores da Educação, das Finanças e das Infra-Estruturas.

No dia 28, Xanana Gusmão irá deslocar-se a Coimbra, onde irá receber o título de Doutor Honoris Causa, pela Universidade da cidade, onde também terá um encontro com estudantes timorenses

Durante a sua estadia em Lisboa, o Primeiro-ministro Xanana Gusmão terá encontros com a comunidade timorense residente em Portugal.

Fazem parte da delegação timorense, que será acompanhada pela embaixadora em Portugal, Natália Carrascalão, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Zacarias Albano da Costa, a ministra das Finanças, Emília Pires, o ministro da Educação, Câncio de Freitas, e o ministro das Infra- Estruturas, Pedro Lay."

(c) PNN Portuguese News Network | Jornal Digital

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"Timor: Xanana em visita oficial a Portugal na próxima semana"

>> 20110919

"O primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, vai realizar uma visita oficial a Portugal entre 26 e 29 de setembro para reforçar a cooperação no setor da educação.
 «Vou encontrar-me com o novo governo. Normalmente quando um governo é novo a gente fala de políticas ou de acordos de cooperação já existentes e as perspetivas de cooperação futura», afirmou à Agência Lusa Xanana Gusmão.
Questionado sobre se seria assinado algum acordo, o primeiro-ministro timorense disse que o ministro da Educação do país, João Câncio Freira, irá ter a Portugal para «assinar um acordo de cooperação»." ( Diário Digital / Lusa)

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Macau: Ex-arguido admite participação nos negócios de Paulo Remédios por quem se diz "enganado"

>> 20100118


Fonte da notícia aqui

Número de Documento
: 10562079

Macau, China 18/01/2010 16:20 (LUSA)

Temas: Crime, lei e justiça, Julgamentos, Tribunal

*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***

Macau, China, 18 Jan (Lusa) - Carvalho e Rego, ex-arguido no caso em que o advogado Paulo Remédios vai ser julgado à revelia terça-feira, em Lisboa, admite ter participado nos alegados negócios ilícitos de imóveis em Macau e diz ter sido enganado com documentos falsos.

José Carvalho e Rego, 81 anos, contou à Agência Lusa que conheceu o advogado e ex-assessor do Presidente timorense, José Ramos-Horta, em Macau por intermédio do pai, que era seu colega de liceu, quando aquele era ainda criança, e que foi o mesmo que o chamou, em 1995, para participar na venda de um prédio alegadamente da sua família materna.

“Fui com Paulo Remédios ao encontro do padre Teixeira em Macau - que se dizia investigador das árvores genealógicas das famílias macaenses -, que nos disse que o prédio da praça Lobo d´Ávila era de uma senhora filha ilegítima de Lourenço Pereira Marques, meu tio-avô e também herdeiro da Casa Garden”, onde está hoje instalada a Fundação Oriente, explicou.

Paulo Remédios “prometeu então dar-me uma quantia de dinheiro, bem como à minha irmã Maria Ana Carvalho e Rego e ao meu primo Henrique Pereira, que vivia na Austrália - dados como herdeiros do prédio - se lhe passássemos procurações (para a realização de escrituras de habilitação de herdeiros e venda do imóvel)”, confessa José Carvalho e Rego, que continua a residir em Macau.

“A mim deu-me 20 mil patacas, ao meu primo quatro mil dólares australianos e à minha irmã parece não ter dado nada”, diz o ex-arguido absolvido, em 2007 pela 1.ª Vara Criminal de Lisboa, dos alegados crimes de falsificação de documentos num caso que envolvia um total de oito arguidos, entre os quais Paulo Remédios, o único por julgar.

Em 1996, Carvalho e Rego vai a Lisboa a convite de Remédios para pedir a três primos que fossem testemunhas das escrituras de habilitação de herdeiros, que alega não ter presenciado.

“Fui bem enganado e as testemunhas também, porque não sabíamos que os documentos e a escritura estavam falsificadas e com as procurações que lhe passámos, Paulo Remédios inscreveu o prédio em meu nome, no da minha irmã e do meu primo”, defende.

“Remédios vendeu depois o prédio a um chinês oficialmente por 1,7 milhões de patacas, mas na realidade por quatro milhões”, alega.

Entretanto, um casal de chineses surgiu dando-se como “legítimo proprietário do prédio” alegando tê-lo “adquirido por usocapião” e interpôs uma acção em Macau para que fossem declaradas nulas as habilitações notariais de herdeiros realizadas em Lisboa, por “serem instruídas com base em documentos falsos e conterem falsas declarações”, que o Tribunal Judicial de Base julgou improcedente, encontrando-se em recurso.

No caso do prédio da Calçada de Cacilhas, objecto também da acusação do Ministério Público, Carvalho e Rego alega não ter envolvimento, e diz que “foi Paulo Remédios a arranjar em Portugal uma família de herdeiros falsos, a quem deu cerca de 1 000 contos para testemunharem (na realização da escritura)”.

A Lusa tentou, sem êxito e por diversas vezes, contactar Paulo Remédios, que mantém um escritório de advocacia no centro de Macau, tendo o Conselho Superior de Advocacia do território decidido, em 2006, suspender por oito anos a sua actividade, decisão que ainda não se aplica por estar em recurso.

PNE.

Lusa/Fim


Sobre este assunto pode ler mais aqui

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Momentos especiais. Após algumas décadas, visitamos Fátima

>> 20091220


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“Todos podem desenvolver Timor” | Natália Carrascalão

>> 20091215


Na fotografia, Drª. Natália Carrascalão, Embaixadora de Timor-Leste. DEZ 2009 | © Margarida Azevedo
"O presidente do Governo Regional recebeu, ontem, na Quinta Vigia, a embaixadora da República Democrata de Timor-Leste em Lisboa.
À saída do encontro, Natália Carrascalão, que ocupa o cargo de embaixadora desde Setembro passado adiantou aos jornalistas que um dos seus objectivos é acompanhar todos os estudantes timorenses que se encontram em Portugal, para saber das suas dificuldades.
Este acompanhamento é tão mais importante porque” sair de uma terra pequena para um país grande como Portugal, não é fácil, de início”, sublinhou.
Natália Carrascalão pretende, também, e no que diz respeito à diplomacia económica visto que Timor é um país que se está a desenvolver e que tem potencialidades muito grandes, atrair investidores para que possam lá trabalhar.
“Timor é um país que hoje se recomenda, é um país estável, portanto, já estamos naquela fase de diplomacia económica, de tentar que as pessoas venham investir no nosso país que estamos a construir”, apontou tendo reiterado que “todos poderão nos ajudar, nesse sentido”.
No que diz respeito a Portugal, recordou que teve um papel importante, não só na luta pela independência de Timor-Leste como continua a ter ao nível da cooperação, agora de uma forma faseada porque já começa a fornecer quadros e estudantes, que são pagos pelo Governo Timorense, para além das relações afectivas.
Afirmou que estes laços “são cada vez mais fortes” e que fortalecer os laços entre dois países é uma das suas obrigações."

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Finalmente, o encontro trilateral: Portugal, Indonésia e Timor-Leste,

>> 20090830

"Díli, 30 ago(Lusa) - Os ministros das Relações Exteriores de Portugal, Indonésia e Timor-Leste realizaram neste domingo em Díli uma reunião tripartida, considerada histórica por ser a primeira após décadas de contencioso em relação a Timor Leste.
De acordo com o chanceler luso, Luís Amado, o encontro serviu para debater o futuro das relações entre os três países e marca uma nova fase no relacionamento de Portugal com a Indonésia.
“Fizemos hoje uma primeira reunião com essa carga histórica. Pela primeira vez depois de algumas décadas de contencioso em relação a Timor, pudemos hoje, sob a presidência do ministro das Relações Exteriores de Timor Leste, e com a presença dos ministros dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Timor -Leste e Indonésia, falar sobre o futuro das nossas relações”, explicou.
Amado e o seu homólogo indonésio encontram-se em Díli a participar nas celebrações dos 10 anos da consulta popular que determinou a independência do país asiático.
“É um marco simbólico da nova etapa em que Timor-Leste entrou e também da nova fase das relações entre Portugal e a Indonésia”, considerou Amado.
Segundo Amado, na reunião foi abordada a cooperação entre Portugal e a Indonésia, que "se vai desenvolver a partir de agora, no sentido de colaborarem mais estreitamente no desenvolvimento da assistência a Timor Leste e na preparação do seu futuro”.
Além disso, o chanceler português foi igualmente recebido no Palácio do Governo pelo premiê de Timor, Xanana Gusmão, a quem transmitiu o interesse em continuar a aprofundar as relações entre os dois países.
“Esta é uma relação estruturante da identidade política de Timor e é muito grato para nós ver, 10 anos depois, o princípio de um Estado democrático e não de um Estado falhado como alguns disseram há alguns tempos atrás. É um Estado viável, com recursos e com capacidade de organização, como estas comemorações muito bem evidenciaram hoje”, declarou.
Amado defendeu que Portugal tem “todo o interesse em aprofundar as relações com Timor Leste, não apenas na perspectiva do que é o futuro timorense, mas sobretudo no que representa a sua presença em Timor Leste, para ter acesso a uma das regiões de futuro no novo sistema internacional que está em gestação”.
“A Ásia tem um papel cada vez mais importante no novo sistema económico mundial e a nossa presença em Timor-Leste é fundamental para uma presença mais forte de Portugal e é nessa perspectiva que o Governo português continua a investir nas suas relações com Timor Leste”, declarou no final do encontro." (Lusa)

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Bem-vinda a Portugal, Kirsty Sword Gusmão!

>> 20090612

Lisboa, 12 Jun (Lusa) - A mulher do primeiro-ministro timorense, Kirsty Sword Gusmão, considerou hoje que Timor-Leste ainda tem um longo caminho a percorrer para conseguir a "verdadeira independência", apontando a falta de recursos humanos como um dos principais obstáculos.

Em entrevista à agência Lusa, Kirsty Sword Gusmão, que chegou hoje a Portugal para uma visita de duas semanas, considerou que desde a consulta popular sobre a independência, em 30 de Agosto de 1999, o país tem vivido "um período muito intenso, de muito trabalho e de muitos desafios".

Acrescentou que, apesar de se notarem muitas mudanças, "é ainda muito longo" o caminho para Timor-Leste "poder conseguir prosperidade e verdadeira independência para o povo".

"Fala-se muito do petróleo e do gás de Timor-Leste e que é uma fonte de riqueza para o país, mas, sem recursos humanos profissionais formados, esta riqueza não tem valor. Ainda temos muito trabalho para fazer até termos pessoas capazes de defenderem os princípios, os ideais da independência", frisou.

Kirsty Sword Gusmão sublinhou o facto de o país viver em paz e estabilidade, adiantando que os timorenses estão optimistas e com esperança no futuro.

"À noite há festas nas ruas de Díli, há famílias a passear, não existe aquele medo que havia em 2006 e 2007. São bons sinais, mas é preciso um esforço muito grande para manter e consolidar a base desta estabilidade", reforçou.

Kirsty Sword Gusmão está em Portugal para promover o trabalho da fundação que dirige, a Alola, com actividades nas áreas da saúde materno-infantil, educação, apoio jurídico e desenvolvimento económico.

"O lema da fundação é "mulher forte, nação forte", porque acredita que, quando as mulheres têm boa qualidade de vida e gozam de um estatuto melhor, há mais desenvolvimento, considerou.

Apoiada por agências e programas da ONU e também pela Fundação Gulbenkian, a Alola desenvolve programas de promoção do aleitamento infantil, formação de professores e edição de manuais escolares, concede bolsas de estudo a raparigas e ajuda ao desenvolvimento económico da mulheres timorenses.

Para Kirsty Sword Gusmão, o trabalho da Fundação passa muito por mudar mentalidades.

"As mulheres deixam de amamentar muito cedo por causa das pressões dos familiares que dizem que o bebé precisa mais do que leite materno para sobreviver", exemplificou, acrescentando que, no caso da saúde materno-infantil, gostava "que as mudanças fossem mais rápidas".

"Em 2005 inaugurámos um projecto chamado "pacotes de maternidade" como forma de encorajar mais mulheres a darem à luz num hospital, porque muitas morrem no parto por não terem um profissional de saúde ou uma parteira. Agora 24 por cento das mulheres dão à luz numa clínica ou num hospital, em 2001 só 10 por cento o faziam", referiu.

Questionada sobre como lida com a dualidade de, por um lado ser mulher do primeiro-ministro, e por outro liderar uma organização que coloca questões e exige soluções do Governo, Kirsty Sword Gusmão afirma encarar a situação com normalidade.

"Este foi sempre o meu papel, de activista. Para mim é uma coisa normal, é normal o Xanana quando chega do trabalho ouvir de mim estas coisas. É uma tradição", disse.

Sobre a candidatura de Xanana Gusmão à liderança do Governo depois de ter sido Presidente da República, a mulher do primeiro-ministro adianta que na origem da decisão esteve a preocupação com o "andamento das coisas" durante a crise de 2006.

Apesar de considerar que era hora de surgir em Timor-Leste uma nova geração de políticos, Kirsty Sword Gusmão acredita que isso será difícil por falta de recursos humanos e não tem certeza de que no final deste mandato Xanana Gusmão possa descansar.

"Gostava de pensar que depois deste mandato de cinco anos vai poder plantar aquelas famosas abóboras... ele gostava de descansar... mas não tenho certeza absoluta... Timor-Leste para mim ainda é um enigma", descreveu. "Às vezes penso que já sei interpretar os sinais e prever as situações, mas..."
Fonte: CFF | Lusa/Fim apud Espresso online

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Portugal quer mediar negócios com China

>> 20090604


No Expresso online aqui pode ler-se, vindo da edição impressa:

"Portugal quer ser uma plataforma de negócios dos países africanos de língua portuguesa para a China. Lisboa recebe em Novembro 200 empresários chineses.

Alexandre Coutinho
22:35 Quarta-feira, 3 de Jun de 2009

Consciente da reduzida dimensão do mercado nacional e da falta de capacidade da maioria das empresas portuguesas para investirem isoladamente na China, o Governo aposta na vocação de Portugal para ser uma plataforma global de negócios dos países lusófonos para o gigante asiático, financiando a realização de um encontro, em Lisboa, com empresários chineses.



A iniciativa conta já com a adesão de Cabo Verde e de Timor-Leste, cujos primeiros-ministros, José Maria das Neves e Xanana Gusmão, respectivamente, se deslocarão a Lisboa para esta reunião. Angola far-se-á representar pelo seu ministro da Economia, aguardando-se a confirmação das delegações dos outros países.


Assim, Portugal vai ser o palco do quinto encontro Global China Business Meeting, que se realizará a 9 e 10 de Novembro, no Hotel Ritz. O evento é promovido pela empresa suíça Horasis e co-organizada pelo Governo português, através da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) e do Turismo de Portugal, contando ainda com a consultora Edeluc, assim como várias organizações chinesas, entre as quais o China Entrepreneurs Club e a China Federation for Industrial Economics.


"As participações são feitas exclusivamente por convite, não havendo lugar a custos de inscrição", revela Fernando Costa Freire, director-geral da Edeluc.


O Global China Business Meeting é o principal encontro anual de líderes empresariais chineses com os seus parceiros internacionais. "Tem como base a ideia de que estratégias de crescimento dentro da estrutura sino-global requerem liderança e redes de networking internacional mutuamente benéficas. Os primeiros encontros - de 2005 a 2008, em Genebra, Frankfurt e Barcelona - foram as primeiras reuniões independentes de presidentes de empresas chinesas, levando-as a assumir proeminência internacional", afirma Costa Freire.


Este ano, mais de 400 líderes empresariais e políticos chineses e internacionais irão reunir-se em Lisboa sob o mote 'Globalizing Chinese Firms'. "O tema principal da reunião reflecte o ênfase crescente das empresas chinesas na criação de marcas globais sustentáveis. Desenvolver estes temas em Portugal, na presença de alguns dos principais decisores internacionais, será um privilégio", sustenta o director-geral da Edeluc.


A conferência vai oferecer oportunidades de interacção com grandes líderes empresariais e governamentais. "É muito mais do que um Portugal-China", diz Costa Freire.


Texto publicado na edição do Expresso de 30 de Maio de 2009"


http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/518694

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A palavra a Ken Westmoreland

>> 20090603

Getting to Know You: Brazil and Southeast Asia

By Ken Westmoreland
May 31, 2009

For many years, there have been two things close to my heart: promoting the Portuguese language, and support for East Timor, which goes back to when it was under Indonesian occupation, following Portugal‘s abandonment of its ‘overseas province‘ in 1975.

During the past decade since East Timor finally got self-determination, my faith in both has been put to the test. It‘s a bit like being a parent of Siamese twins: you love them both, but it would make life so much easier for them, and for you, if they weren‘t joined at the hip.

For many years, I have watched with amusement at the sudden interest shown by some Brazil in East Timor: journalist Rosely Forganes, who spent a year in East Timor, wrote the book Queimado, Queimado, Mas Agora Nosso while telenovela star turned film director Lucélia Santos made the documentary Timor Lorosae: O Massacre Que O Mundo Não Viu. They and others have tried to evoke some historic link between the two countries and their peoples, when in reality most people in Brazil know and care as much about East Timor as people in the US know and care about the Solomon Islands.

Indeed, how much do Brazilians know about Southeast Asia, never mind East Timor?

While they are acquainted with Japan, because of migration in both directions, and China, because of growing trade links, Southeast Asia is an unknown quantity, uncharted territory, if not a ‘no-go‘ area.

While it made sympathetic noises about East Timor at the UN, Brazil always maintained diplomatic relations with Indonesia, although not without some friction. In 1987, José Ramos Horta, now President, wrote:

"A Brazilian trade mission to Indonesia was called off abruptly. Brazilian businessman were told that their Government‘s position on East Timor was hampering trade relations between the two countries. Sure enough, the businessmen (who had probably never heard of East Timor and couldn‘t have cared less if they had) carried the message to Itamaraty. Arch-pragmatists, the Brazilians tried to play both sides: pleasing the Lusophone community by sponsoring the [UN] draft; placating the Indonesians by letting them know that Brazil would not ask other countries to support it."

However, were the Brazilians really that interested in trade links with Indonesia back then, any more than they were in supporting East Timor‘s right to self-determination? I doubt it. Perhaps conservative and anti-communist military leaders like Geisel and Figuereido would have found much in common with Suharto, but would they have seen any point in meeting him, or vice versa?

In February this year I visited East Timor, or ‘Timor Leste‘ as it is now widely known, even by people who do not speak Portuguese, and had the pleasure of meeting Brazilians working there. The best known Brazilian was the late Sérgio Vieira de Mello, head of the UN‘s transitional administration. He managed to tread carefully on the issue of East Timor‘s official language policy, but gained a great deal of respect from Timorese by his efforts to learn Tetum, the main language of the country, something no Portuguese governor ever did.

It certainly helps that Tetum, which is also an official language, is heavily influenced by Portuguese, not least in its modern vocabulary, making it easy for Portuguese speakers to pick up. While most Timorese still do not speak Portuguese, it‘s worth remembering that eighty years ago, only five per cent of people in what is now Indonesia spoke what is now called Indonesian. Essentially a form of Malay, it was no more intelligible to most people across the sprawling archipelago than Portuguese is to most people in Western Europe.

East Timor needs a counterweight to Indonesia and Australia, and it helps that the country in the region best placed to play that role, China, sees the Portuguese language as an asset, rather than a handicap, having been actively cultivating ties with Brazil and Angola because of its need for raw materials.

If only Brazil saw its language the same way. It is almost as if it has an inferiority complex about Portuguese, a symptom of wishing it had been a colony of somewhere other than Portugal. However, irrespective of whether it will ever be East Timor‘s language, Portuguese is Brazil‘s language, and it needs to be more assertive in promoting it worldwide.

Unfortunately, when I have written (in Portuguese) to ministries in Brasilia or to Brazilian embassies abroad, to enquire about their efforts to promote the language, I have found them even more inefficient than those in Lisbon, and have only once received a reply. While Portugal‘s Instituto Camões is also inefficient (and does the language of Camões no favours) there is no equivalent Brazilian body. To paraphrase the old joke, Brazilian Portuguese is the language of the country of the future, and always will be. In other words, it‘s the language of the country that doesn‘t want to grow up.

The biggest problem with the Portuguese language in East Timor is not so much that people there are unable or unwilling to learn it, but that the Brazilians are so inexperienced in teaching it to speakers of other languages. For example, there are still no Indonesian-Portuguese or Portuguese-Indonesian dictionaries, meaning that Brazilian teachers in East Timor have to use two dictionaries in order to decipher Indonesian textbooks that are still widely used.

By contrast, there are plenty of books, including dictionaries, for Indonesian speakers wanting to learn Spanish, may of which are being put ot good use by East Timorese going to study medicine in Cuba, and more embarrassingly, there is now a Swedish-Indonesian dictionary. But what has Brazil done to remedy this? Nothing.

When it comes to promoting the Portuguese language in Asia, Brazil should have considerable advantages over Portugal, which is seen as a country only interested in preserving relics of its imperial past. In fact, it is thanks to Brazil, not Portugal, that as many people in Asia speak Portuguese as they do - there are nearly 300 000 Portuguese speakers in Japan, more than in East Timor, Macau and Goa combined.

Brazil no more needs the CPLP, the Lusophone community of nations, to promote the Portuguese language, any more than the US needs the Commonwealth, the successor to the British Empire, to promote English. The only worthwhile thing that might ever come from the CPLP, an international TV channel, is nowhere near fruition, and there is more likelihood of China launching a Portuguese-language channel.

In any event, the Commonwealth is a discredited hypocritical talking shop, before which the UK subjects itself to moral lectures from corrupt and despotic leaders of its former colonies, or in the case of Mozambique, one of Portugal‘s.

Indeed, Brazil should no more have to harmonise Portuguese spelling with Portugal than the US should have to harmonise English spelling with the UK. In Southeast Asia, both American and British spelling are used, often interchangeably, but this has never been made learning English any less popular. However, Brazil should call Singapore ‘Singapura‘, not ‘Cingapura‘, which just looks silly.

Brazil does not suffer from that historical or colonial baggage, and can promote Portuguese as it should be promoted, as the language of a regional power that wants to be taken seriously on the world stage. However, in order to do that, Brazil has to take the rest of the world seriously, and that includes Southeast Asia.

True, Brasilia has more embassies in the region than Lisbon, but how do its diplomats fill their day? Having lived in Singapore, I had to laugh when the Brazilian Embassy recently came out with a brochure called ‘It‘s Time For Brazil In Singapore‘. By all means, but why only now? When I went to an international school in Singapore, I met people from all over the world, but no Brazilians, not even the children of diplomats. Many years later I learned the reason why: Itamaraty was too tight-fisted to pay their fees.

Brazilians certainly need to become more knowledgeable about Indonesia, the regional giant. It may have the world‘s largest Muslim population, but it is not Saudi Arabia. Bali, where two Brazilians were among those killed in the bombings by Jemaah Islamiyah in October 2002, is predominantly Hindu. While Al Qaeda denounced Sérgio Vieira de Mello as a ‘crusader‘ who ‘extracted a part of the Islamic land‘, the architect of the Indonesian invasion of East Timor in 1975, General Benny Murdani, was Catholic. Mari Alkatiri, East Timor‘s first Prime Minister, was a Muslim.

Indeed, while Indonesian is still viewed with hostility by some Portuguese-educated Timorese as the language of the oppressor, many words in Indonesian are from Portuguese - gereja, sepatu, garpu, roda, pesta, palsu, terigu, keju, mentega, lelang, meja, jendela, boneka and numerous others, not to mention the name of an Indonesian island, Flores.

And it may surprise many Brazilians to learn that Indonesia has made a contribution, if only a small one, to one of their neighbours, Suriname. Many people there are descended from Javanese migrant labourers brought by the Dutch a century ago, and who speak a form of Javanese, despite having had contact with Indonesia for generations.

For many years, the only Brazilian contribution to the region has been telenovelas, although as these are invariably dubbed (Escrava Isaura in Chinese, Sinha Moça in Malay and Terra Nostra in Indonesian) people there could be forgiven for thinking that Brazilians did not speak Portuguese at all.

However, audiences now have the chance to watch them in the original language, as Record TV is now available across Asia via satellite, offering a long overdue alternative to the dreary output of Portugal‘s RTPi. But if English language channels can be subtitled in in local languages, then why not Brazilian ones? Or indeed, TVTL in East Timor, to which TV Globo has provided programming free of charge?

In the past year, Lula has visited Indonesia, and his Indonesian counterpart, Susilo Bambang Yudhoyono (SBY) has visited Brazil, but how many Brazilians and Indonesians will follow suit? Not many, and talk of ‘south-south cooperation‘ remains just that: talk. Unlike China, which is a resource-hungry economy, Indonesia is resource-rich and sees little advantage in forging trade links with Brazil. However, now that it is possible to fly between São Paulo and Jakarta via Dubai, travel between the two regional giants is a lot faster and cheaper than travelling via Europe.

Ignoring other regions of the world is a classic sign of third world status, and of all the four BRIC countries, Brazil is still the most inward-looking. While its decision to become involved with East Timor ten years ago may have been naïve, the Brazilians I know who work there show great affection for, and commitment to, the country, and do not see their role as clearing up another country‘s mess, be it Portugal‘s or Indonesia‘s. And, more importantly, it has at least pulled Brazil away from its navel, into a region of the world that it has traditionally ignored, which should awaken it to new possibilities, both cultural and economic.

Ken Westmoreland is a Portuguese and Tetum translator based in the UK, who has been travelling in East Timor and Indonesia.


Fonte: http://www.gringoes.com/articles.asp?ID_Noticia=2299

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Hoje, 20 de Março - Convite / Apresentação da MOVING CAUSE

>> 20090320


MOVING CAUSE: BONECAS DE ATAÚRO
Moving Cause, porque há que movê-las, quando são valiosas.

É o caso do projecto Bonecas de Ataúro, em exposição no Clube Literário do Porto. Trata-se de um negócio social que levou um grupo de mulheres timorenses a criar uma oficina de bordados e costura onde desenvolvem peças únicas e criativas, de grande impacto social e económico na comunidade local. A Moving Cause é a entidade sem fins lucrativos que representa as Bonecas de Ataúro em Portugal.

Nascida em Fevereiro de 2009, a Moving Cause compromete-se a difundir projectos valiosos e isolados de empreendedorismo social a nível Global, dando-lhes visibilidade através da internet, e apostando na sustentabilidade dessas iniciativas através de formação em gestão de negócio e tecnologia e de apoio no acesso às TICs.

A Moving Cause constitui-se pois como uma das primeiras entidades de empreendedorismo social em Portugal. O nosso objectivo é o de propôr soluções inovadoras de intervenção social.

Com esta sessão queremos apresentar-vos a Moving Cause e conversar acerca da desmistificação dos temas da responsabilidade, empreendedorismo e negócio social, bem como do desenvolvimento sustentável, com o desejo de que em conjunto comecemos a "mover causas".

A Moving Cause convida para a sua sessão de lançamento que será acompanhada por um Porto de Honra.

Oradoras: Ana Boa-Ventura | Inês Carvalho | Joana Costa | Sara Moreira
Leituras: Ana Luisa Rego | Maria Sotto Mayor | Marisa Gonçalves


Data: 20 de Março de 2009 | 21.30

Localização: Rua Nova da Alfândega, 22 | 4050-430 PORTO | Portugal
Telefone +351 222 089 228

www.clubeliterariodoporto.co.pt/mapa.htm

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Bonecas de Ataúro visitam Portugal !!! | Porto, 5 a 8 de Fevereiro

>> 20090203

Apresentação do Projecto (clique na imagem]

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Curiosidades

>> 20090102

Local: World / Portugal / Lisboa e Vale do Tejo / Amadora, 3 km from center
Coordinates: 38°44'33"N 9°12'42"W

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RTP1, Sábado 21 de Junho (23:40) - Documentário “ONDE O SOL NASCE”

>> 20080620

Título original – “A HERO’S JOURNEY”, da autoria de Grace Phan, Singapura )


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Imagem daqui [com algumas alterações/destaques]

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Sobre Xanana Gusmão

Excerpt from film:
“Forgiveness, to me, means peace of mind. If we can forgive, we liberate ourselves from all bad sentiments… of revenge… of self-flagellation. If we forgive, we stop a part of our life. We say no – now I am entering a new phase of my life. If not, I live everyday the sense that I am the worst victim in the world, and we are everyday trying to understand why… and we don’t live in peace. We are always trying to be selfish – “Me…me… why not him, or them?” When we don’t forgive, we don’t free ourself from thinking only on ourselves. Forgiveness is the way to live in peace.

Peace not with other people but firstly, with him- or herself.”
- Xanana Gusmao

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Ministro da Educação de Timor-Leste em Coimbra - Alguns vídeos

>> 20080619


Legenda: Visita do Exmo. Sr. Ministro da Educação de Timor-Leste, PhD João Câncio Freitas, a Coimbra (19 de Junho de 2008) - Vídeos
Fonte: UMA LULIK no YOUTUBE

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Mari Alkatiri em Portugal - Sic Notícias [Vídeo]

>> 20080610

"O mundo tem os olhos em Timor"


«O ex-primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari Alkatiri, preside o maior partido da oposição e senta-se no Parlamento no lugar de deputado. Actualmente em Portugal, vindo de Angola e em vias de partir para os EUA, o secretário-geral da Fretilin anda pelo estrangeiro a reunir apoios. Alkatiri considera que falta pouco para o Governo de Xanana Gusmão chegar ao fim.

Mari Alkatiri tenta reunir apoios para voltar a governar»

Fonte: SIC (Publicação: 09-06-2008 22:54 | Última actualização: 09-06-2008 23:11)

Comentário:

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Ano de 2006, a Ministra da Educação Portuguesa diz:

>> 20080128


.... bem sei que fugi um pouco a alguns assuntos xpto mas, não resisti ao cartoon do Anterozóide! E ... parece que o José Luiz Sarmento lá tinha as suas razões ;-) e .... o Paulo Guinote (Educação do Meu Umbigo)? Sempre atento :-)

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"Em qual deste tipo de pessoas confia?"

>> 20080126

"Na sondagem, cujas conclusões foram ontem divulgadas pela Lusa, foram inquiridas 61.600 pessoas, em 60 países." (Público, hoje)

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Avian Influenza/Gripe das aves

>> 20071222

+
Gripe das aves em Mafra e Lourinhã
=
Todo o cuidado é pouco!


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“Latest Avian Influenza Update - Avian Influenza Outbreaks in South-East Asia

The Five countries in the South-East Asia region, namely Bangladesh, Indonesia, India, Myanmar and Thailand have reported Avian Influenza among poultry.” (WHO)

“Five countries in the South-East Asia region, namely Bangladesh, Indonesia, India, Myanmar and Thailand have reported Avian Influenza among poultry. Human cases of Avian Influenza in the Region have been reported from Indonesia, Myanmar and Thailand. Thailand has reported 25 cases with 17 deaths since December 2003. The last human case in Thailand was reported in September, 2006. WHO has reported 115 laboratory confirmed human cases of avian influenza in Indonesia, with 92 deaths since July 2005. (WHO)

For more information, see Regional Situation Update

Mais informação aqui e aqui.

Vídeos:

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