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Atenção que não é em Timor!!! : )

>> 20100929

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Em destaque: Tekee Media | Música

>> 20100311



Fonte: Tekee Media Inc.

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Sobre o projecto da Caixa Geral de Depósitos em Timor

>> 20091028

Díli, 28Out (Lusa) - As autoridades timorenses estão a analisar o projecto da CGD para a criação de um banco de direito timorense, revelou hoje na sua edição o jornal Timor Post, publicado em Díli.

De acordo com aquele matutino, o assunto foi discutido no encontro do primeiro-ministro Xanana Gusmão com o Presidente da República Ramos-Horta, antes da partida deste para a Coreia do Sul.

A Autoridade Bancária de Pagamentos (Banco Central) terá sido solicitada a prestar esclarecimentos sobre o projecto da Caixa Geral de Depósitos, que em Timor-Leste usa a designação de BNU." (Visão | Lusa)

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'Desastre ambiental no mar de Timor' [c/ vídeo]

>> 20091023

Imagem: iOnline 2009

Publicado em 23 de Outubro de 2009
"Milhares de litros de petróleo estão a contaminar as águas do mar de Timor há nove semanas, desde que, a 21 de Agosto, houve uma fuga numa plataforma petrolífera.
Os ambientalistas já classificaram a situação como "um desastre ambiental massivo" e compararam-no ao desastre do Exxon Valdez, que devastou a costa do Alasca em 1989.
Em declarações ao jornal "The Times", a ambientalista Gilly Llewellyn que liderou uma missão de três dias ao local descreveu o que viu.
"Estávamos numa área cheia de vida marítima e demos por nós no meio de autêntico mar de petróleo que chegava tão longe quanto podíamos ver". E acrescentou: "Ficámos doentes porque víamos golfinhos a nadar no meio do petróleo e as aves a voar sobre este mar".
Os ambientalistas estimam que a mancha de petróleo chegue a 15 mil metros quadrados.
A PTTEP, a empresa responsável pelo petróleo, estima que estejam a ser descarregadas no mar entre 300 a 400 barris de petróleo por dia, mas as autoridades australianas apontam para um número muito diferente: dois mil barris de petróleo diários."

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Concurso Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo vai chegar a Timor

>> 20091015

"O concurso Lusófono da Trofa - Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo, é um projecto que tem vindo a ser desenvolvido pelo Município da Trofa há oito anos e contou já com a participação de mais de 2000 autores, tendo como objectivo divulgar autores portugueses amadores, que não tenham nenhum livro publicado, fomentando a escrita criativa e a valorização da expressão literária. Esta iniciativa visa também a criação e consolidação de hábitos de leitura e escrita bem como valorizar a cultura do concelho.

Assim, e como já é habitual, o concurso decorre entre Outubro e Abril, porém, ao contrário de anos anteriores, o Concurso Lusófono da Trofa estender-se-á a todos os países de língua oficial portuguesa, como é o caso de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor.

Tendo em conta que fica a cargo do Instituto Camões a recepção e selecção dos contos candidatos ao concurso nos novos países aderentes e a publicação da obra seleccionada na Biblioteca Digital do Centro Virtual Camões, a Câmara Municipal da Trofa tem como responsabilidade, receber e seleccionar os contos a concurso em Portugal, e avaliar todas as obras, atribuindo a valorização final.

O concurso destina-se a cidadãos – escritores ou não - que não tenham qualquer obra publicada na área da Literatura Infantil. Serão admitidos a concurso cidadãos dos países de língua oficial portuguesa e ainda cidadãos naturalizados e estrangeiros cuja situação de permanência no país esteja devidamente legalizada e com residência comprovada há mais de 2 (dois) anos, até ao dia 31 de Dezembro de 2010.

O Concurso Lusófono da Trofa – Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo concederá o Prémio Matilde Rosa Araújo, no valor de € 5000 (cinco mil Euros), para o Melhor Conto e o Prémio Lusofonia, no valor de € 1000 (mil Euros), para o Melhor Conto a ser atribuído a cada país que não seja contemplado com o prémio Matilde Rosa Araújo.

A divulgação dos vencedores e a cerimónia de entrega dos prémios serão realizadas no mês de Junho de 2010. O nome dos vencedores será publicado nos sítios da Câmara Municipal da Trofa (www.mun-trofa.pt) e Instituto Camões (www.instituto-camoes.pt) nos cinco dias úteis imediatamente a seguir à cerimónia de entrega dos prémios.
O concurso destina-se a cidadãos – escritores ou não - que não tenham qualquer obra publicada na área da Literatura Infantil.

Serão admitidos a concurso cidadãos dos países de língua oficial portuguesa e ainda cidadãos naturalizados e estrangeiros cuja situação de permanência no país esteja devidamente legalizada e com residência comprovada há mais de 2 (dois) anos, até ao dia 31 de Dezembro de 2010.

Este projecto, implementado pela Câmara Municipal da Trofa, em parceria com o Instituto Camões é sem dúvida uma iniciativa que visa valorizar não só a cultura do concelho, mas também, e fundamentalmente a Língua Portuguesa, prometendo uma contínua evolução.

Instituições envolvidas

Portugal
  • Câmara Municipal da Trofa
  • Instituto Camões
Angola
  • Centro Cultural Português em Luanda
Brasil
  • Centro Cultural Português em Brasília
Cabo Verde
  • Centro Cultural Português na Praia
  • Centro Cultural Português na Praia – Pólo no Mindelo
Guiné-Bissau
  • Centro Cultural Português em Bissau
Moçambique
  • Centro Cultural Português em Maputo
  • Centro Cultural Português em Maputo – Pólo na Beira
S. Tomé e Príncipe
  • Centro Cultural Português em S. Tomé
  • Centro Cultural Português em S. Tomé – Pólo na Ilha do Príncipe
Timor
  • Centro Cultural Português em Díli"

Fonte: MetroNew

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Serão da Bonjóia - "TIMOR"

>> 20090819

Clique na imagem para ampliar.

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É assim mesmo! Boa viagem, Miguel!

>> 20090731

Imagem: ViseuMais.com

"Miguel Leitão, jovem do Caramulo, Tondela, distrito de Viseu, junta-se a uma equipa de 18 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento (LD), que em Setembro partirão em missão para Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor. O destino de Miguel Leitão será Timor...." (ViseuMais.com)

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Um postal, um livro para Timor!

Imagem: postal in Timor por Alice Vieira (18/06/2009)

“Há qualquer coisa em Timor que nos agarra para sempre. Sobretudo a afectividade das pessoas e o enorme desejo que têm de saber mais, de aprender mais, de falarem melhor o português. “É preciso namorar com os livros”, dizia-me um timorense mais velho, durante um encontro numa escola de Dili. Enquanto não volto para lá – vão os meus livros …”


Por cada postal que a autora receba, a LEYA oferecerá um livro para as Bibliotecas de Timor. LER AQUI.

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A palavra a Ken Westmoreland

>> 20090603

Getting to Know You: Brazil and Southeast Asia

By Ken Westmoreland
May 31, 2009

For many years, there have been two things close to my heart: promoting the Portuguese language, and support for East Timor, which goes back to when it was under Indonesian occupation, following Portugal‘s abandonment of its ‘overseas province‘ in 1975.

During the past decade since East Timor finally got self-determination, my faith in both has been put to the test. It‘s a bit like being a parent of Siamese twins: you love them both, but it would make life so much easier for them, and for you, if they weren‘t joined at the hip.

For many years, I have watched with amusement at the sudden interest shown by some Brazil in East Timor: journalist Rosely Forganes, who spent a year in East Timor, wrote the book Queimado, Queimado, Mas Agora Nosso while telenovela star turned film director Lucélia Santos made the documentary Timor Lorosae: O Massacre Que O Mundo Não Viu. They and others have tried to evoke some historic link between the two countries and their peoples, when in reality most people in Brazil know and care as much about East Timor as people in the US know and care about the Solomon Islands.

Indeed, how much do Brazilians know about Southeast Asia, never mind East Timor?

While they are acquainted with Japan, because of migration in both directions, and China, because of growing trade links, Southeast Asia is an unknown quantity, uncharted territory, if not a ‘no-go‘ area.

While it made sympathetic noises about East Timor at the UN, Brazil always maintained diplomatic relations with Indonesia, although not without some friction. In 1987, José Ramos Horta, now President, wrote:

"A Brazilian trade mission to Indonesia was called off abruptly. Brazilian businessman were told that their Government‘s position on East Timor was hampering trade relations between the two countries. Sure enough, the businessmen (who had probably never heard of East Timor and couldn‘t have cared less if they had) carried the message to Itamaraty. Arch-pragmatists, the Brazilians tried to play both sides: pleasing the Lusophone community by sponsoring the [UN] draft; placating the Indonesians by letting them know that Brazil would not ask other countries to support it."

However, were the Brazilians really that interested in trade links with Indonesia back then, any more than they were in supporting East Timor‘s right to self-determination? I doubt it. Perhaps conservative and anti-communist military leaders like Geisel and Figuereido would have found much in common with Suharto, but would they have seen any point in meeting him, or vice versa?

In February this year I visited East Timor, or ‘Timor Leste‘ as it is now widely known, even by people who do not speak Portuguese, and had the pleasure of meeting Brazilians working there. The best known Brazilian was the late Sérgio Vieira de Mello, head of the UN‘s transitional administration. He managed to tread carefully on the issue of East Timor‘s official language policy, but gained a great deal of respect from Timorese by his efforts to learn Tetum, the main language of the country, something no Portuguese governor ever did.

It certainly helps that Tetum, which is also an official language, is heavily influenced by Portuguese, not least in its modern vocabulary, making it easy for Portuguese speakers to pick up. While most Timorese still do not speak Portuguese, it‘s worth remembering that eighty years ago, only five per cent of people in what is now Indonesia spoke what is now called Indonesian. Essentially a form of Malay, it was no more intelligible to most people across the sprawling archipelago than Portuguese is to most people in Western Europe.

East Timor needs a counterweight to Indonesia and Australia, and it helps that the country in the region best placed to play that role, China, sees the Portuguese language as an asset, rather than a handicap, having been actively cultivating ties with Brazil and Angola because of its need for raw materials.

If only Brazil saw its language the same way. It is almost as if it has an inferiority complex about Portuguese, a symptom of wishing it had been a colony of somewhere other than Portugal. However, irrespective of whether it will ever be East Timor‘s language, Portuguese is Brazil‘s language, and it needs to be more assertive in promoting it worldwide.

Unfortunately, when I have written (in Portuguese) to ministries in Brasilia or to Brazilian embassies abroad, to enquire about their efforts to promote the language, I have found them even more inefficient than those in Lisbon, and have only once received a reply. While Portugal‘s Instituto Camões is also inefficient (and does the language of Camões no favours) there is no equivalent Brazilian body. To paraphrase the old joke, Brazilian Portuguese is the language of the country of the future, and always will be. In other words, it‘s the language of the country that doesn‘t want to grow up.

The biggest problem with the Portuguese language in East Timor is not so much that people there are unable or unwilling to learn it, but that the Brazilians are so inexperienced in teaching it to speakers of other languages. For example, there are still no Indonesian-Portuguese or Portuguese-Indonesian dictionaries, meaning that Brazilian teachers in East Timor have to use two dictionaries in order to decipher Indonesian textbooks that are still widely used.

By contrast, there are plenty of books, including dictionaries, for Indonesian speakers wanting to learn Spanish, may of which are being put ot good use by East Timorese going to study medicine in Cuba, and more embarrassingly, there is now a Swedish-Indonesian dictionary. But what has Brazil done to remedy this? Nothing.

When it comes to promoting the Portuguese language in Asia, Brazil should have considerable advantages over Portugal, which is seen as a country only interested in preserving relics of its imperial past. In fact, it is thanks to Brazil, not Portugal, that as many people in Asia speak Portuguese as they do - there are nearly 300 000 Portuguese speakers in Japan, more than in East Timor, Macau and Goa combined.

Brazil no more needs the CPLP, the Lusophone community of nations, to promote the Portuguese language, any more than the US needs the Commonwealth, the successor to the British Empire, to promote English. The only worthwhile thing that might ever come from the CPLP, an international TV channel, is nowhere near fruition, and there is more likelihood of China launching a Portuguese-language channel.

In any event, the Commonwealth is a discredited hypocritical talking shop, before which the UK subjects itself to moral lectures from corrupt and despotic leaders of its former colonies, or in the case of Mozambique, one of Portugal‘s.

Indeed, Brazil should no more have to harmonise Portuguese spelling with Portugal than the US should have to harmonise English spelling with the UK. In Southeast Asia, both American and British spelling are used, often interchangeably, but this has never been made learning English any less popular. However, Brazil should call Singapore ‘Singapura‘, not ‘Cingapura‘, which just looks silly.

Brazil does not suffer from that historical or colonial baggage, and can promote Portuguese as it should be promoted, as the language of a regional power that wants to be taken seriously on the world stage. However, in order to do that, Brazil has to take the rest of the world seriously, and that includes Southeast Asia.

True, Brasilia has more embassies in the region than Lisbon, but how do its diplomats fill their day? Having lived in Singapore, I had to laugh when the Brazilian Embassy recently came out with a brochure called ‘It‘s Time For Brazil In Singapore‘. By all means, but why only now? When I went to an international school in Singapore, I met people from all over the world, but no Brazilians, not even the children of diplomats. Many years later I learned the reason why: Itamaraty was too tight-fisted to pay their fees.

Brazilians certainly need to become more knowledgeable about Indonesia, the regional giant. It may have the world‘s largest Muslim population, but it is not Saudi Arabia. Bali, where two Brazilians were among those killed in the bombings by Jemaah Islamiyah in October 2002, is predominantly Hindu. While Al Qaeda denounced Sérgio Vieira de Mello as a ‘crusader‘ who ‘extracted a part of the Islamic land‘, the architect of the Indonesian invasion of East Timor in 1975, General Benny Murdani, was Catholic. Mari Alkatiri, East Timor‘s first Prime Minister, was a Muslim.

Indeed, while Indonesian is still viewed with hostility by some Portuguese-educated Timorese as the language of the oppressor, many words in Indonesian are from Portuguese - gereja, sepatu, garpu, roda, pesta, palsu, terigu, keju, mentega, lelang, meja, jendela, boneka and numerous others, not to mention the name of an Indonesian island, Flores.

And it may surprise many Brazilians to learn that Indonesia has made a contribution, if only a small one, to one of their neighbours, Suriname. Many people there are descended from Javanese migrant labourers brought by the Dutch a century ago, and who speak a form of Javanese, despite having had contact with Indonesia for generations.

For many years, the only Brazilian contribution to the region has been telenovelas, although as these are invariably dubbed (Escrava Isaura in Chinese, Sinha Moça in Malay and Terra Nostra in Indonesian) people there could be forgiven for thinking that Brazilians did not speak Portuguese at all.

However, audiences now have the chance to watch them in the original language, as Record TV is now available across Asia via satellite, offering a long overdue alternative to the dreary output of Portugal‘s RTPi. But if English language channels can be subtitled in in local languages, then why not Brazilian ones? Or indeed, TVTL in East Timor, to which TV Globo has provided programming free of charge?

In the past year, Lula has visited Indonesia, and his Indonesian counterpart, Susilo Bambang Yudhoyono (SBY) has visited Brazil, but how many Brazilians and Indonesians will follow suit? Not many, and talk of ‘south-south cooperation‘ remains just that: talk. Unlike China, which is a resource-hungry economy, Indonesia is resource-rich and sees little advantage in forging trade links with Brazil. However, now that it is possible to fly between São Paulo and Jakarta via Dubai, travel between the two regional giants is a lot faster and cheaper than travelling via Europe.

Ignoring other regions of the world is a classic sign of third world status, and of all the four BRIC countries, Brazil is still the most inward-looking. While its decision to become involved with East Timor ten years ago may have been naïve, the Brazilians I know who work there show great affection for, and commitment to, the country, and do not see their role as clearing up another country‘s mess, be it Portugal‘s or Indonesia‘s. And, more importantly, it has at least pulled Brazil away from its navel, into a region of the world that it has traditionally ignored, which should awaken it to new possibilities, both cultural and economic.

Ken Westmoreland is a Portuguese and Tetum translator based in the UK, who has been travelling in East Timor and Indonesia.


Fonte: http://www.gringoes.com/articles.asp?ID_Noticia=2299

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'Love from a short distance'

>> 20090405

Imagem: Amazon

Ref.: Love from a Short Distance [Import] ~ Various Artists (Artist). Currently unavailable. We don't know when or if this item will be back in stock.

:-(

There is no silence deep enough
There is no silence deep enough
No corruption thick enough
No corruption thick enough
No politician bent enough
No politician bent enough
To bury your story, to keep it from us
To bury your story and keep it from us
Love from a short distance
Love from a short distance

Love from a short distance
Love from a short distance

Love from a short distance
Love from a short distance

There is no black out dark enough
No black out dark enough
No business deal big enough
No business deal big enough
No heart hollow enough
No heart hollow enough
No grave wide enough
No grave wide enough
To bury your story, to keep it from us
To bury your story and keep it from us
Love from a short distance
Love from a short distance

(Good-bye, good-bye)
(Good-bye, good-bye)

Love from a short distance
Love from a short distance

(Good-bye, good-bye)

Love from a short distance
Love from a short distance

No business deal - no heart hollow enough
No corruption thick enough
No business deal big enough
No corruption - black out dark enough

[Sung in Tetum, the official language of the Democratic Republic of East Timor]
La iha silensio naruk liu
No rai nakukun liu
No corrupcao mahar liu
No politiko bobar liu
No raikuak luan liu
Atu hakoi imi nia lia
No haketak [kusi lia?]
Hadomi Hakbesik Malu

[English translation of above]
There is no silence deep enough
No black out dark enough
No corruption thick enough
No politicians bent enough
No grave wide enough
To bury [our?] story
And to keep it from [you?]
Love from a short distance
[/translation]

Love from a short distance
Love from a short distance

Love from a short distance
Love from a short distance

U2 - Love From a Short Distance

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Embaixada de Timor-Leste: novas instalações

>> 20090117

Fonte: Expresso online

"[...] As novas instalações da diplomacia timorense, em Belém, foram inauguradas ontem pelo ministro dos Negócios Estrangeiros da nação asiática, Zacarias da Costa, que terminou hoje uma visita de quatro dias a Lisboa. A deslocação serviu também para empossar o novo representante de Timor-Leste na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Barreto Martins.
Zacarias da Costa agradeceu a ajuda de Portugal e explicou que Díli quer melhorar as condições de trabalho nas embaixadas de Timor-Leste.[...]" (Pedro Cordeiro, Expresso)

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Parabéns pela iniciativa!

>> 20081205

  • Informação detalhada em Vida Municipal (site da Câmara Municipal de Paredes)

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Que estejam TODOS bem!

>> 20080916

Imagem à direita: PrtSc de imagem IRIS Seismic Monitor

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GNR vai continuar em Timor mesmo que missão da ONU acabe

>> 20080728


O primeiro-ministro português garantiu ao presidente timorense que os efectivos militares que a GNR mantém em Timor-Leste continuarão no país, mesmo que a ONU decida pôr cobro à UNMIT, em Fevereiro de 2008, assegurou hoje José Ramos-Horta. Clique para ler toda a notícia SOL
Imagem daqui

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O maior navio-hospital do Mundo tem estado atracado na baía de Dili

>> 20080719

[clique na imagem para ampliar]

Fonte: Marinha no maior navio-hospital do Mundo, Correio da Manhã, hoje

Citação:

"(...) A participação da Marinha Portuguesa nesta missão restringe-se no entanto apenas a Timor, tem a duração de trinta dias e deve terminar no final do corrente mês.

Nos primeiros três dias em Díli a tripulação do ‘USNS Mercy’ atendeu e prestou auxílio médico a aproximadamente 900 timorenses. (...)" (Correio da Manhã, hoje)

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Leitura recomendada

>> 20080714


Imagem: PrtSc de um documento do Conselho Regulador da Entidade Reguladora (de 4 de Junho de 2008) para a Comunicação Social, disponível na internet hoje neste endereço: http://www.erc.pt/index.php?op=downloads&enviar=enviar&lang=pt&id=531
De uma pesquisa no Google:
[PDF] (Microsoft Word - Delibera\347\343o 7 CONT I 2008 Licitude imagens ...
Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
relacionadas com os incidentes político-militares ocorridos em Timor ...Felícia Cabrita, que falou com ...
www.erc.pt/index.php?op=downloads&enviar=enviar&lang=pt&id=531 -
publicaremos uma extensa reportagem da nossa enviada Páginas Semelhantes

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RTP1, Sábado 21 de Junho (23:40) - Documentário “ONDE O SOL NASCE”

>> 20080620

Título original – “A HERO’S JOURNEY”, da autoria de Grace Phan, Singapura )


Clique para ampliar

Imagem daqui [com algumas alterações/destaques]

Links relacionados:
Algumas notícias relacionadas:
Sobre Xanana Gusmão

Excerpt from film:
“Forgiveness, to me, means peace of mind. If we can forgive, we liberate ourselves from all bad sentiments… of revenge… of self-flagellation. If we forgive, we stop a part of our life. We say no – now I am entering a new phase of my life. If not, I live everyday the sense that I am the worst victim in the world, and we are everyday trying to understand why… and we don’t live in peace. We are always trying to be selfish – “Me…me… why not him, or them?” When we don’t forgive, we don’t free ourself from thinking only on ourselves. Forgiveness is the way to live in peace.

Peace not with other people but firstly, with him- or herself.”
- Xanana Gusmao

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Video de Alfredo Reinado (Dez 07)

>> 20080214

Parece ter havido alguma confusão, relativamente à nossa publicação deste video e, consequentemente, quanto às intenções deste Blog em relação a Timor.

Só alguém muito distraído e que não tenha vindo a seguir o nosso Blog poderá ter pensado que éramos apoiantes de Reinado...

Este vídeo só tinha aqui sido publicado por causa das legendas em português, a título meramente informativo!

Para que não restem quaisquer dúvidas quanto à nossa "simpatia" política em relação à liderança timorense, retiramos o video e reafirmamos o nosso apoio aos actuais Presidente da República, Presidente do Parlamento Nacional, Primeiro Ministro e respectivo Governo, legitimamente eleitos pelo povo timorense no último processo eleitoral.

Viva Xanana Gusmão!

Paz e União para Timor Lorosa'e!

Added: Feb 14, 2008; Author: revistafocus; Duration: 4:48;

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Tenente Pires

>> 20080210




É uma história de filme, um drama épico. A história de um oficial português que ajudou a evacuar de Timor, invadido pelos japoneses, centenas de portugueses, em três operações heróicas. Morreu às mãos do invasor.

Não foi numa praia do sul de Timor que a vida de Maria de Lourdes Cal Brandão se cruzou para sempre com a de Elisa Pires. As duas fugiram quase ao mesmo tempo, mas por praias diferentes. Acabaram por se juntar, dias depois, no campo de refugiados de Armindale, na Austrália.

Maria de Lourdes era uma jovem de 27 anos, mulher de Carlos Cal Brandão, um advogado português deportado em Timor desde 1931, acusado de estar envolvido num movimento revolucionário. Foi a primeira das duas a sair da ilha, no fim de 1942, durante as evacuações em massa de Timor, que estava a ser bombardeado pelos japoneses.

Maria de Lourdes fugiu de Díli e atravessou a ilha pelo Monte Ramelau com mais 80 pessoas, uma fuga organizada pelo marido e pelo tenente Pires. Quando chegou ao sul, embarcou num dos navios australianos que transportaram 700 pessoas, todas brancas, a partir da praia de Betano. "No momento em que as coisas acontecem, temos de as fazer. Na altura, não se pode hesitar," diz ao P2 Maria de Lourdes Cal Brandão, hoje com 93 anos, lembrando a travessia que fez, a pé, durante dias seguidos.

Pela mesmo altura, da praia de Aliambata, a 10 de Janeiro de 1943, parte Elisa Pires, de oito meses, filha de Domingas Boavida, timorense, e do tenente Pires, o oficial português organizador da fuga e que ainda hoje é visto em Timor como um herói. O navio holandês no qual Elisa e a mãe embarcaram, com mais 54 pessoas, foi o primeiro no qual foram evacuados timorenses. Este é o resultado, escreve o investigador António Monteiro Cardoso em "Timor na 2ª Guerra Mundial - O Diário do Tenente Pires" (editado pelo ISCTE) de uma bem sucedida pressão do tenente Pires e de Cal Brandão junto dos australianos para que a evacuação inclua também timorenses.

No fim da guerra, segundo António Monteiro Cardoso, morreram entre 40 a 70 mil pessoas em Timor, uma quebra de mais de 10 por cento da população da ilha. Uma chacina que o tenente Pires e Cal Brandão tentaram evitar, ficando em terra com o objectivo de conseguir evacuar todos os refugiados.


Lobby na Austrália
Um mês depois, a 10 de Fevereiro de 1943, a partir da praia de Barique, o tenente Pires aceita ser evacuado com um grupo de timorenses e portugueses num submarino americano, porque acredita que fazer contactos directos na Austrália será mais eficaz para salvara os que ficaram para trás. E até Junho desse ano, de facto, o tenente desdobra-se em contactos com as autoridades australianas, escreve a diversas personalidades, entre elas Salazar e Getúlio Vargas, presidente do Brasil, apelando a que libertem Timor e salvem os portugueses e timorenses escondidos nas montanhas.

Os ventos da política internacional não estavam a seu favor. Os Aliados e os EUA não tinham Timor como prioridade. Salazar defendia abertamente a permanência dos portugueses no território, para que este pudesse manter-se português, o que impedia uma evacuação.

É então que o tenente Pires, persistente, consegue que os australianos o levem de novo para Timor com um pequeno grupo de operacionais portugueses - Patrício Luz, Casimiro Paiva e Alexandre Silva. Chegam no início de Julho de 1943 e juntam-se ao grupo de Cal Brandão. O tenente Pires cumpre então a sua palavra: a 3 de Agosto faz evacuar para a Austrália mais 87 civis, portugueses e timorenses, a partir de Barique. E, de novo, fica em terra, acreditando que os Aliados e o Estado português iriam libertar Timor dos japoneses. Eles foram, sim, mas só depois de o Japão abandonar a ilha.

Em Setembro, em fuga com outro grupo de portugueses e australianos, e ferido numa anca, Manuel de Jesus Pires é preso pelas tropas japonesas. Morrerá pouco depois, em data incerta, numa prisão japonesa.


Bebé viaja para Lisboa
Nessa altura, Elisa Pires, a bebé desta história, filha do tenente Pires, vivia há nove meses no campo de refugiados de Armidale, com a mãe, Domingas Boavida, e os outros cinco filhos do pai e a mãe de quatro destes, Maria Helena da Silva. Assim como Maria de Lourdes Cal Brandão.

Três anos depois, já a paz fora restabelecida, regressam todos a Timor. Todos, menos Carlos Cal Brandão e a mulher. As autoridades portuguesas não o deixam desembarcar. "Foi segunda vez deportado", ironiza agora a viúva em declarações ao P2, na sua casa, em Cascais.

Perante o inesperado e percebendo que sem a protecção deste casal branco da burguesia da metrópole, o seu bebé, fruto de uma segunda relação, poderia passar por dificuldades, Domingas Boavida entrega Elisa a Maria de Lourdes e Carlos Cal Brandão. O bebé veio para Portugal, onde foi criado - Elisa ainda hoje considera os Cal Brandão os seus pais.A viagem de regresso dura meses, param em todas as colónias, até que aportam em Lisboa em Fevereiro de 1946, rumando depois ao Porto, onde Cal Brandão, advogado, tem os pais e o irmão Mário, que será Governador do Porto a seguir ao 25 de Abril de 1974.


Memória construída
Hoje com 65 anos, a imagem que Elisa tem do pai biológico é construída. Uma espécie de memória dos outros que lhe foi transmitida. Elisa Pires nunca conheceu o pai, Manuel de Jesus Pires, oficial português que ficou para a história como o tenente Pires e viveu mais de 20 anos em Timor.

Elisa aprendeu com os padrinhos a preservar a memória do pai. E é visível o orgulho com que fala dele. "Penso que, como militar republicano respeitava a pátria e a honra e que pôs isso em prática. Depois, a responsabilidade do povo que governava fê-lo realmente lutar por aquilo que achava melhor para os timorenses. Foi uma pessoa de bastante coragem. Que se sujeitou a tudo para levar as ideias dele para a frente", diz, acrescentando: "Ele tinha aquele compromisso e, custasse o que custasse, tinha que cumpri-lo. Era uma questão de honra. Era uma pessoa de palavra, daquelas "custe o que custar". Foi aquilo a que se propôs e foi aquilo que fez."


A história deste homem é de romance, se fosse americano já seria um filme. Um filme onde Elisa Pires, seria uma das personagens mais cativantes - a bebé que aos três anos é entregue pela mãe timorense ao casal português num acto de abnegação. "Quando nasci, a minha mãe tinha 16 anos, era uma gentia, sem grandes instruções, penso que tenha tomado essa atitude pensando em mim", diz Elisa, que nasceu a 22 de Abril de 1942, em Baucau, distrito timorense de que o tenente Pires foi administrador. "A minha mãe nunca me escreveu, apesar de educada numa missão católica. Conheci-a, quando [já adulta] regressei a Timor. Veio ver-me a Díli. Foi uma visita e um encontro não como mãe e filha, porque éramos desconhecidas.

Gostei de a conhecer, mas éramos desconhecidas. Nessa altura já tinha outros filhos, já tinha refeito a sua vida. Ainda hoje vive perto de Baucau", conta.

Ao longo dos anos, a jovem Elisa corresponde-se com os seus meios-irmãos, José, Manuel, Mário, Julieta, António e Jaime - os últimos dois vivem hoje em Portugal, Manuel vive na Austrália, e José e Julieta já morreram. Este é um contacto que foi considerado prioritário pelos Cal Brandão. "Os meus padrinhos, principalmente o meu padrinho, tiveram sempre a preocupação de não me deixar esquecer o meu pai. Levou-me aos meus avós paternos que viviam no Porto, fui várias vezes fazer visitas", lembra.

Ao fim de quatro anos no Porto, Elisa entra, como interna, no Colégio da Liga dos Combatentes, "que era para depois poder ingressar no Instituto de Odivelas, porque era filha de oficial". Mas em 1952 a entrada foi recusada. "A explicação que me deram foi que o meu pai não era casado com a minha mãe, isto quando um oficial português era proibido de casar com gentios. Não sei se foi por isso, se foi pela atitude do meu pai durante a guerra."

Elisa faz então a escola comercial e, em 1967, volta a Timor, onde trabalha durante dois anos na Repartição Provincial dos Serviços de Administração Central. Mas Timor "era um ambiente muito fechado, pequeno, para quem estava habituado à cidade do Porto: havia cinema duas vezes por semana, uma vez para os chineses e outra para os portugueses, a praia e mais nada. E os filmes eram antiquíssimos. Era uma vida muito parada." Nesses dois anos, vive em casa da mãe dos irmãos, Maria Helena da Silva, a quem chamava "avó", pois "era uma senhora idosa".
Em 1969, como o irmão Jaime estava em Angola, na Força Aérea, Elisa vai para Luanda, onde fica até à descolonização, altura em que veio para Lisboa como funcionária da empresa na qual trabalhava em África, a Celcat, de que é hoje reformada.


O diário
Quando regressa a Timor, Elisa Pires depara-se com a força da memória do pai e o seu prestígio entre os timorenses. "Toda a gente me falava dele e depois, mais tarde, construíram-lhe um monumento [em 1973], mas antes já havia a Ponte Tenente Pires, em Viqueque. Era uma pessoa conceituada, até pelos próprios indígenas, porque lutava por Timor e por eles. Sempre foi muito igualitário, contribuiu para que houvesse evacuação de timorenses durante a guerra."
É a história que dá origem a esse prestígio que é relatada no livro de António Monteiro Cardoso, escrito com Luísa Tiago de Oliveira. Uma obra que foi possível porque, além de Elisa, os Cal Brandão trouxeram também para Portugal os cadernos com o diário do tenente Pires.
A partir do Natal de 1942, em plena fuga pelo interior de Timor, Pires começa a anotar o quotidiano do grupo. Um relato que continua na Austrália e que termina antes de entrar no submarino no qual regressou a Timor para morrer.

O diário, que Carlos Cal Brandão deu a Elisa antes de morrer, em 1973, fora-lhe entregue por um amigo comum e fez a travessia de barco para Portugal escondido na bagagem de uma amiga de Maria de Lourdes.

Para António Monteiro Cardoso, este diário é "o brado de um homem isolado e abandonado pelo seu país e pelos Aliados e que, não obstante não desiste, movido pelo cumprimento da palavra dada. O relato de um drama humano de alguém a quem ninguém dá ouvidos. A sua honestidade leva-o para a missão que sabe que não tem saída".

Como exemplo, o investigador que recuperou a história do tenente Pires, escolhe uma passagem: "Caso não consiga o transporte rápido daqueles que em mim confiaram e me mandaram fazer este frete, regressarei de avião e lançar-me-ei de pára-quedas, pois jamais abandonarei à sua triste sorte aqueles que em mim confiaram, embora nisso arrisque a minha vida."

Manuel de Jesus Pires nasceu no Porto, a 6 de Março de 1895, filho de José Pires e de Elisa de Jesus Pires. Estudou na Faculdade de Ciências do Porto e na Escola de Guerra, onde acabou o curso de Infantaria em 1917. No Verão desse ano, foi para França, no Corpo Expedicionário Português, regressou depois a Portugal, onde ajudou a combater a Monarquia do Norte e a depor Paiva Couceiro no ano seguinte.

Em Junho de 1919 é requisitado pelo ministro das Colónias, João Soares, pai do ex-Presidente Mário Soares, para ir para Timor. O então alferes Pires chega a Timor a 25 de Setembro de 1919, com 24 anos. É aí que passará o resto da sua vida até morrer, em 1943, aos 48 anos, como prisioneiro de guerra dos japoneses.

Nesses mais de 20 anos, o tenente Pires fez carreira como militar e como funcionário civil. Logo em Novembro de 1919 foi nomeado comandante militar de Viqueque, cargo que exerceu até 1928. Foi também chefe dos serviços de Fomento Agrícola, ajudante de campo do governador, comandante militar do enclave de Oecussi, administrador civil de Manatuto, governador de Fronteira e, a partir de 1937, governador de Baucau. S.J.A Em 1946, Elisa Pires veio para Portugal com Maria de Lourdes Cal Brandão no navio Angola.
Hoje, sessenta anos depois, permanecem ligadas.

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Especial Timor - SIC

>> 20080122

Fonte: SIC

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