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>> 20100311
Sobre o projecto da Caixa Geral de Depósitos em Timor
>> 20091028
Read more...Díli, 28Out (Lusa) - As autoridades timorenses estão a analisar o projecto da CGD para a criação de um banco de direito timorense, revelou hoje na sua edição o jornal Timor Post, publicado em Díli.
De acordo com aquele matutino, o assunto foi discutido no encontro do primeiro-ministro Xanana Gusmão com o Presidente da República Ramos-Horta, antes da partida deste para a Coreia do Sul.
A Autoridade Bancária de Pagamentos (Banco Central) terá sido solicitada a prestar esclarecimentos sobre o projecto da Caixa Geral de Depósitos, que em Timor-Leste usa a designação de BNU." (Visão | Lusa)
'Desastre ambiental no mar de Timor' [c/ vídeo]
>> 20091023
"Milhares de litros de petróleo estão a contaminar as águas do mar de Timor há nove semanas, desde que, a 21 de Agosto, houve uma fuga numa plataforma petrolífera.
Os ambientalistas já classificaram a situação como "um desastre ambiental massivo" e compararam-no ao desastre do Exxon Valdez, que devastou a costa do Alasca em 1989.
Em declarações ao jornal "The Times", a ambientalista Gilly Llewellyn que liderou uma missão de três dias ao local descreveu o que viu.
"Estávamos numa área cheia de vida marítima e demos por nós no meio de autêntico mar de petróleo que chegava tão longe quanto podíamos ver". E acrescentou: "Ficámos doentes porque víamos golfinhos a nadar no meio do petróleo e as aves a voar sobre este mar".
Os ambientalistas estimam que a mancha de petróleo chegue a 15 mil metros quadrados.
A PTTEP, a empresa responsável pelo petróleo, estima que estejam a ser descarregadas no mar entre 300 a 400 barris de petróleo por dia, mas as autoridades australianas apontam para um número muito diferente: dois mil barris de petróleo diários."Fonte: iOnline 2009
Concurso Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo vai chegar a Timor
>> 20091015
"O concurso Lusófono da Trofa - Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo, é um projecto que tem vindo a ser desenvolvido pelo Município da Trofa há oito anos e contou já com a participação de mais de 2000 autores, tendo como objectivo divulgar autores portugueses amadores, que não tenham nenhum livro publicado, fomentando a escrita criativa e a valorização da expressão literária. Esta iniciativa visa também a criação e consolidação de hábitos de leitura e escrita bem como valorizar a cultura do concelho.
Assim, e como já é habitual, o concurso decorre entre Outubro e Abril, porém, ao contrário de anos anteriores, o Concurso Lusófono da Trofa estender-se-á a todos os países de língua oficial portuguesa, como é o caso de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor.
Tendo em conta que fica a cargo do Instituto Camões a recepção e selecção dos contos candidatos ao concurso nos novos países aderentes e a publicação da obra seleccionada na Biblioteca Digital do Centro Virtual Camões, a Câmara Municipal da Trofa tem como responsabilidade, receber e seleccionar os contos a concurso em Portugal, e avaliar todas as obras, atribuindo a valorização final.
O concurso destina-se a cidadãos – escritores ou não - que não tenham qualquer obra publicada na área da Literatura Infantil. Serão admitidos a concurso cidadãos dos países de língua oficial portuguesa e ainda cidadãos naturalizados e estrangeiros cuja situação de permanência no país esteja devidamente legalizada e com residência comprovada há mais de 2 (dois) anos, até ao dia 31 de Dezembro de 2010.
O Concurso Lusófono da Trofa – Conto Infantil – Prémio Matilde Rosa Araújo concederá o Prémio Matilde Rosa Araújo, no valor de € 5000 (cinco mil Euros), para o Melhor Conto e o Prémio Lusofonia, no valor de € 1000 (mil Euros), para o Melhor Conto a ser atribuído a cada país que não seja contemplado com o prémio Matilde Rosa Araújo.
A divulgação dos vencedores e a cerimónia de entrega dos prémios serão realizadas no mês de Junho de 2010. O nome dos vencedores será publicado nos sítios da Câmara Municipal da Trofa (www.mun-trofa.pt) e Instituto Camões (www.instituto-camoes.pt) nos cinco dias úteis imediatamente a seguir à cerimónia de entrega dos prémios.
O concurso destina-se a cidadãos – escritores ou não - que não tenham qualquer obra publicada na área da Literatura Infantil.
Serão admitidos a concurso cidadãos dos países de língua oficial portuguesa e ainda cidadãos naturalizados e estrangeiros cuja situação de permanência no país esteja devidamente legalizada e com residência comprovada há mais de 2 (dois) anos, até ao dia 31 de Dezembro de 2010.
Este projecto, implementado pela Câmara Municipal da Trofa, em parceria com o Instituto Camões é sem dúvida uma iniciativa que visa valorizar não só a cultura do concelho, mas também, e fundamentalmente a Língua Portuguesa, prometendo uma contínua evolução.
Instituições envolvidas
PortugalAngola
- Câmara Municipal da Trofa
- Instituto Camões
Brasil
- Centro Cultural Português em Luanda
Cabo Verde
- Centro Cultural Português em Brasília
Guiné-Bissau
- Centro Cultural Português na Praia
- Centro Cultural Português na Praia – Pólo no Mindelo
Moçambique
- Centro Cultural Português em Bissau
S. Tomé e Príncipe
- Centro Cultural Português em Maputo
- Centro Cultural Português em Maputo – Pólo na Beira
Timor
- Centro Cultural Português em S. Tomé
- Centro Cultural Português em S. Tomé – Pólo na Ilha do Príncipe
- Centro Cultural Português em Díli"
Fonte: MetroNew
Read more...É assim mesmo! Boa viagem, Miguel!
>> 20090731
Imagem: ViseuMais.com
"Miguel Leitão, jovem do Caramulo, Tondela, distrito de Viseu, junta-se a uma equipa de 18 voluntários dos Leigos para o Desenvolvimento (LD), que em Setembro partirão em missão para Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor. O destino de Miguel Leitão será Timor...." (ViseuMais.com)
Um postal, um livro para Timor!
Imagem: postal in Timor por Alice Vieira (18/06/2009)“Há qualquer coisa em Timor que nos agarra para sempre. Sobretudo a afectividade das pessoas e o enorme desejo que têm de saber mais, de aprender mais, de falarem melhor o português. “É preciso namorar com os livros”, dizia-me um timorense mais velho, durante um encontro numa escola de Dili. Enquanto não volto para lá – vão os meus livros …”
A palavra a Ken Westmoreland
>> 20090603
| Getting to Know You: Brazil and Southeast Asia |
| May 31, 2009 For many years, there have been two things close to my heart: promoting the Portuguese language, and support for East Timor, which goes back to when it was under Indonesian occupation, following Portugal‘s abandonment of its ‘overseas province‘ in 1975. During the past decade since East Timor finally got self-determination, my faith in both has been put to the test. It‘s a bit like being a parent of Siamese twins: you love them both, but it would make life so much easier for them, and for you, if they weren‘t joined at the hip. For many years, I have watched with amusement at the sudden interest shown by some Brazil in East Timor: journalist Rosely Forganes, who spent a year in East Timor, wrote the book Queimado, Queimado, Mas Agora Nosso while telenovela star turned film director Lucélia Santos made the documentary Timor Lorosae: O Massacre Que O Mundo Não Viu. They and others have tried to evoke some historic link between the two countries and their peoples, when in reality most people in Brazil know and care as much about East Timor as people in the US know and care about the Solomon Islands. Indeed, how much do Brazilians know about Southeast Asia, never mind East Timor? While they are acquainted with Japan, because of migration in both directions, and China, because of growing trade links, Southeast Asia is an unknown quantity, uncharted territory, if not a ‘no-go‘ area. While it made sympathetic noises about East Timor at the UN, Brazil always maintained diplomatic relations with Indonesia, although not without some friction. In 1987, José Ramos Horta, now President, wrote: "A Brazilian trade mission to Indonesia was called off abruptly. Brazilian businessman were told that their Government‘s position on East Timor was hampering trade relations between the two countries. Sure enough, the businessmen (who had probably never heard of East Timor and couldn‘t have cared less if they had) carried the message to Itamaraty. Arch-pragmatists, the Brazilians tried to play both sides: pleasing the Lusophone community by sponsoring the [UN] draft; placating the Indonesians by letting them know that Brazil would not ask other countries to support it." However, were the Brazilians really that interested in trade links with Indonesia back then, any more than they were in supporting East Timor‘s right to self-determination? I doubt it. Perhaps conservative and anti-communist military leaders like Geisel and Figuereido would have found much in common with Suharto, but would they have seen any point in meeting him, or vice versa? In February this year I visited East Timor, or ‘Timor Leste‘ as it is now widely known, even by people who do not speak Portuguese, and had the pleasure of meeting Brazilians working there. The best known Brazilian was the late Sérgio Vieira de Mello, head of the UN‘s transitional administration. He managed to tread carefully on the issue of East Timor‘s official language policy, but gained a great deal of respect from Timorese by his efforts to learn Tetum, the main language of the country, something no Portuguese governor ever did. It certainly helps that Tetum, which is also an official language, is heavily influenced by Portuguese, not least in its modern vocabulary, making it easy for Portuguese speakers to pick up. While most Timorese still do not speak Portuguese, it‘s worth remembering that eighty years ago, only five per cent of people in what is now Indonesia spoke what is now called Indonesian. Essentially a form of Malay, it was no more intelligible to most people across the sprawling archipelago than Portuguese is to most people in Western Europe. East Timor needs a counterweight to Indonesia and Australia, and it helps that the country in the region best placed to play that role, China, sees the Portuguese language as an asset, rather than a handicap, having been actively cultivating ties with Brazil and Angola because of its need for raw materials. If only Brazil saw its language the same way. It is almost as if it has an inferiority complex about Portuguese, a symptom of wishing it had been a colony of somewhere other than Portugal. However, irrespective of whether it will ever be East Timor‘s language, Portuguese is Brazil‘s language, and it needs to be more assertive in promoting it worldwide. Unfortunately, when I have written (in Portuguese) to ministries in Brasilia or to Brazilian embassies abroad, to enquire about their efforts to promote the language, I have found them even more inefficient than those in Lisbon, and have only once received a reply. While Portugal‘s Instituto Camões is also inefficient (and does the language of Camões no favours) there is no equivalent Brazilian body. To paraphrase the old joke, Brazilian Portuguese is the language of the country of the future, and always will be. In other words, it‘s the language of the country that doesn‘t want to grow up. The biggest problem with the Portuguese language in East Timor is not so much that people there are unable or unwilling to learn it, but that the Brazilians are so inexperienced in teaching it to speakers of other languages. For example, there are still no Indonesian-Portuguese or Portuguese-Indonesian dictionaries, meaning that Brazilian teachers in East Timor have to use two dictionaries in order to decipher Indonesian textbooks that are still widely used. By contrast, there are plenty of books, including dictionaries, for Indonesian speakers wanting to learn Spanish, may of which are being put ot good use by East Timorese going to study medicine in Cuba, and more embarrassingly, there is now a Swedish-Indonesian dictionary. But what has Brazil done to remedy this? Nothing. When it comes to promoting the Portuguese language in Asia, Brazil should have considerable advantages over Portugal, which is seen as a country only interested in preserving relics of its imperial past. In fact, it is thanks to Brazil, not Portugal, that as many people in Asia speak Portuguese as they do - there are nearly 300 000 Portuguese speakers in Japan, more than in East Timor, Macau and Goa combined. Brazil no more needs the CPLP, the Lusophone community of nations, to promote the Portuguese language, any more than the US needs the Commonwealth, the successor to the British Empire, to promote English. The only worthwhile thing that might ever come from the CPLP, an international TV channel, is nowhere near fruition, and there is more likelihood of China launching a Portuguese-language channel. In any event, the Commonwealth is a discredited hypocritical talking shop, before which the UK subjects itself to moral lectures from corrupt and despotic leaders of its former colonies, or in the case of Mozambique, one of Portugal‘s. Indeed, Brazil should no more have to harmonise Portuguese spelling with Portugal than the US should have to harmonise English spelling with the UK. In Southeast Asia, both American and British spelling are used, often interchangeably, but this has never been made learning English any less popular. However, Brazil should call Singapore ‘Singapura‘, not ‘Cingapura‘, which just looks silly. Brazil does not suffer from that historical or colonial baggage, and can promote Portuguese as it should be promoted, as the language of a regional power that wants to be taken seriously on the world stage. However, in order to do that, Brazil has to take the rest of the world seriously, and that includes Southeast Asia. True, Brasilia has more embassies in the region than Lisbon, but how do its diplomats fill their day? Having lived in Singapore, I had to laugh when the Brazilian Embassy recently came out with a brochure called ‘It‘s Time For Brazil In Singapore‘. By all means, but why only now? When I went to an international school in Singapore, I met people from all over the world, but no Brazilians, not even the children of diplomats. Many years later I learned the reason why: Itamaraty was too tight-fisted to pay their fees. Brazilians certainly need to become more knowledgeable about Indonesia, the regional giant. It may have the world‘s largest Muslim population, but it is not Saudi Arabia. Bali, where two Brazilians were among those killed in the bombings by Jemaah Islamiyah in October 2002, is predominantly Hindu. While Al Qaeda denounced Sérgio Vieira de Mello as a ‘crusader‘ who ‘extracted a part of the Islamic land‘, the architect of the Indonesian invasion of East Timor in 1975, General Benny Murdani, was Catholic. Mari Alkatiri, East Timor‘s first Prime Minister, was a Muslim. Indeed, while Indonesian is still viewed with hostility by some Portuguese-educated Timorese as the language of the oppressor, many words in Indonesian are from Portuguese - gereja, sepatu, garpu, roda, pesta, palsu, terigu, keju, mentega, lelang, meja, jendela, boneka and numerous others, not to mention the name of an Indonesian island, Flores. And it may surprise many Brazilians to learn that Indonesia has made a contribution, if only a small one, to one of their neighbours, Suriname. Many people there are descended from Javanese migrant labourers brought by the Dutch a century ago, and who speak a form of Javanese, despite having had contact with Indonesia for generations. For many years, the only Brazilian contribution to the region has been telenovelas, although as these are invariably dubbed (Escrava Isaura in Chinese, Sinha Moça in Malay and Terra Nostra in Indonesian) people there could be forgiven for thinking that Brazilians did not speak Portuguese at all. However, audiences now have the chance to watch them in the original language, as Record TV is now available across Asia via satellite, offering a long overdue alternative to the dreary output of Portugal‘s RTPi. But if English language channels can be subtitled in in local languages, then why not Brazilian ones? Or indeed, TVTL in East Timor, to which TV Globo has provided programming free of charge? In the past year, Lula has visited Indonesia, and his Indonesian counterpart, Susilo Bambang Yudhoyono (SBY) has visited Brazil, but how many Brazilians and Indonesians will follow suit? Not many, and talk of ‘south-south cooperation‘ remains just that: talk. Unlike China, which is a resource-hungry economy, Indonesia is resource-rich and sees little advantage in forging trade links with Brazil. However, now that it is possible to fly between São Paulo and Jakarta via Dubai, travel between the two regional giants is a lot faster and cheaper than travelling via Europe. Ignoring other regions of the world is a classic sign of third world status, and of all the four BRIC countries, Brazil is still the most inward-looking. While its decision to become involved with East Timor ten years ago may have been naïve, the Brazilians I know who work there show great affection for, and commitment to, the country, and do not see their role as clearing up another country‘s mess, be it Portugal‘s or Indonesia‘s. And, more importantly, it has at least pulled Brazil away from its navel, into a region of the world that it has traditionally ignored, which should awaken it to new possibilities, both cultural and economic. Ken Westmoreland is a Portuguese and Tetum translator based in the UK, who has been travelling in East Timor and Indonesia. |
Fonte: http://www.gringoes.com/articles.asp?ID_Noticia=2299 Read more...
'Love from a short distance'
>> 20090405
Imagem: Amazon
Ref.: Love from a Short Distance [Import] ~ Various Artists (Artist). Currently unavailable. We don't know when or if this item will be back in stock.
:-(
There is no silence deep enough
There is no silence deep enough
No corruption thick enough
No corruption thick enough
No politician bent enough
No politician bent enough
To bury your story, to keep it from us
To bury your story and keep it from us
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
There is no black out dark enough
No black out dark enough
No business deal big enough
No business deal big enough
No heart hollow enough
No heart hollow enough
No grave wide enough
No grave wide enough
To bury your story, to keep it from us
To bury your story and keep it from us
Love from a short distance
Love from a short distance
(Good-bye, good-bye)
(Good-bye, good-bye)
Love from a short distance
Love from a short distance
(Good-bye, good-bye)
Love from a short distance
Love from a short distance
No business deal - no heart hollow enough
No corruption thick enough
No business deal big enough
No corruption - black out dark enough
[Sung in Tetum, the official language of the Democratic Republic of East Timor]
La iha silensio naruk liu
No rai nakukun liu
No corrupcao mahar liu
No politiko bobar liu
No raikuak luan liu
Atu hakoi imi nia lia
No haketak [kusi lia?]
Hadomi Hakbesik Malu
[English translation of above]
There is no silence deep enough
No black out dark enough
No corruption thick enough
No politicians bent enough
No grave wide enough
To bury [our?] story
And to keep it from [you?]
Love from a short distance
[/translation]
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
Love from a short distance
U2 - Love From a Short Distance Read more...
Embaixada de Timor-Leste: novas instalações
>> 20090117
Fonte: Expresso online
Zacarias da Costa agradeceu a ajuda de Portugal e explicou que Díli quer melhorar as condições de trabalho nas embaixadas de Timor-Leste.[...]" (Pedro Cordeiro, Expresso)
Parabéns pela iniciativa!
>> 20081205
Que estejam TODOS bem!
>> 20080916
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>> 20080728
O maior navio-hospital do Mundo tem estado atracado na baía de Dili
>> 20080719
[clique na imagem para ampliar]Fonte: Marinha no maior navio-hospital do Mundo, Correio da Manhã, hoje
"(...) A participação da Marinha Portuguesa nesta missão restringe-se no entanto apenas a Timor, tem a duração de trinta dias e deve terminar no final do corrente mês.
Nos primeiros três dias em Díli a tripulação do ‘USNS Mercy’ atendeu e prestou auxílio médico a aproximadamente 900 timorenses. (...)" (Correio da Manhã, hoje)
Leitura recomendada
>> 20080714

Imagem: PrtSc de um documento do Conselho Regulador da Entidade Reguladora (de 4 de Junho de 2008) para a Comunicação Social, disponível na internet hoje neste endereço: http://www.erc.pt/index.php?op=downloads&enviar=enviar&lang=pt&id=531
[PDF] (Microsoft Word - Delibera\347\343o 7 CONT I 2008 Licitude imagens ...Formato do arquivo: PDF/Adobe Acrobat - Ver em HTML
relacionadas com os incidentes político-militares ocorridos em Timor ...Felícia Cabrita, que falou com ...
www.erc.pt/index.php?op=downloads&enviar=enviar&lang=pt&id=531 - publicaremos uma extensa reportagem da nossa enviadaPáginas Semelhantes
RTP1, Sábado 21 de Junho (23:40) - Documentário “ONDE O SOL NASCE”
>> 20080620
Links relacionados:
- SITE OFICIAL: http://www.luxlucis.sg/index.swf
- TRAILER: http://www.luxlucis.sg/640x480.htm
- ...
- Filme sobre Xanana conquista prémio na Indonésia
- Xanana's Journey of Forgiveness [JP Film Review]
- Gusmao Documentary – Jakarta International Film Festival: Jakarta, Indonesia
- East Timor film wins rights award
- Documentário sobre a vida de Xanana vence prémio em festival indonésio
- ...
- Xanana Gusmão na Wikipedia
- Official biography
- Xanana Gusmão
- Xanana Gusmão - Amnistía Internacional (também aqui e ali)
- ...
Excerpt from film:
“Forgiveness, to me, means peace of mind. If we can forgive, we liberate ourselves from all bad sentiments… of revenge… of self-flagellation. If we forgive, we stop a part of our life. We say no – now I am entering a new phase of my life. If not, I live everyday the sense that I am the worst victim in the world, and we are everyday trying to understand why… and we don’t live in peace. We are always trying to be selfish – “Me…me… why not him, or them?” When we don’t forgive, we don’t free ourself from thinking only on ourselves. Forgiveness is the way to live in peace.
Peace not with other people but firstly, with him- or herself.”
- Xanana Gusmao
Video de Alfredo Reinado (Dez 07)
>> 20080214
Parece ter havido alguma confusão, relativamente à nossa publicação deste video e, consequentemente, quanto às intenções deste Blog em relação a Timor.
Só alguém muito distraído e que não tenha vindo a seguir o nosso Blog poderá ter pensado que éramos apoiantes de Reinado...
Este vídeo só tinha aqui sido publicado por causa das legendas em português, a título meramente informativo!
Para que não restem quaisquer dúvidas quanto à nossa "simpatia" política em relação à liderança timorense, retiramos o video e reafirmamos o nosso apoio aos actuais Presidente da República, Presidente do Parlamento Nacional, Primeiro Ministro e respectivo Governo, legitimamente eleitos pelo povo timorense no último processo eleitoral.
Viva Xanana Gusmão!
Paz e União para Timor Lorosa'e!
Added: Feb 14, 2008; Author: revistafocus; Duration: 4:48;
Read more...Tenente Pires
>> 20080210
Não foi numa praia do sul de Timor que a vida de Maria de Lourdes Cal Brandão se cruzou para sempre com a de Elisa Pires. As duas fugiram quase ao mesmo tempo, mas por praias diferentes. Acabaram por se juntar, dias depois, no campo de refugiados de Armindale, na Austrália.
Lobby na Austrália
Um mês depois, a 10 de Fevereiro de 1943, a partir da praia de Barique, o tenente Pires aceita ser evacuado com um grupo de timorenses e portugueses num submarino americano, porque acredita que fazer contactos directos na Austrália será mais eficaz para salvara os que ficaram para trás. E até Junho desse ano, de facto, o tenente desdobra-se em contactos com as autoridades australianas, escreve a diversas personalidades, entre elas Salazar e Getúlio Vargas, presidente do Brasil, apelando a que libertem Timor e salvem os portugueses e timorenses escondidos nas montanhas.
Os ventos da política internacional não estavam a seu favor. Os Aliados e os EUA não tinham Timor como prioridade. Salazar defendia abertamente a permanência dos portugueses no território, para que este pudesse manter-se português, o que impedia uma evacuação.
Bebé viaja para Lisboa
Memória construída
Elisa aprendeu com os padrinhos a preservar a memória do pai. E é visível o orgulho com que fala dele. "Penso que, como militar republicano respeitava a pátria e a honra e que pôs isso em prática. Depois, a responsabilidade do povo que governava fê-lo realmente lutar por aquilo que achava melhor para os timorenses. Foi uma pessoa de bastante coragem. Que se sujeitou a tudo para levar as ideias dele para a frente", diz, acrescentando: "Ele tinha aquele compromisso e, custasse o que custasse, tinha que cumpri-lo. Era uma questão de honra. Era uma pessoa de palavra, daquelas "custe o que custar". Foi aquilo a que se propôs e foi aquilo que fez."
A história deste homem é de romance, se fosse americano já seria um filme. Um filme onde Elisa Pires, seria uma das personagens mais cativantes - a bebé que aos três anos é entregue pela mãe timorense ao casal português num acto de abnegação. "Quando nasci, a minha mãe tinha 16 anos, era uma gentia, sem grandes instruções, penso que tenha tomado essa atitude pensando em mim", diz Elisa, que nasceu a 22 de Abril de 1942, em Baucau, distrito timorense de que o tenente Pires foi administrador. "A minha mãe nunca me escreveu, apesar de educada numa missão católica. Conheci-a, quando [já adulta] regressei a Timor. Veio ver-me a Díli. Foi uma visita e um encontro não como mãe e filha, porque éramos desconhecidas.
Gostei de a conhecer, mas éramos desconhecidas. Nessa altura já tinha outros filhos, já tinha refeito a sua vida. Ainda hoje vive perto de Baucau", conta.
O diário
A partir do Natal de 1942, em plena fuga pelo interior de Timor, Pires começa a anotar o quotidiano do grupo. Um relato que continua na Austrália e que termina antes de entrar no submarino no qual regressou a Timor para morrer.
Como exemplo, o investigador que recuperou a história do tenente Pires, escolhe uma passagem: "Caso não consiga o transporte rápido daqueles que em mim confiaram e me mandaram fazer este frete, regressarei de avião e lançar-me-ei de pára-quedas, pois jamais abandonarei à sua triste sorte aqueles que em mim confiaram, embora nisso arrisque a minha vida."









