GNR vai continuar em Timor mesmo que missão da ONU acabe

>> 20080728


O primeiro-ministro português garantiu ao presidente timorense que os efectivos militares que a GNR mantém em Timor-Leste continuarão no país, mesmo que a ONU decida pôr cobro à UNMIT, em Fevereiro de 2008, assegurou hoje José Ramos-Horta. Clique para ler toda a notícia SOL
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1 comentários:

tou terça-feira, 29 de julho de 2008 às 17:17:00 WEST  

Hurtiga,
um abraço... sou anti-militarista e é complicado defender seja lá que tipo de armas for, mesmo as "armas" da economia que condicionam também as considero nefastas. Portanto ainda bem que o Socretino tomou esta posição. Outra não seria de esperar.

As únicas "armas" que admito são as da libertação e de preferência que elas decorram sem sangue, suor e lágrimas (uma coisa utópica, não é?). Pois, sou utópico, uma utopia sem dúvida ainda por fazer.

Foi assim para aqueles que em Setembro de 99 ou de Novembro de 91 ... porque infelizmente antes disso "as armas" que deveriam salvar aquele Povo NUNCA APARECERAM e nós, portugueses, ainda antes, retirámos.

O respeito pela GNR tem uma vertente ligada ao simples facto de que os timorenses nos aceitam obviamente em primeiro lugar. Esperemos que isso não se "estrague" se eventualmente as únicas forças em terreno, venham a ser só as nossas. Algo que também não acredito por questões mais que óbvias. Situação geográfica bastaria.

Se a GNR não tivesse intervido a forma como o fez quando foi informada de que havia "ocupação indevida de habitações" e que deu na prisão de Alfredo Reinado... talvez todo o processo estivesse mais adiantado na sua resolução (peticionários) e não teriam acontecido actos vergonhosos como os que se foram desenrolando.

Sim, espero que a GNR seja sempre um interventor de estabilização e de segurança para aquele Povo que tanto merece isso e muito mais.

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