... o teto? A coisa está bonita, está ...

>> 20100812

Além disso, ela pretende realizar atividades com a comunidade timorense, que tem como língua materna o teto.

5 comentários:

Anónimo,  quinta-feira, 12 de agosto de 2010 às 22:33:00 WEST  

"“Pretendo aprender esse dialeto e depois expor a importância da aquisição do português”. Todos os aspectos formais, como documentação, por exemplo, são elaborados na língua oficial. “Eles precisam ter esse domínio, porque linguagem significa ter poder, e eles fazem parte de um país que precisa disso diante do mundo”, diz."

Margarida Az quinta-feira, 12 de agosto de 2010 às 22:34:00 WEST  

Professora da Uniplac vai trabalhar a língua portuguesa no Timor-Leste

Professora Ilsen Chaves embarca na próxima semana para o país mais jovem do mundo para qualificar docentes na Universidade Nacional do Timor-Leste

Depois de trabalhar a disciplina de língua portuguesa em diversos cursos na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e ter sua pesquisa voltada à educação no campo, professora Ilsen Chaves aceita mais esse grande desafio profissional. Na próxima semana, ela e mais nove professores brasileiros embarcam para o Timor-Leste. Esse grupo de docentes foi selecionado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) para participar do Programa de Qualificação de Docente e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste. Os projetos naquele país terão uma duração de oito meses.
A tarefa de Ilsen será a de trabalhar a língua oficial do país, a portuguesa, com professores que cursam licenciatura na Universidade Nacional do Timor-Leste. Além disso, ela pretende realizar atividades com a comunidade timorense, que tem como língua materna o teto. “Pretendo aprender esse dialeto e depois expor a importância da aquisição do português”. Todos os aspectos formais, como documentação, por exemplo, são elaborados na língua oficial. “Eles precisam ter esse domínio, porque linguagem significa ter poder, e eles fazem parte de um país que precisa disso diante do mundo”, diz.
A expectativa da professora é de contribuir com os timorenses na socialização do conhecimento. Com o retorno, deseja reassumir as atividades na Uniplac e colaborar com o desenvolvimento regional sustentável no trabalho da educação no campo. Para compartilhar essa experiência com os brasileiros, Ilsen utilizará a internet para descrever seu cotidiano através de um blog.
Assessoria de Comunicação Uniplac Para Agência São Joaquim Online

Ken Westmoreland sexta-feira, 13 de agosto de 2010 às 01:27:00 WEST  

Fiquei espantado que alguem que pretende trabalhar em Timor Leste faria algo tão insensível como descrever a língua principal do páis (cujo o nome em português é 'tétum' não 'teto') como um 'dialeto', que é tão desrespeitoso. Um dialeto é uma variedade de uma língua, como o português brasileiro é um dialeto da língua portuguesa, não uma língua vernacular.

O tétum já não é apenas uma língua vernacular, é uma língua escrita, usada pela imprensa cotidiana e pelas ONGs no país. O português não é a única língua oficial, mas há uma tendência a ignorar isso à parte de algumas pessoas poderosas.

Ironicamente, o desenvolvimento do tétum como uma língua moderna deve muito à lusificação, com a língua cheio de empréstimos portugueses. Entanto, esta não faz o tétum um crioulo português, como o número grande de empréstimos franceses em inglês faz o inglês um crioulo francês.

Historicamente em Timor Português, os missionários portugueses usaram uma variedade crioulizada do tétum, que se chamou 'tétum-praça', semelhante ao uso da língua geral ou nheengatú pelos jesuitas no Brasil.

Talvez se o Marquês de Pombal não tivesse expulsado os Jesuitas do Império Português ao fim do XVII século, a língua principal do Brasil hoje seria o nheengatú ou a língua geral, como a língua principal do Paraguai é o guaraní.

Embora Timor Leste seja linguisticamente lusificado, é longe de ser um país lusófono - o indonésio é ainda onipresente por causa da herança da ocupação entre 1975 e 1999, e a dependência continuada do país sobre o vizinho gigante, seja económica ou educacional - muitos mais timorenses estudam nas universidades na Indonésia do que em Portugal, sem falar do Brasil.

A língua portuguesa não é uma língua de cultura popular - a ironia é que muitos timorenses adoram as telenovelas brasileiras, mas habitualmente veem as versões dubladas da Indonésia! É apenas nos dois anos passados que podem vê-las no português original, graças à gentileza da TV Globo, mas são sem legendas em uma língua que podem compreender.

Os portugueses têm tido uma tendência a ver Timor Leste, como Macau e Goa, em isolamento da região vizinha, em vez de no contexto dele - é a mentalidade da enclave. O Brasil não tem tal desculpa - como um gigante regional e membro do G20, como a Indonésia, e tem a vantagem de não ter nenhuma bagagem histórica e colonial.

Anónimo,  sexta-feira, 13 de agosto de 2010 às 02:02:00 WEST  

muita treta ... e a jornalista ou o jornalista é que merecem ser criticados. vamos ver se a senhora e sua comitiva é assim ou não.\isto vale para quem cá está.

Anónimo,  sábado, 14 de agosto de 2010 às 01:49:00 WEST  

Que horror!
Oxalá mudem de concepção sobre o "dialeto" ao pisar em Dili.
Brasileiro perplexo

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