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Vídeo | MNE timorense defende intervenção mais ativa da CPLP na Guiné-Bissa

>> 20120507


@ Sociedade das Nações| 05.05.2012

"O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste critica a posição da CPLP face ao conflito na Guiné Bissau. Em entrevista no programa Sociedade das Nações, Zacarias da Costa diz que a organização deveria ter uma intervenção menos tímida e garante que em Díli a situação está a ser seguida com preocupação." (Sic Notícias)

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Compra de dívida portuguesa tem acordo de Xanana e Alkatiri - Ramos-Horta

>> 20110421


O Presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, disse hoje que a iniciativa timorense para a compra de dívida portuguesa, com outros países, tem a concordância do primeiro ministro, Xanana Gusmão, e do líder da oposição, Mari Alkatiri.

"O que eu propus, em consonância com o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, e com o líder do principal partido da oposição, Mari Alkatiri, é uma iniciativa inovadora na história financeira moderna", disse.

O Presidente timorense adiantou que o primeiro ministro, Xanana Gusmão, tem-se envolvido em diligências nesse sentido, nomeadamente na sua recente deslocação ao Brasil.

"Conversou com a Presidente Dilma sobre isso e ela reagiu muito positivamente e esperamos sensibilizar também os angolanos para este projeto", disse o chefe de Estado timroense em entrevista conjunta à Lua e RTP em Díli.

Ramos-Horta afirma que Timor-Leste sozinho pode comprar "alguma dívida portuguesa, como já investiu na dívida soberana australiana, grega ou italiana".

"Para nós é um investimento, como temos estado a investir ao longo de cinco anos, sem grande lucro, nas promissórias do tesouro americano", explica.

O Presidente timorense prefere uma ação concertada com o Brasil e Angola e, eventualmente com outros países, "para moralizar um pouco" o mundo financeiro internacional.

"Numa segunda fase, podemos mesmo mobilizar a China para combater essa onda especulativa porque também interessa aos chineses pôr um travão nisso", admite.

É, no entanto, no quadro da CPLP que Ramos-Horta preconiza a intervenção, apontando o Brasil, Angola e possivelmente Moçambique, para além de Timor-Leste, como os países que podem comprar dívida portuguesa, por negociação direta com o governo português que sair das próximas eleições.

Ramos-Horta referiu o caso concreto do Brasil, "que foi um país endividado e que no passado sofreu muito com o FMI, e hoje tem grande liquidez e uma economia emergente à escala mundial", e também de Angola, que "tem também liquidez" e "poderio" proveniente do petróleo e dos diamantes, além de Timor-Leste, "com uma dimensão muito menor, mas também com alguma liquidez".

Em relação ao Brasil, Ramos-Horta salienta que "tem de defendido ao longo dos últimos anos uma nova ordem económica internacional, mais justa", pelo que "é a altura de fazer por isso".

"Quanto a Angola, não me parece que haja dificuldades, até porque já está a investir fortemente em Portugal, mas ainda não conversámos sobre isso, o que deveremos fazer numa próxima deslocação àquele país", esclareceu.

MSO
Lusa

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UMA LULIK estreia em Timor-Leste

>> 20101015



UMA LULIK
A CASA SAGRADA
THE SACRED HOUSE

Konvite Convite Invitatation

Loron 18 Outubru, tuku 6:30 loraik iha Hotel Timor

Polo Nasional ba programa DOCTV CPLP nian no produtora IDA-tl, ho honra konvida ita bo’ot atu asisti estreia nasional no iventu lansamentu ba filmi “Uma Lulik”, dokumentariu dahuluk ba televisaun hosi autoria realizador Timor oan, Victor de Sousa.

18 de Outubro ás 18:30 no Hotel Timor

O Pólo Nacional do programa DOCTV da CPLP e a produtora IDA-tl, têm a honra de convidar Vossa Excelência para assistir à estreia nacional e evento de lançamento do filme “UMA LULIK”, primeiro documentário para televisão da autoria de um realizador Timorense, Victor de Sousa.

18th October 6.30pm at Hotel Timor

The National Secretariat of the DOCTV Program of CPLP and the producer IDA-tl, are honoured to invite You to attend the national premiere screening of the film “UMA LULIK”, first TV documentary by a Timorese director, Victor de Sousa.

RSVP: Dália Mesquita (+670 3339657) Secretaria de Estado da Cultura

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José Ramos-Horta em Portugal reúne-se com Sócrates e Cavaco

>> 20100928


OJE/Lusa

O chefe de Estado timorense inicia amanhã uma visita de trabalho de oito dias a Portugal, em que será recebido pelo seu homólogo português, reunir-se-á com o presidente do parlamento e o primeiro-ministro, e manterá encontros com empresários.

José Ramos-Horta, que chegou hoje de manhã a Lisboa proveniente de Nova Iorque, onde interveio na sessão de abertura da 65ª Assembleia Geral das Nações Unidas, tem ainda agendada uma reunião com o secretário executivo da Comunidade dos países de Língua Portuguesa (CPLP), Domingos Simões Pereira.

O encontro com o Presidente Cavaco Silva realiza-se dia 4 de Outubro, data em que receberá o colar da Academia das Ciências, proferindo em seguida uma comunicação sobre "A Emergência do Oriente".

No mesmo dia, Ramos-Horta reunir-se-á com o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, e com o primeiro-ministro José Sócrates.

Ao longo da visita de trabalho, o presidente timorense desloca-se a Paredes, onde inaugurará uma escola e uma estátua de José Cutileiro, e será alvo de uma homenagem em sessão solene promovida pelo município.

A visita termina no dia 5, com partida para Bruxelas.

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Muito bem dito! Parabéns, Sr. Presidente : )

>> 20100720

Dili, 10 de Abril de 2010
 Foto de arquivo © Uma Lulik 
A Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP) deve ter um papel de defesa proativa, criativa e dinâmica da língua portuguesa, defendeu o Presidente de Timor-Leste.

“O papel da CPLP, para além de várias áreas de cooperação, ele deve ser também de defesa proactiva, criativa, dinâmica de uma das línguas seculares que existem em vários países do mundo”, disse José Ramos-Horta, durante uma visita à Expo 2010, em Xangai, China.

Para o Presidente timorense, a importância de instituições como a CPLP é a de “preservar as línguas diversas que existem no mundo”, caso contrário, “cada vez mais, pela via da força económica, do comércio, o inglês obscurece, prevalece sobre todas as outras línguas”.


“Seria uma grande perda para a humanidade que algumas das línguas mais importantes do mundo se percam”, observou ainda, admitindo, contudo, que “esta é a realidade que está a acontecer em muitos países do mundo”.

O Presidente de Timor-Leste lembrou que a língua portuguesa não é apenas falada nos oito países que integram a CPLP, apontando que existem comunidades “em vários países, desde o Canadá aos Estados Unidos, Venezuela, África do Sul, onde existem milhões de descendentes de portugueses, ou de Moçambique, de Angola, que estão nesses países e que deveriam continuar a preservar a língua dos seus antepassados”.

O chefe de Estado considerou ainda que Timor-Leste está a entrar numa nova dimensão da introdução da língua portuguesa, apontando a proposta que lançou ao secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, João Gomes Cravinho, de abrir mais escolas portuguesas, além da de Díli, que tem 700 alunos.

“Eu sugeri que se abrissem uma em cada um dos treze distritos de Timor-Leste. Este ano já vão começar mais quatro”, afirmou, congratulando-se com a “resposta rápida do Estado português” num projeto que tem, também, o “compromisso financeiro timorense”, anotou.

Reconhecendo que na CPLP Timor-Leste é um “caso especial”, pois ainda está na “fase de reintrodução, consolidação e expansão do português como língua oficial”, Ramos-Horta lembrou: “Herdámos Timor-Leste em que a língua portuguesa praticamente tinha desaparecido devido ao quarto de século de ocupação indonésia e da sua proibição”.

Segundo o Presidente timorense, com o trabalho de reintrodução do português, 12 por cento da população, de cerca de 1,1 milhões de habitantes, fala a língua, “e isso em oito anos apenas de independência”, observou.

“Estes números significam que daqui a 20, 30 anos Timor-Leste pode contar com 50 por cento [da população] que fala português”, afirmou.

A promoção e divulgação da língua portuguesa foi a prioridade estabelecida pela presidência portuguesa nos últimos dois anos.

Angola passa a exercer a presidência da organização lusófona a partir de sexta feira na VIII Cimeira de chefes de Estado e de Governo da CPLP, em que a língua portuguesa será um dos temas em discussão.

Timor-Leste ainda não anunciou quem vai representar o país na cimeira de Luanda.
Autoria: Sílvia Reis, da Agência Lusa
Número de Documento: 11293792
URL: http://www.lusa.pt/lusaweb/user/showitem?service=310&listid=NewsList310&listpage=1&docid=11293792

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Timor e Moçambique defendem maior difusão do português nestes países

>> 20100330


Os chefes das delegações de Moçambique e Timor-Leste defenderam hoje, no âmbito da Conferência Internacional sobre o Futuro da Língua Portuguesa, que decorre em Brasília, mais investimentos para a difusão do idioma nos seus próprios países.

"É preciso mais investimento e maior difusão da língua portuguesa, sobretudo dentro das comunidades locais e nos meios de comunicação social", disse à Lusa o secretário de Estado da Educação e da Cultura de Timor-Leste.
Virgílio Smith disse que mais de 50 por cento da população timorense não fala português e pediu apoio dos outros membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para o "grande esforço" que o governo de Timor-Leste está a empreender neste campo.
Segundo Smith, o português deve ser ensinado juntamente com o tétum, a outra língua oficial do país.

Esta opinião é partilhada também pelo vice ministro da Educação de Moçambique. "Nós não queremos que as nossas línguas africanas em Moçambique desapareçam, porque elas representam igualmente um património cultural", afirmou Arlindo Gonçalo Chilundo.
O vice ministro moçambicano defendeu ainda a difusão da língua portuguesa não só ao nível internacional e nas diásporas, mas também dentro das fronteiras do seu país.

"Na altura da independência, tínhamos 97 por cento de analfabetos, e o analfabetismo estava associado ao não conhecimento da língua portuguesa. Nos últimos 35 anos, conseguimos difundir mais o português do que em todo o tempo da presença colonial portuguesa. Mas ainda temos muito que fazer", assinalou.

Segundo Chilundo, 47 por cento dos moçambicanos ainda não estão alfabetizados. "Gostaríamos de ver, portanto, mais apoio da CPLP em livros para a educação básica, para a alfabetização e para que os cidadãos moçambicanos tenham maior acesso à língua portuguesa", concluiu.


DAQUI


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Programa Ciência Global

>> 20091105

Bolsas e outra Formação Avançada

Programa Ciência Global

Edital

Concurso para atribuição de bolsas de investigação para Doutoramento e Pós-Doutoramento a investigadores de Angola, Cabo-Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S.Tomé e Príncipe, e Timor-Leste para programas de investigação a realizar em instituições científicas e Universidades portuguesas em associação com instituições de ensino, investigação ou desenvolvimento dos países mencionados

Os candidatos devem remeter currículo e carta de motivação para a Fundação para a Ciência e a Tecnologia até dia 15 de Novembro de 2009. Aos candidatos pré-seleccionados serão solicitados elementos adicionais e, em caso de aceitação, ser-lhes-á dado apoio na escolha da instituição científica de acolhimento em Portugal e na definição final do plano de trabalho. A selecção é efectuada por um painel independente de cientistas, baseia-se exclusivamente no mérito científico dos candidatos e das instituições participantes e na aceitação por parte da instituição de acolhimento e do orientador.

O Programa Ciência Global é lançado no âmbito da preparação do Centro UNESCO para as Ciências no âmbito da CPLP, iniciativa apresentada por Portugal junto da UNESCO com o apoio e a participação de todos os países da CPLP.

Reunidos em Lisboa em 29 de Agosto de 2009, os ministros responsáveis pala Ciência e pelo Ensino Superior de cada um dos países da CPLP decidiram saudar, apoiar e acompanhar a iniciativa pioneira de criação de um Centro UNESCO para a formação avançada em Ciências, como entidade distribuída, aliando formação científica avançada de alto nível com educação para a responsabilidade científica, a comunicação pública da Ciência, o conhecimento das condições da actividade científica no país de origem, a participação em redes e projectos internacionais e a avaliação científica independente (ver http://www.mctes.pt/declaracaocplp). Os candidatos e as instituições participantes na sua formação assumem conjuntamente esses objectivos. Uma parte da formação deverá, em princípio, realizar-se no país de origem. O programa visa formar capacidades científicas de alto nível, contribuir para combater a fuga de cérebros e reforçar a cooperação científica internacional sustentável.

Em 18 de Setembro de 2009, o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, José Mariano Gago, assinou e entregou ao Director-Geral da UNESCO a carta do governo português que formaliza a proposta de criação do Centro UNESCO (ver http://www.mctes.pt/cplp-unesco), acompanhada da declaração de Lisboa dos ministros dos países da CPLP, e comunicou a intenção de lançar de imediato um programa inicial de formação avançada conforme aos seus objectivos e princípios.

O Programa Ciência Global, agora lançado, visa antecipar o funcionamento do Centro UNESCO em preparação, promovendo junto das instituições e dos cientistas a experiência necessária à concretização dos seus objectivos.

________________________________________

FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia
MCTES – Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Av. D. Carlos I, 126 Lisboa
Portugal
cienciaglobal@fct.mctes.pt



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A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa felicita Timor-Leste

>> 20090830

De Eduardo Lobão (LUSA) – Há 2 horas
Foto:  Credits EPA (European Pressphoto Agency) 
"Lisboa, 29 Ago (Lusa) - A Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) felicitou hoje Timor-Leste pela passagem do 10º aniversário da consulta popular de 30 de Agosto de 1999, que abriu as portas à independência do território.
Em comunicado enviado à Agência Lusa, a organização lusófona manifesta ainda solidariedade com "todos os timorenses nas celebrações deste acto que pôs termo a 25 anos de domínio externo e conduziu à recuperação da soberania nacional".
"A CPLP e os seus Estados-membros prestam homenagem a todos os timorenses que, com o seu esforço e sacrifício, contribuíram de forma decisiva para o estabelecimento de um regime democrático neste Estado-membro da Organização", lê-se no comunicado."

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Grande Xanana!

>> 20090303

Fotografia de Pedro Vilela (blogue pedro vilela photography) em D200, LX-3, D70 (lisboa, novembro 2008)

Dois parágrafos, frases brilhantes :-)
Xanana dixit:

"[...] "Decidimos que teremos um enviado-especial de Timor-Leste e contactámos com Mari Alkatiri, um enviado de peso, que está disposto (a aceitar)", afirmou Xanana Gusmão.

[...] Sobre a existência de algum paralelo entre os acontecimentos em Bissau e o duplo ataque contra a liderança timorense em 11 de Fevereiro de 2008, Xanana Gusmão respondeu que "se existe similaridade é apenas no acto: um atentado contra o Presidente da República". [...]" (Angola Press)

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Então, para quando uma visita a Timor?

>> 20090207

Imagem: Revista Macau

Portugal/China 30 anos:Wang Zhigen, o primeiro "embaixador" da Nova China em Lisboa

Pequim, 07 Fev (Lusa) - Wang Zhigen é, aliás, um dos raros chineses condecorado por dois presidentes da República (Ramalho Eanes, de Portugal, e José Sarney, do Brasil) e dos oito membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) só não conhece dois (Timor-Leste e S. Tomé e Príncipe).

Embora já esteja reformado, continua a assumir-se como "um velho amigo de Portugal" e "é com gosto muito" que aceita participar em debates e conferências sobre as relações entre a China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: "Portugal deu-me muito e como dizem os portugueses, amor com amor se paga". " (António Caeiro, da Agência Lusa)
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I Simpósio de Educação à Distância dos PALOP marcado para Outubro

>> 20080818

"A Universidade Aberta (UAb) organiza, nos dias 30 e 31 de Outubro, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), o I Simpósio de Educação à Distância dos Países de Língua Oficial Portuguesa. A iniciativa acontece sob o Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa e com o apoio do Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP).
O objectivo é reflectir sobre as instituições de ensino, agentes políticos, empresários, docentes e estudantes em torno da educação à distância, no seio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e criar uma oportunidade para o aprofundamento da cooperação entre aqueles países, com destaque para o domínio da educação, escreve o portal digital “portugalcaboverde”.
O evento apresentará três conferências plenárias e cinco painéis moderados, cujos temas específicos irão permitir debates alargados entre os vários participantes sobre questões relacionadas com a educação à distância como factor de desenvolvimento, a formação de recursos humanos em metodologias de ensino à distância, a produção de conteúdos em língua portuguesa, a implementação de uma plataforma comum de ensino à distância e o modelo pedagógico virtual desenvolvido pela Universidade Aberta.
A data limite para inscrição no Simpósio é o dia 15 de Outubro. O preço geral é de 60€ e de 30€ para estudantes (de graduação ou de pós-graduação). A inscrição deve ser efectuada através de um formulário próprio que, juntamente com outras informações sobre o Simpósio, estará disponível no site do evento, em www.univ-ab.pt/eventos/simposio_ead/. A Universidade Aberta, onde 20% dos alunos são oriundos dos PALOP, é o único estabelecimento universitário público português especificamente consagrado ao ensino à distância." (A Semana Online)

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Ramos-Horta anuncia prémio em homenagem a Vieira de Mello

>> 20080131

Entre novembro de 1999 e maio de 2002, Sérgio Vieira de Mello chefiou a administração de transição da Organização das Nações Unidas (UNTAET). Com longa experiência em assuntos humanitários, foi nomeado alto comissário para os Direitos Humanos da ONU em julho de 2002. Em 2003, foi indicado como representante da ONU no Iraque, onde morreu num atentado terrorista.

O presidente do Timor-Leste, José Ramos-Horta, anunciou que criará um prêmio em direitos humanos que levará o nome do embaixador brasileiro Sérgio Vieira de Mello, morto em Agosto de 2003, no Iraque. Segundo ele, a ideia é premiar ainda este ano uma organização não-governamental da área.

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