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Uma Lulik | Trailer

>> 20120113


UMA LULIK (TRAILER)
2010 Timor-Leste
1'33" Colour HDV 16:9
TRAILER
Tetun (English Sub.)

Créditos:
Director VICTOR DE SOUSA PEREIRA Executive Producer DAVID PALAZÓN Producers JOÃO SOUSA FERRO & TANIA BETTENCOURT CORREIA Co-Producers COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) & IDA LDA. Photography Director VICTOR DE SOUSA PEREIRA Cameras ANTÓNIO PEREIRA DO REGO, GIL ALEXANDRINO DE SOUSA RIBEIRO & JUSTINO DA COSTA Editing DAVID PALAZÓN & VICTOR DE SOUSA Photography ELDINO MANUEL XIMENES & CARLOS DE SOUSA PEREIRA Sound Assistants JUSTINO DA COSTA, JUVÊNCIO DA COSTA PEREIRA & XAVIER ERKIZA Original dialogues translations VICTOR DE SOUSA PEREIRA Voice off dialogues VICTOR DE SOUSA PEREIRA, GIBRAEL DIAS S. CAROCHO, DAVID PALAZÓN & JOÃO SOUSA FERRO Voz off VICTOR DE SOUSA PEREIRA Research ELENA TOGNOLI Soundtrack MARCO IAVARONE, CORAL SOL NACIENTE & DEZ IRMÃOS

URL: http://vimeo.com/34957018

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Parabéns Timor-Leste, IDA e Victor de Sousa

>> 20111119

Na sequência da sua participação no BIFF (Brisbane International Film Festival), o filme UMA LULIK, produzido pela IDA e realizado por VIctor de Sousa, foi classificado em terceiro lugar entre os melhores 10 filmes pela "BIFF 2011 Showtime Movie Channels Top Ten audience awards". No BIFF foram passados 135 filmes, com uma audiência de cerca de 22.000 espectadores. 

Print screen do site do festival (página de publicação dos resultados)

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PRESS RELEASE / COMUNICADO: Filme UMA LULIK selecção oficial no BIFF - Festival Internacional de Cinema de Brisbae (Austalia) / Film UMA LULIK official selection of BIFF - Brisbane International Film Festival

>> 20111103

Print screen do site do festival (aqui)

Filme UMA LULIK selecção oficial no Brisbane International Film Festival (BIFF)
Primeiro documentário da autoria de um realizador Timorense, Victor de Sousa Pereira, o filme UMA LULIK, produzido em 2010, integrará a selecção oficial do Festival Internacional de Cinema de Brisbane 2011 com projecção agendada para o dia 9 de Novembro pelas 18.30 horas, no Palace Barracks Cinema.
Para mais informações ver o link: http://tix.biff.com.au/browseDate.asp

SINOPSE
Na tradição timorense, a Uma Lulik (Casa Sagrada) é o centro, o cordão umbilical entre passado e presente. Para os vivos uma reserva segura de memória e sabedoria antiga. Para os mortos o local onde o tempo não passa, onde a história se renova. Esta é a estória da construção de uma casa sagrada, vivida e contada por um timorense. Esta é uma história da grande familia timorense.

Em "Uma Lulik" o realizador Victor de Sousa transporta-nos ao universo dos antepassados, presenças inquestionáveis, sentidas, palpáveis em cada objecto nascido da terra e da memória colectiva.

A reconstrução da identidade nacional, após a destruição de grande parte das Casas Sagradas ao longo de 24 anos de ocupação Indonésia, passa pelas aldeias, pelas montanhas onde o sagrado, pouco a pouco, volta ao seu lugar, à sua casa.


FICHA TÉCNICA (sumário)

Realizador: Victor de Sousa Pereira
Produtores: João Sousa Ferro & Tania Bettencourt Correia
Produtor Executivo: David Palazon
Co-Produção: IDA-tl, com CPLP
Câmaras: António do Rego, Gil Ribeiro, Justino da Costa
Edição: David Palazon & Victor de Sousa Pereira
Fotografia: Victor de Sousa Pereira, Eldino Ximenes, Carlos Pereira
Assistentes de som: Justino da Costa, Juvencio Pereira
Texto para voz-off: Victor de Sousa Pereira, Gibrael Carocho, David Palazon, João Sousa Ferrro
Voz-off: Victor de Sousa Pereira
Banda Sonora: Marco Lavarone, Coro Sol Nascente, Dez Irmãos
Pesquisa: Elena Tognoli
Com o apoio de: Secretário de Estado da Cultura de Timor-Leste, Comunidade de Fatulia

Para mais informações favor contactar:
  • João R.S. Ferro | jferro@ida-tl.com | (+670) 7254992
  • Tania Bettencourt Correia | tbcorreia@ida-tl.com | (+670) 7254990
  • Imagem, Design & Arquitectura,Lda. | Escritório Sede | Office: Lecidere Office Center, 1 Andar, Av. dos Direitos Humanos, Dili, Timor-Leste | Morada Postal | Postal Adress: Correios de Timor-Leste, PO BOX 163 Dili, Timor-Leste | Telefone | Telephone (+670) 333 1256



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Informação relacionada:

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O documentário UMA LULIK passa na RTP1 dia 19 Janeiro pelas 23h30

>> 20110114



(carregue nas imagens para ver a sinopse)


Apresentado em Dili, no Hotel Timor, o documentário UMA LULIK passou também pela CINEMATECA em Lisboa ainda em 2010 e chega agora ao écran da televisão pública portuguesa.


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UMA LULIK estreia em Timor-Leste

>> 20101015



UMA LULIK
A CASA SAGRADA
THE SACRED HOUSE

Konvite Convite Invitatation

Loron 18 Outubru, tuku 6:30 loraik iha Hotel Timor

Polo Nasional ba programa DOCTV CPLP nian no produtora IDA-tl, ho honra konvida ita bo’ot atu asisti estreia nasional no iventu lansamentu ba filmi “Uma Lulik”, dokumentariu dahuluk ba televisaun hosi autoria realizador Timor oan, Victor de Sousa.

18 de Outubro ás 18:30 no Hotel Timor

O Pólo Nacional do programa DOCTV da CPLP e a produtora IDA-tl, têm a honra de convidar Vossa Excelência para assistir à estreia nacional e evento de lançamento do filme “UMA LULIK”, primeiro documentário para televisão da autoria de um realizador Timorense, Victor de Sousa.

18th October 6.30pm at Hotel Timor

The National Secretariat of the DOCTV Program of CPLP and the producer IDA-tl, are honoured to invite You to attend the national premiere screening of the film “UMA LULIK”, first TV documentary by a Timorese director, Victor de Sousa.

RSVP: Dália Mesquita (+670 3339657) Secretaria de Estado da Cultura

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Realizador timorense estreia trabalho sobre casas sagradas em Lisboa

>> 20100915


Cinemateca de Lisboa

'Uma Lulik', primeiro documentário integralmente realizado em Timor-Leste por um timorense, Vítor de Sousa, estreia quarta feira na Cinemateca de Lisboa, anunciou hoje a produtora.

O filme conta a história da construção de uma casa sagrada. Filmada inteiramente nas montanhas de Timor-Leste, na região de Venilale, é também uma história sobre uma herança cultural ancestral e sobre a grande família timorense.

Na tradição timorense, a Uma Lulik (Casa Sagrada) é o centro, o cordão umbilical entre passado e presente. Para os vivos uma reserva segura de memória e sabedoria antiga. Para os mortos o local onde o tempo não passa e onde a história se renova.

A construção ou renovação da casa sagrada constitui, com intervalos que podem ir até 10 anos, um imperativo para as famílias timorenses. Assim se renova a ligação aos antepassados e se renovam votos de lealdade e de responsabilidade mútua entre familiares e entre diferentes famílias.

Victor de Sousa viveu e registou, ao longo de mais de nove meses, uma das mais antigas tradições de Timor-Leste, transportando os espectadores 'ao universo dos seus antepassados, presenças inquestionáveis, palpáveis em cada momento e em cada objecto nascido da terra e da memória colectiva dos timorenses'.

O documentário, com produção de João Ferro e Tânia Correia, resulta do programa DocTV da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) e estreia em Portugal, na sala Félix Ribeiro da Cinemateca, na quarta feira, às 21:30.

'O Vítor esteve lá como parte da família, com um apêndice, que era a câmara. Isso permitiu-nos obter imagens e momentos fabulosos de uma série de coisas porque à volta de uma casa sagrada andam as relações entre as pessoas, os objectos sagrados e o fabrico desses objectos', disse à Lusa o produtor João Ferro da produtora Ida.

'As imagens falam por si. O Vítor optou por fazer um filme muito visual. Nós reconhecemos a necessidade introduzir algum voz-off mas não explicativo, porque não é um documentário para a National Geográfic. É uma obra com carácter semi-artístico porque é a forma dele contar a parte sagrada e mítica de Timor e tivemos também de dar alguma margem de manobra para ele manipular o filme e poder contar a história como ele acha que deve ser contada', explicou.

'O próprio Vítor, na voz-off, diz: não penses que tudo sabes. Ele próprio não sabe tudo, porque é jovem e ainda não lhe contaram tudo, mas o filme já dá para perceber e sentir o que é a profundidade e a importância desta realidade das montanhas, das aldeias, das famílias e da relação que eles têm com o sagrado. Além de bonito, o filme é útil', conclui.


Fotografia © Carlos Santos

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Hummmmmm ...... :/

>> 20090131

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Uma Lulik, numa versão de 1935/6

>> 20081214

Imagem: Definição e descrição de Uma Lúlic por Paulo Braga em 'A TERRA, A GENTE E OS COSTUMES DE TIMOR' (Cadernos Coloniais, Editora Cosmos, 1935?: pág. 49)

"Ao fundo, uma casa e uma fogueira.

Chegámos, finalmente, á uma lúlic, á casa sagrada, ao pomal.

A uma lúlic é o templo dos cultos indígenas. Materialmente, é uma casa que se distingue das outras casas porque reúne dentro de si objectos sagrados, fétiches, vulgares utensílios de uso indígena que, por qualquer, motivo, passaram a sêr lúlic. Espiritualmente, porque se cerca de superstições. E estas são inúmeras. Se o tempo, no exercício da sua eterna função destructiva, não as fôsse eliminando, Timor nada mais seria do que uma massa compacta de uma lúlic!

Em quási todos os reinos, junto ás residencias dos régulos, ergue-se a uma lúlic principal. Esta distingue-se fácilmente das casas particulares. E' maior. E' feita com mais cuidado. O telhado eleva-se a uma altura desproporcionada em relação á base. E o fecho - em Timor os fechos das cubatas, feitos em madeira trabalhada, constituem as suas únicas notas artísticas - apresenta um particular esmêro de construção. Contudo, é perante o temôr que se apodera dos indígenas quando deles se aproximam que melhor podemos descobrir a existencia dos pomais, o que se nos torna compreensível quando nos lembramos de que nas uma lúlic há sempre a recordação dos mortos e, em algumas, o dominio do feiticeiro, do macái lúlic, temido por toda a gente. " (Braga, 1935?, pág. 27)

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'Leitmotiv'

>> 20080627

"East Timorese place great value on their sacred houses, uma lulik.The uma lulik are used to store sacred ancestral heirlooms and are often the site for traditional ceremonies. In the eastern part of the contry, the uma lulik is built on posts roughly 2 meters high. An uma lulik in Raca Village, Lospalos. " (Martine Perret / UNMIT)

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"A casa sagrada (uma lulik) de Timor"

>> 20071214


A LINGUAGEM SIMBÓLICA DA UMA LULIK (CASA SAGRADA) EM TIMOR LESTE


"(...)Uma lulik é o símbolo da unidade social dos seus habitantes. Todos os componentes da uma lulik representam a unidade social da comunidade. Por exemplo, os dois principais pilares são designados por “bei-feto//bei-mane” (o avó), as quatro colunas são designadas por “seki hat//tane hat” – os quatro assistentes do “bei-feto//bei-mane”; assim também as oito colunas curtas, “seki walu//tane walu”, todas reforçando a posição dos dois avós. Nota-se bem essa importância quando a morte de um mako’an (o sacerdote ritual do étnico tétum) é considerada como a queda do “kakuluk lor”, ou seja, um componente principal da uma lulik partiu e isso causa a insegurança da uma lulik. A morte da pessoa é considerada como “uma ulun kuak” (há alguns furos no telhado da casa), isto refere o afastamento da família ou inimizade da família. Esta comunidade acredita que o afastamento da família leva à morte muito cedo. Portanto, se houver alguns problemas entre eles, o melhor caminho é procurar meios para os resolver rapidamente. (...)"

Leia o artigo completo em O blog do manek luan.

A imagem veio daqui, do artigo Timor-Leste. Um pequeno grande País [por] Sérgio Martins PANDOLFO*

Outro artigo relacionado e bem ilustrado no blog da Rosely Timor Crocodilo Voador.

Já agora, espreitem aqui (Identidade Timorense).

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