A ler! De Ataúro – Belloi, Timor Leste | Rui Tavares

>> 20090903

Quem esteve neste país em 1999 diz que já não se consegue imaginar o grau de destruição deixado pelas milícias e pelas tropas indonésias.
"Belloi, Timor Leste. — A ilha de Ataúro, última porção de Timor Leste sob domínio português até poucos dias antes da invasão indonésia em 1975, tem os contornos de uma gota de água e talvez a área da ilha Graciosa, nos Açores. Vivem aqui cerca de nove mil pessoas, que falam tétum e uma outra língua local, nas montanhas, com vários dialectos. [...]" (ACEDA AO TEXTO COMPLETO)
ruitavares.net/blog

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"East Timor drama Balibo wins presidential honour"

"East Timor has awarded the filmmakers of Balibo, a new political drama about the journalists murdered in the southeast Asian nation in 1975.

President José Ramos Horta presented Balibo director Robert Connolly and producer John Maynard with the Presidential Medal of Merit at a ceremony in the East Timorese capital, Dili, on Sunday.

Actor Anthony LaPaglia, one of the film's stars, was also on hand for the ceremony — held after a week of public screenings of Balibo, which was translated into the local Tetun language.

"This was a once-in-a-lifetime experience for us, as well as the Timorese audiences who were, for the very first time, seeing a feature film dubbed in their own language about events in Timor," Maynard said, according to the Australian Associated Press.

"Men, women and children were moved to tears as they sat on the ground and watched what was for many part of a hidden history and for some, a painful memory."

The drama — billed as first feature film completed in East Timor — explores the story of the Balibo Five, a group of Australian TV journalists killed about six weeks before the December 1975 Indonesian invasion.

Indonesian troops raided the border town of Balibo, where the journalists were based, with many now believing they were killed for raising awareness about Indonesia's incursions into and attacks against East Timor preceding a full-on invasion.

Not long afterward, a sixth Australian journalist who travelled to the area to investigate the deaths was also killed by Indonesian troops. Indonesia has claimed both that the journalists were "communist sympathizers" and also armed combatants.

Balibo is based on the book Cover-Up by Jill Jolliffe, at the time a freelance journalist who was evacuated from East Timor. The 2001 book accuses the Australian government of aiding in the cover-up of the circumstances surrounding the journalists' deaths.

Balibo premiered at the Melbourne International Film Festival in July, won several jury prizes at the Brisbane International Film Festival in August and will screen at the Toronto International Film Festival this month." (CBCNews | 1 Set)

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"Timor-Leste liberta indonésio acusado de crimes contra a humanidade "

>> 20090902


"O indonésio Martenus Bere, recentemente detido em Timor-Leste e acusado de envolvimento de crimes contra a humanidade, aquando do referendo de há dez anos, foi já libertado de uma cadeia de Díli, anunciou o representante local do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Louis Gentile.

Autoridades regionais indonésias tinham ameaçado não receber a visita de ministros timorenses enquanto não se verificasse a libertação daquele indivíduo. Mas Gentile disse à Reuters que a sua libertação "é contrária às resoluções do Conselho de Segurança que estabeleceram a missão da ONU em Timor-Leste e subverte por completo o princípio da prestação de contas pelos crimes contra a humanidade".

"Isto tem um significado global", insistiu aquele alto funcionário, enquanto a Missão das Nações Unidas em Timor-Leste (Unmit) destacava que "não deve haver impunidade por crimes graves, como os crimes contra a humanidade".

O Presidente José Ramos-Horta e o primeiro-ministro Xanana Gusmão têm sido muito criticados por grupos de defensores dos direitos humanos quanto à política de perdão a antigos elementos das milícias pró-indonésias que cometeram atrocidades na altura em que a maioria da população do território optou pela independência. E dia 30 de Agosto foram detidos três estudantes universitários que se manifestavam em Díli contra a prática da impunidade." (Público.pt)

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GNR agraciada com a Medalha da Ordem de Timor-Leste

Foto DAQUI

"A Guarda Nacional Republicana foi agraciada no dia 30 com a Medalha da Ordem de Timor-Leste, no âmbito das Comemorações do Décimo Aniversário do Referendo que levou à independência de Timor-Leste.

Esta condecoração foi pela primeira vez atribuída sendo a GNR a primeira Instituição Portuguesa a ser agraciada com a Ordem de Timor-Leste.

A Ordem de Timor-Leste tem quatro graus: Grande Colar, Colar, Medalha e Insígnia.
A Medalha da Ordem de Timor-Leste é mais alta condecoração atribuível a Instituições e/ou Pessoas Colectivas e visa distinguir "contributos significativos em benefício do país, dos timorenses ou da humanidade".

Timor Leste agraciou ainda o Dr. Jorge Sampaio (Grande Colar), o Dr. Jaime Gama e o Eng. António Guterres (Colar), e o Dr. João Felgueiras e a Dra. Ana Gomes (Insígnia)." (GNR )

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REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE


AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO DE ACTIVIDADES
DOS PRIMEIROS 5 MESES DE TRABALHO
DO VICE PRIMEIRO-MINISTRO
COORDENADOR DOS ASSUNTOS DE GESTÃO DA
ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO
POR
SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO
KAY RALA XANANA GUSMÃO

Salão Nobre do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Díli


Exmo. Senhor Vice Primeiro-Ministro (e distintos Membros do Governo)
Reverendíssimo Bispo de Baucau
Distintos Deputados
Exma. Procuradora-Geral da República
Exmo. Provedor dos Direitos Humanos e Justiça
Exmo. Reitor da UNTL
Exmos. Docentes
Exmo. Secretário-Geral da FRETILIN
Exmos. Representantes da Sociedade Civil e do Sector Privado
Senhoras e Senhores,



Enquanto Chefe de Governo, cabe-me em primeiro lugar, congratular o Exmo. Vice
Primeiro-Ministro, Eng.º Mário Carrascalão, por esta sua iniciativa em promover a análise e
debate do trabalho realizado no âmbito das suas competências, durante os primeiros cinco
meses do seu mandato.


A nomeação do Eng.º Mário Carrascalão para assumir este cargo de grande responsabilidade
- Coordenar os Assuntos de Gestão de Administração do Estado – surgiu precisamente por
reconhecermos, tanto eu como os restantes membros do IV Governo Constitucional, que a
experiência, mérito, integridade e diligência do mesmo, viria a imprimir uma nova dinâmica a este Governo, sobretudo em áreas que são fundamentais reformar no País.

Como sabem, quando a 8 de Agosto de 2007 o IV Governo Constitucional tomou posse,
comprometeu-se a implementar reformas radicais de forma a mobilizar todos os timorenses
para o desígnio nacional de desenvolvimento, permitindo assim que o processo de tomada
de decisões não fosse apenas monopólio daqueles que estão no topo do poder.


Para tal, defendemos a aplicação de medidas políticas arrojadas, sugerindo que em primeiro
lugar, o próprio Estado sofresse uma transformação radical, denunciando o partidarismo
existente na Administração Pública, esta demasiado centralista, pesada e ineficiente.

Efectivamente compreendemos, assim que tomámos posse, que a recuperação da confiança
no futuro, a recuperação da confiança dos próprios timorenses, dependia do prestígio das
instituições democráticas e da sua credibilidade.

O nosso Programa do Governo, é bastante claro quando refere que o Governo:
«Assume uma nova atitude política: com verdade nas acções, convicção e coragem nas decisões; com lealdade, honestidade, solidariedade, firmeza e respeito mútuo nas posturas tomadas; com empenho para promover a auto-estima e unidade nacional e, finalmente, com capacidade para reunir sinergias, para reformar e inovar» e compromete-se a «efectuar uma profunda reforma da Gestão do Estado visando habilitá-lo a realizar, eficazmente, o bem comum».

No quadro da boa governação, decidimos reformar e modernizar a Administração Pública,
designadamente: colocando-a a tempo inteiro dentro dos parâmetros da legalidade e do
interesse comum; racionalizando a utilização de bens e recursos públicos; reabilitando a
imagem e o papel do serviço público, implementando mecanismos de rigor e controlo;
promovendo os critérios da imparcialidade e do mérito no desenvolvimento e estabilidade
profissionais dos funcionários públicos, combatendo também a corrupção, o conluio e o
nepotismo.


Senhoras e Senhores,

A tomada de posse do Vice Primeiro-Ministro dos Assuntos de Gestão da Administração do
Estado, a 5 de Março de 2009, veio sem a menor dúvida, reforçar este compromisso político
com o nosso Povo.

Não obstante as dificuldades que saberia que iria encontrar, o Eng.º Mário Carrascalão aceitou
este desafio com coragem e determinação.

Analisando brevemente os esforços desenvolvidos durante estes primeiros cinco meses,
podemos constatar que muito rapidamente o Vice Primeiro-Ministro, com a inteligência que o
caracteriza, compreendeu imediatamente que governar esta jovem Nação não é uma tarefa
fácil.

Senhoras e senhores,

Coube ao Dr. Mari Alkatiri e ao seu Governo, em Maio de 2002, a missão de construir a
partir do zero as bases de um sistema democrático, edificar as instituições do Estado e
desenvolver a Administração Pública.

Foi sem dúvida uma tarefa árdua para quem herda um País com uma situação económica
deficitária, com a maioria das infra-estruturas destruídas e uma Administração Pública
inexistente, para não falar de uma série de indicadores característicos de um país do pós-conflito.

Apesar dos esforços desenvolvidos, quando o Governo da AMP tomou posse, em Agosto
de 2007, herdou também a falta de confiança da população nas instituições democráticas,
que não viu as suas aspirações serem concretizadas, assim como todas as consequências da
crise de 2006.

Neste sentido, tem vindo a ser desempenhado um trabalho bastante árduo por parte de toda
a equipa do Governo, em responder em tão pouco tempo a tantas solicitações e prioridades
prometidas desde 2002.

Muitos dos membros do Governo, em 2007, tiveram que organizar as suas máquinas
ministeriais que receberam: sem memória institucional; sem um arquivo organizado; sem
equipamento e sem recursos financeiros; ao mesmo tempo que implementavam medidas e
programas inadiáveis, como o caso do problema dos deslocados internos, da segurança
interna e dos grupos vulneráveis que não podiam aguardar nem mais um dia para terem as
suas condições de vida melhoradas.

Houve ainda a necessidade de estruturação física, legislativa e organizacional do Governo,
fundamental para proceder às mudanças que nos propomos concretizar, continuando a
prestar os serviços básicos à população.

Senhoras e senhores,

É neste sentido que agradeço o empenho do Vice-Primeiro-Ministro em consolidar as
reformas que têm vindo a ser implementadas desde o primeiro dia em que tomámos posse e
em contribuir “sem papas na língua” (como diz o ditado português), com empenho e
obstinação neste processo de reforma.

O Eng.º Mário Carrascalão é um homem que não hesita em denunciar as fragilidades
encontradas e em contribuir para melhorar o desempenho deste Governo.

Este é o princípio fundamental que esteve na base da criação da aliança partidária que forma
este Governo. Um executivo que promove a diferença de opiniões, o exercício democrático,
a implementação de restruturações diárias para um melhor desempenho de todo o serviço
público, com o fim último de consolidação democrática, crescimento e desenvolvimento
nacional.

Para terminar, encorajo o Exmo. Vice Primeiro-Ministro a continuar a promover estas
discussões públicas e governar com transparência e diálogo, em coordenação com todos os
agentes transformadores da nossa sociedade.

Como tenho lembrado sempre aos Ministros e Secretários de Estado, é necessário ter
sempre uma visão do todo, para se poder perceber as partes, para não cairmos no que
um pensador disse:

«Um sapo dentro de um poço, pensa que o céu é do tamanho da boca do poço; só saltando
para fora do poço, pode aperceber-se da imensidão do horizonte».


Muito obrigado.
Kay Rala Xanana Gusmão
1 de Setembro de 2009



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ALOCUÇÃO DE
SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO
KAY RALA XANANA GUSMÃO

POR OCASIÃO DA ABERTURA OFICIAL DO SEMINÁRIO
INTERNACIONAL

PAZ E DESENVOLVIMENTO EM TIMOR-LESTE


Hotel Timor, Díli
1 de Setembro de 2009

Excelências
Ilustres Convidados
Senhoras e Senhores,

É com grande prazer que estou aqui hoje a fazer uns breves comentários na abertura deste seminário conduzido pelo meu amigo Professor Sukehiro Hasegawa, dedicado às realizações e desafios de Timor-Leste.


Gostaria de começar por dar as boas-vindas de volta ao nosso País ao Professor Sukehiro Hasegawa. O Professor Hasegawa é um bom amigo de Timor-Leste, que esteve connosco tanto
em alturas difíceis como agora que nos colocamos no caminho rumo ao desenvolvimento.

Tal como estais cientes, o Professor Hasegawa foi nomeado como Representante Especial do Secretário-Geral em Timor-Leste e como Chefe da Missão de Apoio das Nações Unidas em Timor-Leste em Maio de 2004, no seguimento do seu papel como Representante Especial Adjunto.

Antes de vir para Timor-Leste o Professor Hasegawa já tinha uma carreira notável nas Nações Unidas, trabalhando por todo o mundo mas com especial incidência na nossa região – a Ásia Pacífico.

É uma honra para nós termo-lo aqui connosco em Timor-Leste na celebração do 10.º aniversário da nossa Consulta Popular.


Senhoras e Senhores,


Passaram já dez anos desde que o Povo Timorense demonstrou uma enorme coragem em 1999,
votando de forma esmagadora a favor do direito à independência nacional aquando da Consulta Popular.

Ao celebrarmos durante o fim-de-semana, somos lembrados porém da grande responsabilidade
que temos no sentido de reconstruir o país e de assegurar paz e prosperidade duradouras.
Podemos orgulhar-nos dos nossos feitos até aqui. Estamos a honrar os sacrifícios daqueles que
lutaram e morreram para que o nosso povo pudesse ser livre.


Senhoras e Senhores,

Desde a Consulta Nacional a nossa história tem estado repleta de lutas e desafios, bem como de uma enorme esperança e de grandes realizações.

Encontramo-nos agora numa fase importante da história da nossa Nação – uma fase em que desfrutamos de paz, estabilidade e democracia, e em que começamos a trilhar o caminho rumo ao desenvolvimento nacional.

Deixámos para trás os conflitos do passado e temos agora um sentido renovado de esperança e
dignidade que pode ser visto e sentido por todo o País.

Senhoras e Senhores,

Os timorenses acolheram a democracia e a diversidade política.
Temos agora um ambiente político em que o nosso povo tem um sentimento de unidade e de propósito comum. E estamos a usufruir dos resultados.

De forma verdadeiramente extraordinária, os 150.000 deslocados internos regressaram aos seus lares e às suas comunidades em apenas dois anos.

Temos também um Governo empenhado em prol do desenvolvimento económico. Em 2008 Timor-Leste foi a segunda economia com crescimento mais rápido em todo o mundo, com uma taxa de crescimento superior a 12%.


Basta caminhar em redor deste hotel para ver níveis de actividade económica com os quais poucos teriam sequer sonhado há apenas dois anos.


Desde 2007 o Governo e o Parlamento Nacional têm-se comprometido com orçamentos que têm feito muito para melhorar os serviços prestados ao nosso povo. Isto incluiu o aumento para o dobro das despesas em áreas essenciais tais como a saúde, a educação e a agricultura.


Estamos a procurar a justiça social com vigor e compaixão, tendo visto os nossos veteranos, idosos e doentes receber com orgulho as suas primeiras pensões.


O Governo está também a fazer reformas importantes na administração pública. Estamos a estabelecer uma função pública imparcial e assente no mérito que funciona sob um quadro de boa governação.

Estas reformas incluem o estabelecimento de uma Comissão da Função Pública e a aprovação
pelo Parlamento Nacional de uma Lei para estabelecer uma Comissão Anti-Corrupção.

Demos também mostras, no nosso momento de crise após 11 de Fevereiro de 2008, que o nosso sector da segurança é capaz de ultrapassar as divisões do passado e cooperar com um novo nível de orgulho nacional e de profissionalismo.


Senhoras e Senhores,

Embora tenhamos percorrido um longo caminho num curto período de tempo, temos consciência que ainda temos muitos desafios difíceis pela frente.

Reconhecemos que enquanto o nosso Povo viver na pobreza não pode ser verdadeiramente livre.

Continuamos a ser, como é claro, um dos países mais pobres em todo o mundo.
Um estudo do Banco Mundial em 2008 confirmou que entre 2001 e 2007 a pobreza em Timor-Leste aumentou de forma significativa, com metade da população timorense a viver abaixo da linha da pobreza.

A cada dia o nosso Povo enfrenta problemas de falta de segurança alimentar, subnutrição, saneamento inadequado, desemprego elevado e pobreza extrema.

Enfrentamos também grandes desafios no que diz respeito à melhoria da saúde e da educação
para o nosso povo.

O nosso País precisa igualmente de construir as suas infra-estruturas, de modo a poder colocar-se no caminho rumo ao desenvolvimento. Isto inclui a melhoria da água e saneamento, da electricidade, das comunicações, dos portos, da habitação e das estradas.


Senhoras e Senhores,


Os desafios que o nosso povo enfrenta são difíceis.

Porém os timorenses enfrentaram desafios ainda maiores no passado. E nós somos determinados, somos expeditos e não fugimos de uma luta.

Assim como a nossa luta para conseguir a independência foi difícil, também a nossa luta para conseguir a verdadeira liberdade através da paz e da prosperidade não será fácil, e por certo não será vencida de um dia para o outro.

Mas com esperança e com coragem iremos por certo realizar os nossos sonhos e celebrar um futuro melhor para o nosso povo.

Muito obrigado.

Kay Rala Xanana Gusmão
1 de Setembro de 2009

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Parabéns! | Primeiros alunos de medicina formados em Cuba já estão em Timor

>> 20090901

"HAVANA, Cuba, 01 set (ACN) 18 estudantes de medicina timorenses formados em Cuba, foram oficialmente recebidos por autoridades governamentais desse país em Dili, capital desse estado do sudeste asiático.

O chanceler Zacarías Albano da Costa ressaltou no ato de recebimento a transcendência histórica que representa o regresso, depois de seis anos de estudo, desses primeiros internos que continuarão, em companhia de professores cubanos, seu último ano de aprendizado em diferentes centros docentes de Timor-Leste.

Albano da Costa transmitiu ao governo e povo cubanos e em particular ao impulsor deste solidário gesto – o líder da Revolução Fidel Castro –, o profundo e infinito agradecimento das famílias, o povo e o governo timorenses, por sua importante contribuição.

Ainda elogiou o trabalho sistemático que realizam no país asiático os colaboradores da Brigada Médica Cubana, como indica o site da Chancelaria cubana." (Cuban News Agency)

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