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Referendo 10 anos | Síntese noticiosa | RTP

>> 20090829


Díli, 29 Ago (Lusa) -- O chefe da missão da ONU que supervisionou a consulta popular de 30 de Agosto de 1999 chegou hoje a Díli para assistir às ...   2009-08-29 16:34:51
Díli, 29 Ago (Lusa) - O presidente do parlamento português, Jaime Gama, escusou-se hoje à chegada a Díli a comentar a negociação, alegada pelo líder ...   2009-08-29 12:54:36
Leiria, 29 Ago (Lusa) - O bispo emérito de Díli, Timor-Leste, considerou hoje que Pedro Unamet Rodrigues, nascido no recinto das Nações Unidas para ...   2009-08-29 12:54:51
Díli, 29 Ago(Lusa) - A eurodeputada socialista Ana Gomes disse hoje estar convicta de que as declarações de Mari Alkatiri sobre ...   2009-08-29 11:44:30
Díli, 28 Ago (Lusa) - Pedro Unamet Rodrigues foi notícia logo à nascença, dele e do país, um passado invulgar que ...   2009-08-29 07:45:09
Lisboa, 28 Ago (Lusa) - Domingo completam-se 10 anos sobre a data do referendo em que Timor-Leste escolheu a independência, na única ocasião ...   2009-08-28 15:17:22
Díli, 28 Ago (Lusa) - A alegada negociação sobre os resultados da consulta popular há dez anos, hoje revelada pelo líder da oposição timorense, ...   2009-08-28 14:35:32
Díli, 28 Ago (Lusa) - O líder da Fretilin e ex-primeiro-ministro de Timor-Leste, Mari Alkatiri, disse hoje em Díli à ...   2009-08-28 10:22:04
Díli, 28 Ago (Lusa) - O primeiro-ministro de Timor-Leste, defende o perdão aos autores dos crimes cometidos até 1999, em nome ...   2009-08-28 09:38:52
2009-08-27 14:39:14
Díli, 27 Ago (Lusa) - O secretário-geral das Nações Unidas felicitou o povo de Timor-Leste na ocasião dos dez anos ...   2009-08-27 11:13:36
Díli, 27 Ago (Lusa) - O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, classificou hoje a consulta popular realizada há ...   2009-08-27 11:13:32
Lisboa, 27 Ago (Lusa) - Falta justiça e sobra "impunidade" em Timor-Leste, denunciou hoje a Amnistia Internacional que defende a ...   2009-08-27 07:32:36
Díli, 25 Ago (Lusa) - O Presidente da República de Timor-Leste, Ramos-Horta, defende uma lei de amnistia geral para encerrar o processo de violência ...   2009-08-25 14:17:05

Fonte: RTP

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'A look back to East Timor's independence referendum' | Radio Australia

>> 20090828

"Radio Australia has compiled a sampler of it's coverage of the East Timor Election 10 years ago, when many died, and thousands were forced to flee their homes. But the security situation really started to deteriorate after the ballot took place, with pro-Jakarta groups ramping-up attacks against their opponents, but also the UN, the Red Cross, diplomats and journalists.

Speakers: Xanana Gusmao, East Timor's independence leader and first president; Jose Ramos Horta, East Timor's current president; Di Martin, ABC reporter" (ABC | Radio Australia)

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"Indonesia to send senior official to attend Timor Leste's referendum commemoration "

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A palavra a Xanana Gusmão, hoje e sempre!


por Henrique Botequilha e Miguel Souto, da Agência Lusa (DN Globo | Hoje)

"Os sacrifícios de 24 anos de luta dos timorenses foram em vão se continuarem os ciclos de violência no país, avisou, em entrevista à Agência Lusa, em Díli, o primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão.
A poucos dias da celebração dos dez anos da consulta popular de 30 de Agosto de 1999, que conduziu Timor-Leste à independência, o chefe de Governo e ex-líder histórico da resistência, lembrou que, desde então, o país tem sofrido "ciclos viciosos de violência", que, "por destino ou coincidência", aconteceram de dois em dois anos.
O lado mais positivo dos últimos dez anos, segundo Xanana Gusmão, foi "a construção do próprio Estado", depois da violência de 1999, quando, em resultado da escolha da população pela independência, milícias integracionistas, enquadradas pelo exército indonésio, destruíram o país e deportaram 250 mil pessoas, deixando mais de 1200 mortos.
Xanana Gusmão afirma que, quando regressou a Díli, após sete anos na cadeia, "estava tudo parado, não havia nada a funcionar".
Depois desse "parto difícil", as instituições do Estado começaram a ter lugar jurídico para se desenvolver", recordou Xanana Gusmão,
Por outro lado, a parte negativa da evolução do país "foram os ciclos de violência que deixaram o povo a sofrer mais".
A população, assinalou o primeiro-ministro, estava feliz por ter terminado a guerra e ganho a independência, "mas não tinha o mínimo de sossego por falta de harmonia e de tolerância política", num clima que "que não podia trazer outra coisa que não fosse a frustração".
O último desses ciclos teve o seu auge no dia 11 de Fevereiro de 2008, quando o Presidente da República, Ramos-Horta, foi gravemente ferido na sua residência em Díli, num ataque atribuído ao major rebelde Alfredo Reinado, que morreu no local.
O carro do primeiro-ministro foi atacado na mesma manhã e, um ano e meio depois, Xanana Gusmão, prefere não dizer quem pensa que atentou contra ele.
"Não sou juiz de ninguém, nem pretendo, cabe ao tribunal indicar as provas e os dados que têm", respondeu,
O chefe de Governo, tal como Ramos-Horta, situa os ataques de 11 de Fevereiro como o início de uma reflexão global para acabar de uma vez por todas com os conflitos em Timor-Leste.
"Nós timorenses (ou os que pensam como eu), temos de reconhecer que somos ainda uma sociedade que necessita de mais maturidade política", sustentou.
"Como vimos de um conflito muito prolongado", prosseguiu, "precisamos de mais tempo do que os outros povos".
Por isso, desde o dia 11 de Fevereiro, a liderança timorense "tem vindo a imprimir uma política de forma a que todas as pessoas compreendam que os sacrifícios de 24 anos foram em vão se continuarmos este ciclo de violência, de desarmonia, de desunião, de desentendimento"." (Lusa | DN Globo)

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If we can forgive, we liberate ourselves | Xanana Gusmão

"Somos santos e pecadores", diz Xanana Gusmão
"Díli, 28 Ago (Lusa) - O primeiro-ministro de Timor-Leste, defende o perdão aos autores dos crimes cometidos até 1999, em nome das boas relações com Jacarta, considerando que a liderança também teve responsabilidade nos acontecimentos que levaram à ocupação indonésia.
Em entrevista à agência Lusa em Díli, Xanana Gusmão explicou que a população será "mais forte" se "perdoar, chamar para o seu lado, em vez de punir" os crimes cometidos durante a presença indonésia em Timor-Leste, entre 1975 e 1999.
"Ficamos admirados, com pena, com o grau de ódio que divide comunidades, seitas, tribos em vários países do mundo, que não se perdoam, usam as armas e a violência na sua mais alta expressão, a guerra, para se destruírem", disse Xanana Gusmão." (Referendo | 10 anos | Lusa/RTP)
 A mesma notícia no Destak.pt
Xanana Gusmão defende perdão: "Somos santos e pecadores"
"O primeiro-ministro de Timor-Leste, defende o perdão aos autores dos crimes cometidos até 1999, em nome das boas relações com Jacarta, considerando que a liderança também teve responsabilidade nos acontecimentos que levaram à ocupação indonésia.
Em entrevista à agência Lusa em Díli, Xanana Gusmão explicou que a população será “mais forte” se “perdoar, chamar para o seu lado, em vez de punir” os crimes cometidos durante a presença indonésia em Timor-Leste, entre 1975 e 1999.

“Ficamos admirados, com pena, com o grau de ódio que divide comunidades, seitas, tribos em vários países do mundo, que não se perdoam, usam as armas e a violência na sua mais alta expressão, a guerra, para se destruírem”, disse Xanana Gusmão.

Timor-Leste celebra no domingo os dez anos da consulta popular de 30 de Agosto de 1999, que conduziu o país à independência, último acto de uma resistência protagonizado pelo actual chefe de Governo na maior parte dos 24 anos de ocupação e que terminaram com um saldo de 183 mil mortos.

Até hoje nenhuma alta patente indonésia foi acusada pelos crimes em Timor-Leste e a comissão formada pelos dois países para analisar os abusos cometidos durante a consulta popular terminou os trabalhos sem recomendar acusações nem indemnizações individuais.
Na quarta-feira, a Amnistia Internacional classificou de “impunidade” o tratamento dado pela justiça dos dois países aos crimes de 1999.

“Abraçamos os valores universais da Justiça mas há uma certa dificuldade de se perceber que cada terra, cada povo, tem as suas próprias formas ou modelos de resolver os seus problemas e conflitos”, disse o primeiro-ministro.

Por outro lado, assinalou Xanana Gusmão, já há resultados na política do perdão.
“Temos milhares de estudantes na Indonésia, as melhores relações com a Indonésia, melhores talvez do que com vários países do mundo”, declarou.

Há ainda o comércio, que “pende mais para a Indonésia do que para qualquer lado do mundo”.

“Nós, que somos um país essencialmente importador, vemos os benefícios disto: da política de perdoar, deixar para o passado o que foi do passado e construirmos todos, de uma maneira ou outra - ou eles numa forma, nós noutra - um futuro muito mais harmonioso entre os dois povos e entre os filhos desta terra”, defendeu o primeiro-ministro.

“Continuo convicto de que é a melhor solução para muitos países, como o nosso”, sublinhou o líder histórico da resistência timorense, capturado em 1992 e que esteve preso até 1999 na Indonésia.

Xanana Gusmão disse à Lusa simpatizar com a sugestão de uma amnistia geral, proposta pelo Presidente da República, Ramos-Horta, para os crimes cometidos antes de 1999, lembrando a responsabilidade dos timorenses nos acontecimentos que conduziram à invasão da Indonésia em 1975.

Os partidos timorenses, nascidos após a revolução portuguesa um ano antes, “em vez de aparecerem para sonhar pela liberdade, apareceram para infringir dores uns aos outros”, recordou.

“Pessoalmente, não posso negar que fui membro do comité central da Fretilin e tivemos a nossa quota-parte nesse processo todo de 24 anos”, reconheceu. “Somos santos e somos pecadores.”" (Destak/Lusa | destak@destak.pt)

Um dia, um comentador neste blogue, deixou-nos o seguinte texto:
"Nao sei se a margarida ja viu o filme sobre Xanana Gusmao intitulado "A Hero's Journey".

Nesse filme (em Ingles) podemos perceber quem Xanana Gusmao realmente e'.

E' um filme incrivel e inspirador sobre o perdao e a reconciliacao com narracao do proprio Xanana.

Atraves deste filme podemos comecar a perceber muitas das atitudes de Xanana relativamente a reconciliacao se antes nao o percebiamos.
Alen disso e' um filme que revela tambem a beleza das paisagens de Timor.

Ja para o fim da fita Xanana vai a Lospalos visitar um velho amigo dos tempos da resistencia que tinha ficado com ambas as maos completamente destrocadas por um milicia da vila vizinha em 1999. O velhote da-nos todos uma licao de humildade e perdao dizendo que so se vingaria se ao faze-lo pudesse recuperar as suas mao e ressuscitassem os martires da resistencia. Nao sendo isso possivel ele perdoava o culpado e aceitaria reconciliar-se com ele pois nao se ganha nada com a vinganca.

Xanana diz que este velhote e' uma grande fonte de inspiracao para ele."
Sublinhando esta ideia, citando o próprio Xanana:
"Forgiveness, to me, means peace of mind. If we can forgive, we liberate ourselves from all bad sentiments… of revenge… of self-flagellation." (A Hero's Journey)
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"Timor mostrou poder de métodos pacíficos na mudança da História" | Ban Ki-moon

>> 20090827

Imagem : EPA
Díli, 27 Ago (Lusa) - O secretário-geral das Nações Unidas felicitou o povo de Timor-Leste na ocasião dos dez anos da consulta popular que conduziu o território à independência, sustentando que a evolução do país "demonstra o poder dos métodos pacíficos na mudança do curso da História".
Numa mensagem gravada em inglês e tétum, Ban Ki-moon começou por felicitar todos os timorenses, recordando que há dez anos "o mundo assistiu com admiração a forma comos o povo timorense exerceu o seu direito à auto-determinação, mostrou o seu compromisso com a democracia e corajosamente escolheu o seu futuro através da votação".
Em 30 de Agosto de 1999, os timorenses foram chamados às urnas para escolher o seu futuro e 78,5 por cento optaram pela separação da Indonésia, abrindo caminho para a independência. "Após décadas de violência e desespero, este passo pacífico foi um acontecimento profundamente comovente", disse Ban Ki-moon." (Lusa)

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