Um novo Timor-Leste emerge após três anos de liderança proficiente

>> 20101115

Quando o novo Governo chefiado por S. Exa. o Primeiro-Ministro Kay Rala Xanana Gusmão tomou posse em Agosto de 2007, Timor-Leste era visto pela maioria das pessoas como estando a um passo de se tornar um Estado falhado. Em apenas três anos, a agenda reformista agressiva do Governo Gusmão transformou esta pequena Nação que ocupa meia ilha. Os indicadores económicos e sociais de 2010 reflectem uma Nação cada vez mais estável e com progressos alcançados, que emerge da pobreza através de políticas e reformas progressistas.

Os 1,6 mil milhões de dólaresi de despesa pública incisiva possibilitaram um decréscimo de 9%ii na pobreza, o equivalente a retirar cerca de 96.000 pessoas de uma situação de pobreza extrema. Isto apenas foi conseguido após terem sido já gastos oito mil milhões de dólares em de uma década, e antes do mandato deste Governo, sendo que durante este período a pobreza aumentou para o dobro em algumas zonas do País.

O crescimento económico de Timor-Leste em 2009 foi 13%iii, a taxa de crescimento mais elevada da região. Se compararmos esta taxa com as taxas de crescimento global em 2009 de países e regiões tais como a América Latina (-1,7%), a Zona Euro (-4,1%) e os Estados Unidos (-2.6%)iv, vemos como o crescimento de Timor-Leste é impressionante, razão pela qual o País foi considerado uma das dez economias com crescimento mais rápido em todo o mundo durante os anos de 2008 e 2009.v

A boa gestão económica tem sido apanágio deste Governo, com o Relatório Doing Business do Banco Mundial a reconhecer as reformas ao sistema de tributação através da subida da posição de Timor-Leste na classificação global de 75.º para 19.º. Também no Relatório Doing Business de 2010 a classificação de Timor-Leste subiu 7 posições. Sob o novo cenário de tributação, as receitas provenientes de impostos domésticos aumentaram 41% desde 2006vi; este aumento demonstra que as instituições estão cada vez mais fortes ao nível da cobrança e que se está a criar um ambiente regulador mais acessível. O número de empresas registadas aumentou de 1.695 em 2007 para 2.118 em 2008 e 3.781 em 2009. O número de microempresas registadas aumentou de 505 em 2007 para 849 em 2008 e 1.262 em 2009vii. O Produto Nacional Bruto (PNB) per capita de Timor-Leste aumentou 228% entre 2005 e 2010viii, e se considerarmos que em 2006 a taxa de crescimento foi negativa (-5,9%)ix podemos constatar como o sucesso se atribui às iniciativas do Governo Gusmão.

O País tem também feito progressos assinaláveis no que se refere aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. A taxa de mortalidade infantil decaiu de 92 por cada 1.000 nados vivos em 2007 para 64 por cada 1.000 nados vivos em 2009; a taxa de incidência da malária baixou de 203 por cada 1.000 em 2007 para 113 por cada 1.000 em 2009; e a taxa de incidência da tuberculose decresceu de 250 por cada 100.000 em 2007 para 145 por cada 100.000 em 2009. A taxa líquida de matrícula de crianças no ensino primário aumentou dos 65,6% em 2007 para os 82,7% em 2009.x Em termos simples, o uso de instrumentos de medição de qualidade têm vindo a demonstrar que actualmente mais crianças vivem para além do seu quinto aniversário de vida, muito menos pessoas são afectadas por doenças e mais crianças participam no sistema de educação do que acontecia quando este Governo iniciou o seu mandato.

Este ano Timor-Leste atingiu o estatuto de conformidade total com a Iniciativa de Transparência nas Indústrias Extractivas, tendo sido o terceiro país em todo o mundo a consegui-lo. O Instituto Revenue Watch e a Transparência Internacional, no primeiro Índice Revenue Watch deste ano, classificaram Timor-Leste como estando no grupo dos melhores países em termos de “transparência abrangente” relativamente aos recursos naturais.xi

O Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas de 2010, que acabou de ser lançado, regista que Timor-Leste subiu 14 posições na classificação, enquanto o Índice de Percepções de Corrupção de 2010, da Transparência Internacional, revela uma subida de 19 posições. O relatório de Direitos Humanos das Nações Unidas, lançado o mês passado, refere “progressos importantes ao nível dos direitos humanos” no período de Julho de 2009 a Junho de 2010, indicando que Timor-Leste tem actualmente potencial para ser um líder regional e global na área dos direitos humanos.xii

Timor-Leste tornou-se ainda um caso de estudo global de nações frágeis e em situação de pósconflito.

Enquanto em 81 países, com estas características, a taxa média de crescimento conseguida em cinco anos após os conflitos foi de 5%xiii, em Timor-Leste registou-se uma taxa de crescimento de aproximadamente 15% num espaço de tempo relativamente mais curto, contado desde 2006.

Timor-Leste é actualmente reconhecido como um líder global emergente de uma situação de fragilidade e pós-conflito, por via de inovação interna. Em Abril de 2010, Timor-Leste foi nomeado para liderar o g7+, um grupo de dezassete Estados e territórios frágeis e em situação de pós-conflito espalhados pelo mundo, unidos pela primeira vez na história para partilharem as suas experiências comuns e influenciarem a política mundial.

O Secretário de Estado do Conselho de Ministros, Ágio Pereira, referiu que “O progresso a que temos assistido no País desde Agosto de 2007 é resultado da determinação nacional e da união do nosso Povo. As melhorias resultam de uma liderança astuta e de boa governação, assim como da assistência dos parceiros internacionais, tendo apenas estas melhorias sido possíveis como resultado de reformas políticas, legislação, planeamento, implementação efectiva e melhores relações globais.’

‘Agora que avançamos para as próximas etapas cruciais do nosso crescimento nacional, devemos reflectir sobre de onde viemos num espaço de tempo tão curto. Devemos considerar os factos, analisar as melhorias registadas na nossa Nação e ter bem presente que a liderança do nosso Primeiro-Ministro, Sua Excelência Xanana Gusmão, apoiada por uma equipa dedicada, resgatou Timor-Leste da beira do precipício e colocou-o neste momento auspicioso da sua história. O Primeiro-Ministro e a equipa continuarão a trabalhar com a mesma capacidade e a mesma coragem para que Timor-Leste possa seguir no caminho rumo à paz e ao desenvolvimento, caminho este que podemos hoje trilhar juntos com um elevado sentido de esperança e de realismo.”
FIM

Ágio Pereira +670 723 0011
Correio electrónico:
agio.pereira@cdm.gov.tl
ou
govtlmedia@gmail.com
Portal electrónico:
http://www.timor-leste.gov.tl/

i Ministério das Finanças, Direcção Macroeconómica, soma da “Execução Concreta” dos orçamentos de 2008 e 2009 mais o orçamento de 2010 até Novembro.
ii Banco Mundial, Actualização da Incidência da Pobreza em Timor-Leste no ano de 2009 usando o Método de
Imputação Estudo a Estudo, http://siteresources.worldbank.org/INTTIMORLESTE/Resources/tlpovertynote.pdf
iii Ministério das Finanças, Direcção Macroeconómica, Novembro de 2010
iv Fundo Monetário Internacional, Panorama Económico Mundial 2010, página 182
v Livro de Factos Mundiais da CIA
vi Ministério das Finanças, Ano Fiscal de 2005/2006 comparado com o Ano Civil de 2009
vii MTCI, Março de 2010
viii PNUD, Relatório de Desenvolvimento Humano de 2010: Países asiáticos lideram o progresso de desenvolvimento ao longo de 40 anos http://www.tl.undp.org/undp
ix Fundo Monetário Internacional, Panorama Económico Mundial 2010, página 182
x Fontes: UNFPA, MS, ENVTLS 2007, SIGE do ME e Relatório Preliminar do ESD 2009-2010
xi Índice Revenue Watch de 2010 – Transparência, Governos e Indústrias do Petróleo, do Gás e da Extracção Mineira
xii Cento Noticioso da ONU, 5 de Outubro de 2010
xiii Victor A. B. Davies, As Macroeconomias da Recuperação Económica Pós-Conflito, PNUD, 2008, página 5
 

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Boa tarde, Timor Internacional!

>> 20101114

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Por todas as crianças

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Entrevista a José Ramos-Horta na Antena 1

>> 20101112

Para ouvir a entrevista, carregue na imagem / Antena 1


"O presidente de Timor-Leste, Ramos-Horta, recorda que estava em Portugal há precisamente 19 anos, na altura em que recebeu um telefonema a contar-lhe que estava a haver um massacre no seu país. 12 de Novembro de 1991 ficou para sempre marcado na História como o dia do massacre de Santa Cruz.

Nesta entrevista conduzida pelo jornalista Ricardo Alexandre, Ramos-Horta lembra as condições em que Timor-Leste se tornou independente e as dificuldades económico-financeiras que o país tinha na altura, fazendo uma comparação com a situação actual. O laureado com o Prémio Nobel da Paz admite que houve recuos e falhas na História recente de Timor-Leste, tal como em todos os processos desta natureza.

Ramos-Horta faz ainda um diagnóstico geral do estado do país, reconhecendo que há falta de quadros técnicos para resolução de problemas concretos. O presidente timorense aponta ainda críticas aos países doadores e à ONU pela falta de cumprimento dos compromissos que tinham assumido."

2010-11-12

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19 anos depois relembrar o 12 Novembro 1991

Casimiro, Levi e Joaquim / Coimbra / foto DR



Clique na imagem para ver o video daqui

Abraço forte!

"O princípio do fim da ocupação indonésia de Timor-Leste começou há 19 anos, no cemitério de Santa Cruz, em Dili.

Uma manifestação pacífica com centenas de apoiantes da autodeterminação do povo maubere foi violentamente reprimida pelos soldados de Jacarta.



Mais de 270 pessoas - o número exacto não é conhecido - foram mortas pelas balas indonésias no cemitério de Santa Cruz. Muitas mais tinham perdido a vida em ataques idênticos no passado, mas desta vez as imagens captadas por jornalistas estrangeiros, como o britânico Max Stahl, levaram o drama do povo timorense ao resto do mundo.




Em declarações à Renascença, o então chefe da Frente Clandestina da resistência e actual embaixador de Timor-Leste em Washington, Constâncio Pinto, recorda os acontecimentos de 12 de Novembro de 1991 e reconhece que foram um ponto de viragem.



Imagem, daqui


"Foi um massacre que alertou o mundo na altura, porque a sensibilidade internacional era muito pouca em relação a Timor. Infelizmente, foi preciso um massacre para acordar a comunidade internacional e o massacre de Santa Cruz não foi o único, houve muitos massacres antes de Santa Cruz e que ninguém viu, ninguém filmou. Santa Cruz foi apenas um massacre que foi gravado e enviado para o exterior”, sublinha Constâncio Pinto.



Editado por Ricardo Vieira"
Fonte: Rádio Renascença

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Classificação de Timor-Leste no Índice de Percepções de Corrupção da Transparência Internacional sobe 19 posições, após utilização de dados mais recen

>> 20101105

Secretário de Estado do Conselho de Ministros e
Porta-voz Oficial do Governo de Timor-Leste
Ágio Pereira
5 de Novembro de 2010
Díli, Timor-Leste


Classificação de Timor-Leste no Índice de Percepções de Corrupção da Transparência Internacional sobe 19 posições, após utilização de dados mais recentes.



O Índice de Percepções de Corrupção (IPC) recentemente emitido pela Transparência Internacional mostra que Timor-Leste subiu 19 posições na classificação, passando de 146.º no IPC de 2009 para 127.º no IPC de 2010. O IPC de 2010 é o primeiro a capturar o impacto da agenda reformista do Governo de Xanana Gusmão.



O IPC de 2009 havia sido compilado a partir de fontes que incluíam o Banco Asiático de Desenvolvimento (2008), a Global Risk Services, o Banco Mundial (2008) e o Fórum Económico Mundial (2008/2009); avaliando dados anteriores não indicativos das reformas do Governo de Xanana Gusmão.



É esperado que os IPCs futuros continuem a mostrar uma tendência positiva, reflectindo as melhorias conseguidas pelas políticas e pela agenda nacional do Governo Gusmão, as quais visam implementar reformas importantes para fortalecer as instituições do Estado, profissionalizar a função pública, aumentar a transparência na Gestão das Finanças Públicas e garantir boa governação.



A Comissão da Função Pública, um órgão independente estabelecido em 2009, tem um papel essencial como garante da integridade da Função Pública e exerce a sua responsabilidade para assegurar um Sector Público apartidário, imparcial e baseado no mérito, com um código de conduta claro e provisões para recursos disciplinares.



O Governo Gusmão tem estado empenhado no estabelecimento de uma autoridade abrangente para combater a corrupção. A Comissão Anti-Corrupção foi entretanto estabelecida, possuindo autoridade ampla para investigar casos de corrupção e levá-los a tribunal, conforme estabelecido no código criminal, bem como para conduzir programas de educação e de sensibilização ao público.



Colocando a nação na vanguarda da melhor prática no sector petrolífero, o Governo de Xanana Gusmão anunciou em Julho que Timor-Leste era apenas o terceiro país em todo o mundo a receber o estatuto de conformidade total da Iniciativa de Transparência das Indústrias Extractivas (ITIE), o mecanismo internacional de fiscalização que visa garantir transparência e responsabilização em nações ricas em recursos.



As reformas à Gestão das Finanças Públicas, em colaboração com o Banco Mundial, vieram implementar o primeiro sistema que cumpre legalmente o número 1 do Artigo 39.º da Regulação de Orçamento e Gestão Financeira. Existe agora um sistema de equilíbrio de poderes que assegura que todas as despesas orçamentais do Estado são qualificadas de forma independente, com os respectivos relatórios de auditores a serem submetidos ao Parlamento Nacional.



É essencial que haja um sistema de justiça mais forte para desencorajar a corrupção. No seu recente Relatório sobre Direitos Humanos em Timor-Leste, intitulado “Enfrentando o Futuro”, as Nações Unidas identificaram várias melhorias significativas feitas para fortalecer o sector da justiça. O relatório referiu avanços, incluindo o estabelecimento de novos programas de formação, um aumento no pessoal dentro do sector, melhorias em instalações rurais e a aprovação de legislação sobre violência doméstica. O orçamento para 2010 possibilitou a duplicação do número de agentes judiciais (juízes, procuradores e defensores públicos) e foi igualmente aprovado o quadro legal que define as condições para os agentes judiciais. Após a emissão do Quarto Relatório sobre Direitos Humanos em Timor-Leste, as Nações Unidas indicaram que Timor-Leste possui actualmente potencial para se tornar um líder regional e global ao nível dos direitos humanos.



O Secretário de Estado Ágio Pereira afirmou “Acolhemos com agrado a notícia da subida de Timor-Leste na classificação do Índice de Percepções de Corrupção e consideramos que este relatório de 2010 é o primeiro que começa a reflectir as reformas anti-corrupção do Governo Gusmão. Todavia o principal para nós é a identificação e a prossecução de práticas concretas de corrupção por parte das nossas autoridades fortes e independentes, assim como a consolidação das estruturas e processos que limitam as possibilidades de corrupção e encorajam um nível elevado de conduta profissional. O Governo agiu com determinação nestas matérias.”FIM



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Timor-Leste tem reguladores activos no sector petrolífero

>> 20101103

Secretário de Estado do Conselho de Ministros e
Porta-voz Oficial do Governo de Timor-Leste
Ágio Pereira
2 de Novembro de 2010
Díli, Timor-Leste

Timor-Leste tem reguladores activos no sector petrolífero

Estão em curso os processos reguladores adequados, havendo duas companhias a procurar iniciar campanhas de perfuração exploratória de petróleo e gás na Área Exclusiva de Timor- Leste (AETL). A Eni S.p.A. submeteu documentos, incluindo uma Avaliação de Impacto Ambiental e um Plano de Gestão Ambiental para a “Cova 1”, um poço no bloco C (S06-03), e tem planos para outras perfurações de teste nessa área. A Reliance Exploration and Production DMCC está a requerer autorização para perfurar no bloco K (S06-06). As companhias só podem avançar após terem a aprovação da Autoridade Nacional do Petróleo (ANP) e da Direcção Nacional do Meio Ambiente (DNMA), com a DNMA a avaliar as credenciais dos Documentos Ambientais e com a ANP a assegurar todos os outros requisitos de modo a garantir a exploração e extracção seguras dos recursos soberanos de Timor-Leste.

Os dois derrames petrolíferos que ocorreram recentemente, o primeiro dos quais em Macondo, no Golfo do México, que foi o maior de sempre, e o segundo em Montara, próximo de Timor-Leste, deixaram bem patente o perigo de os reguladores assumirem um papel inactivo. Os Contratos de Partilha de Produção emitidos ao nível da ACDP e da AETL são sustentados pelo envolvimento de um regulador activo na forma da ANP. É precisamente este papel de regulador activo que atrasou o acordo com a Woodside relativamente ao campo do Greater Sunrise. A Woodside e os parceiros da empresa comum indicaram entretanto os seus planos de apresentar à ANP os três conceitos de desenvolvimento distintos exigidos pelos termos dos contratos de partilha de produção. Embora a Woodside tenha levado algum tempo a cumprir com esta provisão, a ANP permaneceu firme no que diz respeito a exigir aos operadores que cumpram com todos os mecanismos estabelecidos com vista à melhor prática de gestão do sector petrolífero de Timor-Leste.

A perfuração em mar alto, utilizada ao longo dos últimos vinte anos e actualmente em centenas de projectos em todo o mundo, é uma técnica necessária para a recuperação dos activos petrolíferos de Timor-Leste e de benefícios económicos consideráveis, contribuindo para o desenvolvimento da nação e para o investimento na geração actual e nas gerações futuras. A ANP está ciente dos riscos associados com a perfuração em mar alto, e como tal está empenhada em garantir que as companhias aderem aos padrões de segurança mais elevados. É esta determinação em minimizar os riscos que levou a ANP e o Governo de Timor-Leste a expressarem preocupações a respeito do plano de desenvolvimento de uma plataforma flutuante de GNL no Greater Sunrise, conforme proposto pela Woodside. Embora já se perfure em mar alto há décadas, com riscos associados que podem ser previstos e mitigados, a tecnologia de plataformas flutuantes de GNL é recente e ainda não foi testada.

O Governo assinala a declaração recente da Goldman Sachs and Partners Australia no sentido de que “Quando Don Voelte sair, a Woodside precisará escolher um Director-Geral diplomata”. A diplomacia é algo que tem faltado nas interacções referentes ao Greater Sunrise, com a documentação já desde a Comissão Permanente Conjunta para os Tratados (Relatório 49 artigo 4.º número 21, 2002) a referir que a Woodside havia tomado decisões unilaterais relativas à exploração dos recursos do Greater Sunrise, incluindo uma preferência de desenvolvimento de uma plataforma flutuante de GNL, sem pensar que oito anos mais tarde Timor-Leste estaria bem representado por um regulador petrolífero activo no sector, a trabalhar em prol do povo de Timor-Leste.

O Secretário de Estado Agio Pereira referiu que “Há sinais promissores de que a Woodside e os parceiros da empresa comum estão a trabalhar no sentido de melhorarem o cumprimento das condições estabelecidas nos seus contratos. Ao mesmo tempo, estamos entusiasmados em assistir aos inícios do que esperamos virem a ser projectos importantes na nossa zona exclusiva, a AETL. A ANP continuará a regular activamente o sector na AETL, na ACDP e no projecto Greater Sunrise para garantir a boa gestão da exploração e extracção de recursos, em prol do povo da nação.”FIM

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