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Expo Xangai 2010 | Recursos naturais exibidos por Timor-Leste chamam atenção

>> 20100622

Xangai, China - Os recursos naturais, o mar e o café são aquilo que mais desperta a atenção dos chineses que visitam o pavilhão de Timor-Leste na Expo 2010, em Xangai, a primeira exposição mundial em que o país asiático participa como nação independente.

Liquidoe, 13 de Maio de 2010 | Planta do café (sempre em andamento) *
"É a segunda nação mais recente presente na Expo 2010, depois de Montenegro", destacou Glória de Castro, a directora do pavilhão, em que três filmes projectam imagens sobre o país, do nascer ao pôr do sol.

Com o lema "Esteja connosco, esteja com a natureza", Timor-Leste participa pela primeira vez como nação independente numa exposição universal, depois de ter participado na Expo 98, em Lisboa, como região autónoma.
Areia Branca, Junho de 2010 | Mar e recursos : ) *
"Apesar das dificuldades que temos tido desde a independência, Timor-Leste tem tido um desenvolvimento acelerado, daí ser muito importante estar num certame como este", realçou, em declarações à agência Lusa.

"Os chineses que falam connosco mostram que aquilo que os alerta mais é o mar, o café e outros recursos naturais que mostramos nos filmes", destacou Glória de Castro.

"Dizem que o trabalho a desenvolver na ilha é muito importante nos próximos 10 a 15 anos e que pode haver muitas oportunidades se estiverem interessados", acrescentou.

A captação de investimentos é um tópico que vai estar na agenda da comitiva oficial liderada por José Ramos Horta, presidente de Timor-Leste, que vai participar no dia do país no recinto da Expo 2010, a 13 de Julho.

"Estão a ser preparadas reuniões com possíveis investidores por forma a dar a conhecer as potencialidades de Timor-Leste", realçou Glória de Castro.

Para o mesmo dia está agendada a actuação de grupos de canto e dança timorenses na Expo 2010.

 Laga, 26 de Abril de 2010 | Mulheres timorenses, música e cor *
Timor-Leste é um dos sete países de língua portuguesa que participam na Expo 2010.

Portugal, Brasil e Angola têm pavilhões próprios nas áreas dos respectivos continentes; Cabo Verde, Moçambique e Guiné-Bissau têm stands dentro do pavilhão africano, que reúne diversas nações do continente. Timor-Leste apresenta-se com um pavilhão na zona da Ásia.

A Expo 2010 decorre de 01 de Maio a 31 de Outubro numa área de 528 hectares (dez vezes a Expo 98, em Lisboa).

É a maior exposição universal de sempre, com a participação de cerca de 240 países e organizações internacionais.(Angola Press | 22-06-2010 15:47)

* Fotografias: Marg. Az

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Recursos | TOOLKIT: International Guidelines on Sexuality Education

>> 20090901

"In many parts of the world, young people are receiving inadequate sexuality education, making them vulnerable to HIV, sexually transmitted infections (STIs), unintended pregnancy, and sexual exploitation and abuse according to UNESCO. To address this challenge, they have commissioned the preparation of International Guidelines on Sexuality Education, in partnership with UNFPA and other agencies.

According to the UNAIDS 2008 Global Report on the AIDS Epidemic, only 40 per cent of young people aged 15-24 had accurate knowledge about HIV and transmission. In addition, young people aged 15-24 account for 45 per cent of all new HIV infections. To complicate matters, they are often discouraged from openly discussing sexual matters by adults, including parents and teachers, and approach adulthood faced with conflicting and confusing messages about sexuality and gender.

The International Guidelines were written by a leading researcher and a leading practitioner, with extensive inputs from international agencies, ministries of education and civil society organizations. They provide an "evidence-informed approach to effective sex, relationships and HIV/STI education" for children and young people.

According to the guidelines, effective sexuality education is a vital part of HIV prevention and is also critical to achieving universal access targets for prevention, treatment, care and support. Properly designed and implemented programmes can help reduce young people's risk of HIV and other STI infections, unintended pregnancy, and coercive or abusive sexual relationships.

The main goal of sexuality education is to help young people at primary and secondary school levels to acquire knowledge, skills and values to make informed choices about their sexual lives. It is a key component of empowering young people to protect themselves from HIV, one of the nine priority focus areas for UNAIDS under the Joint action for results: UNAIDS outcome framework 2009-2011.

The guidelines recommend teaching that is "age-appropriate, culturally relevant and scientifically accurate", and delivered within a setting where young people feel free to explore their attitudes and practices.

The International Guidelines are aimed primarily at education and health sector decision-makers, in particular ministries of education and health, and education professionals such as curriculum developers, programme implementers and teachers. They comprise:

1. an outline of the "basic minimum package" of topics and learning objectives for a comprehensive sexuality education programme from age 5 to 18+ years;
2. an updated analysis of the evidence related to behaviour change interventions among young people;
3. technical advice on the characteristics of effective programmes and important steps to implement them;
4. a bibliography of useful resources for policy-makers, practitioners and implementers recommended by international experts.

The learning objectives are grouped under six key concepts:

1. relationships;
2. values, attitudes and skills;
3. culture, society and law;
4. human development;
5. sexual behaviour; and
6. sexual and reproductive health.

These concepts are addressed across four age groups: 5 to 8 years (Level 1); 9 to 12 years (Level 2); 12 to 15 years (Level 3); 15 to 18+ years (Level 4), with deliberate overlap between levels 3 and 4 in order to accommodate the broad age range of learners who may be in the same class. A set of benchmarks to monitor content and assess progress is also provided, and the guidelines can be adapted depending on the country and the context.

These International Guidelines, which will be finalised and implemented before the end of 2009, are one step in building political and technical leadership among education and health authorities to ensure that children and young people have access to the knowledge and skills they need in their personal, social and sexual lives. "

You can download the toolkit here:
For more information, contact:
UNESCO
7 Place de Fontenoy, 75352 Paris 07 SP, France
Tel: +33 1 45 680 686; Fax: +33 1 45 685 626
Email: epi@unesco.org

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Um guia para professores e links úteis [CLIC]

>> 20090403

Imagem daqui

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Para combater a Pobreza e as Necessidades Especiais

>> 20090117

www.making-prsp-inclusive.org

"Poor people are disproportionately disabled, and people with disabilities are disproportionately poor.” Robert Holzmann, Former Director of the World Bank's Social Protection Department.
This section on Poverty Reduction will raise awareness about the multidimensional linkages between poverty (social, economic, and political) and disability to draw out effective strategies to reduce poverty for people with disabilities and their families in both developing and industrialized countries." (Inclusion International: Poverty Reduction)

www.making-prsp-inclusive.org

"Este website faz propostas e dá sugestões sobre como incluir pessoas com deficiência nas estratégias nacionais de redução da pobreza (PRS).

O capítulo 1 “PRS para principiantes” dá um apanhado geral do processo PRS, com uma definição resumida do que é, do seu uso e das suas partes interessadas, bem como das abordagens de PRS e deficiência.

O capítulo 2 “Como iniciar um processo de PRS e deficiência” propõe vários passos para começar um processo com o objetivo de incluir problemas relativos à deficiência nos PRS nacionais.
O capítulo 3 “Pontos de entrada da sociedade civil no processo PRS” explica as três principais fases de um PRS (formulação, implementação e monitoramento e avaliação), e indica possíveis pontos de entrada para a participação da sociedade civil.

O capítulo 4 - “Estudos de Caso” – dá um resumo das experiências de quatro países (Honduras, Bangladesh, Serra Leoa, Tanzânia, Camboja e Vietname), mostrando como as organizações de deficientes e para pessoas deficientes se engajaram nos seus processos nacionais de PRS.

O capítulo 5 – “PRS e as partes interessadas”
apresenta elementos importantes da abordagem PRS, da sua estrutura, desenvolvimento e conteúdo. Dá também uma visão geral dos grupos interessados, das suas estruturas organizacionais internas, dos seus vínculos mútuos e das relações entre eles. Este capítulo apresenta diferentes opiniões sobre a abordagem PRS e os seus vínculos com a questão da deficiência.

O capítulo 6 - “Deficiência” - apresenta, primeiramente, os diferentes modelos, abordagens e definições de incapacidade, deficiência, desvantagem, etc. Depois, identifica os setores-chave que, dentro do conceito de PRSP, são os mais relevantes para a deficiência: saúde, reabilitação, proteção social, educação, emprego e acessibilidade. Ao mesmo tempo, este capítulo visa estimular a integração da deficiência em todos os setores do PRSP. Nele, são dadas informações de fundo que servem de base para analisar a relação entre o PRSP e a questão da deficiência em cada país.

O capítulo 7 - “Gestão de Projetos e Processos”
- traz informações gerais sobre negociações e gestão de projetos e processos, visando a facilitar o desenvolvimento e a implementação de uma estratégia nacional unificada para os grupos interessados em deficiência em geral e, mais especificamente, a respeito do processo PRS. Introduz os conceitos de auto-avaliação organizacional e análise dos grupos interessados: essas ferramentas permitem avaliar os potenciais existentes das ODs e, adicionalmente, oferecem uma base para o trabalho em rede.

O capítulo 8 – “Lobby e advocacia: influir nas políticas”
- apresenta diferentes formas de influir nas políticas, tais como militância, atividades de lobby e campanhas. Nele, propõem-se várias técnicas de comunicação e maneiras de contatar e persuadir representantes-chave no processo nacional de PRS.

O capítulo 9 “Ferramentas para oficinas” contém possíveis agendas para oficinas e propõe ferramentas para facilitar os debates e o processo de planejamento. Oferece, ainda, mais informações sobre questões específicas."

www.making-prsp-inclusive.org

O presente conteúdo/website contém a versão revista do manual que foi originalmente parte integrante do projecto “Documento de Estratégia para Redução da Pobreza e Deficiência”, iniciado por Judy Heumann, Disability Advisor of the World Bank, com o apoio de um fundo alemão (via GTZ/BMZ). Em 2005, este projecto foi implementado pela Christoffel-Blindenmission (CBM) e Handicap International em cooperação com outras organizações germânicas e tanzanianas ligadas a pessoas com deficiência e ainda com outros organismos ligados à área da deficiência. O projecto era constituído por duas partes: a produção de materiais sobre os Documentos de Estratégia para a Redução da Pobreza (PRSPs) e deficiência (a cargo da Handicap International) e, por outro lado, a implementação de um workshop sobre PRSP na Tanzânia (através da CBM).

www.making-prsp-inclusive.org

Mapa do Site

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'18 million more teachers are needed by 2015, for everyone to be educated by this date'

>> 20090112

GCE's 2009 Calendar

“Everyone deserves a quality education... yet right now 75 million children and 774 million adults are missing out.

It's the world's poorest who are missing out on an education today. And it's the world's poorest who stand the most to gain if they only had the chance to learn.

Education is imperative to tackling poverty. When individuals have the chance to learn basic life and literacy skills, economies grow faster and poverty rates decline. When people go to school, they are able to eventually earn more money and support their families

  • A single year of primary school increases the wages people earn later in life by 5-15% for boys and even more for girls.
  • For each additional year of secondary school, an individual's wages increase by 15-25%.
  • No country has ever achieved continuous and rapid economic growth without first having at least 40% of its adults able to read and write.

Education is essential to improving health, halting the spread of HIV/AIDS and enabling families to better cope with illness.

  • Seven million cases of HIV/AIDS could be prevented in the next decade if every child received an education.
  • A child born to a literate mother is 50% more likely to survive pass the age of 5 years.

Education is a human right. Human rights are inherent, every person is born with them and they cannot be given or taken away. Rights establish the basic standards without which people cannot live in dignity.

[…]

In most countries women and girls are last to get the opportunities to learn - often because boys are favoured when families are not able to send all their children to school.

  • A third of all children out of school have a disability.
  • 60% of all children out of school are girls.
  • Nearly 250 million children have to work to help their families.
  • Half of the world's out of school children live in communities where the language used in schools is different from that used at home.

When children do make it to school, they often struggle to learn in huge class sizes, from untrained and poorly paid teachers. Without the incentives to stay at school and learn, many children drop out. In sub-Saharan Africa one in three children who start school never get the chance to complete even the basic primary school, let alone progress to secondary school.

  • 18 million more teachers are needed by 2015, for everyone to be educated by this date.

Yet everyone has been promised an education“ (GCE,Millions Miss Out)

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Inclusion.com website: links 'inclusivos'

>> 20090110


INCLUSION LINKS

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