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Uma sociedade cada vez mais inclusiva!

>> 20110622

"Díli - Em 2011 e 2012, a Austrália concederá 123,7 milhões de dólares de ajuda a Timor-Leste, anunciou hoje em Díli o embaixador australiano Miles Armitage.

O montante desta ajuda, segundo o embaixador, "demonstra o compromisso de longo prazo (da Austrália) para trabalhar com o governo e a sociedade civil de Timor-Leste, para ajudar a construir um País mais seguro, saudável e próspero".

Miles Armitage falava na cerimónia de atribuição de prémios pecuniários a 25 organizações de nove distritos para apoio a actividades comunitárias, que decorreu no Palácio Presidencial.

Durante o seu discurso, o diplomata australiano disse que as pequenas subvenções, totalizando 523,243.00 dólares australianos (386 mil euros), são "apenas uma parte da ajuda ao desenvolvimento de Timor-Leste".

"Em 2011 e 2012, esta será de cerca de 123,7 milhões dólares americanos para melhorar os resultados em muitas áreas: educação, saúde, justiça, policiamento, capacitação do sector público, água e saneamento, e infra-estrutura rural", disse.

Na mesma ocasião, o Presidente da República, José Ramos Horta, agradeceu o apoio oferecido pelo governo australiano através da sua agência de cooperação, a AUSAID, que desde 2000 tem desenvolvido o programa ETCAS (The Austrália - East Timor Community Assistance Scheme).


Ramos Horta destacou o facto dos projectos das organizações seleccionadas terem como alvos as populações de localidades remotas, considerando que o trabalho dessas organizações complementa a política do Governo de procurar parcerias com a sociedade civil.

O ETCAS é um esquema de pequenas subvenções que oferece financiamento directo às actividades de desenvolvimento comunitário. Desde 2000 já apoiou 500 actividades, nos 13 distritos do país.

Este ano serão concedidos 25 subsídios, que vão apoiar, nomeadamente a construção de uma biblioteca comunitária em Gleno, uma cooperativa de produção de tais em Lautem, formação a meia centena de pessoas com deficiência em Baucau, entre outros projectos. " (22-06-2011 | Angola Press)

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"Tropas australianas deverão sair de Timor-Leste em 2012"

>> 20091128

por Agência Lusa,
Os militares australianos e neozelandeses estacionados em Timor-Leste deverão sair nos próximos três anos, disse à Lusa o embaixador da Austrália em Díli, que lamentou ainda a má utilização de "muito dinheiro" doado por Camberra devido à corrupção e inexperiência.
Em entrevista à Lusa em Sydney, Peter Heyward, considerou pouco provável a repetição do cenário de crise que Timor-Leste conheceu em 2006. "É pouco provável que o que aconteceu em 2006 se repita", disse Peter Heyward sobre a crise institucional e de segurança que levou a confrontos entre forças militares e policiais timorenses e deixou cerca de 150 mil deslocados internos.
Nesse sentido, as forças militares estrangeiras, cerca de 800 efectivos australianos e neozelandeses, devem retirar-se do país nos próximos três anos, caso a situação continue estável, embora alerte para uma decisão final dependente de negociações com o Governo timorense.
Mesmo após 2012, deverão permanecer militares australianos enquadrados em projectos de cooperação com as Falintil-Forças de Defesa de Timor-Leste, adiantou.
Para o embaixador, é fácil entender os motivos da violência que afectou o país no passado recente, enquadrada pela "luta que acompanhou a primeira declaração de independência (28 de Novembro de 1975) e a invasão indonésia (07 de Dezembro de 1975), e a resistência que se seguiu, alimentada por um período ainda maior de conflito entre comunidades timorenses anteriores e durante o período colonial".
Relativamente à utilização das verbas doada pela Austrália para cooperação com Timor, o diplomata identificou a corrupção e a falta de experiência das autoridades timorenses como razões para "gastos desnecessários" dos cerca de 100 milhões de dólares australianos (61 milhões de euros) doados anualmente para ajuda em diversos sectores.
"Devido à corrupção e inexperiência governamental, muito dinheiro (doado pela Austrália) é gasto desnecessariamente", disse, explicando que a corrupção não se aplica apenas aos fundos dos doadores, mas também ao próprio orçamento do estado.
Peter Heyward antecipa o futuro de Timor-Leste com optimismo e acredita em mudanças a breve prazo, e dá como exemplo a continuação da tendência dos últimos anos, que é o regresso de muitos timorenses, formados noutros países, para ocupar altos cargos na máquina estatal.
Mas, para Peter Heyward não é surpreendente que um país que ascendeu somente há cerca de oito anos à independência tenha tantos problemas. "Apesar do desemprego, Timor-Leste está a crescer no sector turístico e deve começar a oferecer mais empregos na área, mas nunca deverá se transformar numa Bali", comparou, considerando que, a par do turismo, uma área-chave do desenvolvimento será a agricultura.
Apesar de se preocupar com o problema da pobreza em Timor-Leste, que aumentou desde a independência, Heyward disse que "nenhum dos problemas é impossível de se resolver".
Dentro 20 anos, Timor-Leste será "um país muito diferente, com economia e moeda local, infra-estrutura muito mais desenvolvida, auto-suficiente em alimentos, com melhores programas de educação para crianças, e um mercado maior para mão-de-obra". "É um pais bonito, rico em história e cultura. Tem tudo para dar certo", concluiu.

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Excelente! | Educação Inclusiva

>> 20091010


Date
: 15 Sep 2009 - 23:15
Source: Government of Australia
"Globally fewer than five percent of children with disabilities are attending school, and in some cases the figure is less than one percent. UNICEF and Australian will partner in a new initiative to change this unacceptable situation.

With Australia’s support, UNICEF will revise its Child Friendly Schools toolkit for education providers in developing countries to integrate components to make education inclusive and accessible for children with disabilities.

UNICEF will also develop an additional module for education providers, to raise awareness of and target the specific needs of children with disabilities.

This initiative aims to improve the lives of children with special needs and/or disabilities, through improved access to quality education.

“This is imperative,” Parliamentary Secretary for International Development Assistance, Bob McMullan, said. “Every child has a right to education, and the Millennium Development Goal of universal primary education can only be truly met if we include children with disability.”

UNICEF Deputy Executive Director, Ms. Hilde F. Johnson stated that children with disabilities are the forgotten children of the world, often hidden away, marginalised, and discriminated against.

“But they have the same basic right to education as everyone else. Promoting quality education to children with special learning needs and disabilities will also empower them, and help them achieve their full potential. We urgently need to correct the wrongs of the past and equip schools, teachers and learners to make their right become a reality. Expanding our Child Friendly Schools modules and tools will enable us to do just that,” Ms. Johnson said.

Mr McMullan and Ms Johnson met in New York on 3 September in a panel discussion organised by Australia about meeting the needs of children and young people through the UN Convention on the Rights of Persons with Disabilities.

According to the Convention, all children have the right to go to school and cannot be excluded from education because of a disability. Countries are bound to realize this right and ensure the education of children with special needs, foster their participation in society, their sense of dignity and the development of their personality."


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Austrália luta contra maré negra no Mar de Timor há três semanas

>> 20090914



Fuga em plataforma petrolífera ainda não foi estancada


Uma fuga detectada na plataforma petrolífera Montara, no Mar de Timor, causou uma maré negra que está a ser combatida pela Austrália já há três semanas. O problema, dizem as autoridades, ainda deverá durar mais duas semanas porque a fuga ainda não foi estancada.

Por dia, é derramado o equivalente a 400 barris de petróleo.As autoridades têm estado a utilizar químicos e materiais dispersantes para tentar quebrar e conter a mancha negra, localizada a 170 quilómetros da costa da Austrália e que se dirige para terra.

Uma estrutura de emergência chegou recentemente de Singapura para tentar reparar a fuga.Segundo a BBC online, os ambientalistas alertam que esta poluição já está a ameaçar a vida marinha nas águas da Austrália.

Piers Verstegen, da organização Conservation Council, afirma que o derrame – ao largo da costa norte de Kimberley, local de concentração de baleias – é um desastre ecológico. “A poluição está a afectar áreas que são usadas por baleias e golfinhos”, comentou.


PÚBLICO



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Leituras interessantes

>> 20090501

Fotografia: WILL BURGESS/Reuters

Anunciada estratégia militar para os próximos 20 anos

"[...] No primeiro documento deste género saído em nove anos, Camberra afirma que a sua próxima prioridade é garantir “a estabilidade e a segurança no Pacífico Sul e em Timor-Leste, podendo necessitar de responder com assistência humanitária e de segurança” à instabilidade nesses territórios. Incluindo com presença militar, tanto em solo timorense como nas Ilhas Salomão, no Vanuatu, nas Fiji e no resto da região. [...] (Jorge Heitor
,
Público.pt)











Comentário 01.05.2009 - 19h15 - Gilson Gomes da Silva D.Sc., Rio de Janeiro, Brasil
Parece que a Australia ainda não deu conta de sua real dimensão no mundo pós PAX AMERICANA. É muito engraçado ver um pais menor da comunidade britanica e aliado dos estados unidos pensar que será capaz de fazer frente à China e India num futuro próximo. Em vinte anos a Australia será mais um país de terceiro mundo acompanhando o declinio da Inglaterra eEstados Unidos no cenário mundial. Ao invés do RATINHO Australiano ficar desafiando esses GIGANTES Asiáticos ... o melhor seria construir relações de amizade e colaboração. Uma outra coisa que Camberra precisa saber é que o Timor Lorosae é uma país livre e independente e não é território ou protettorado da Australia.


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Solidariedade para com a Austrália!

>> 20090209

Imagem daqui

Incêndios na Austrália: "a maior catástrofe natural do país"

"[...] Os incêndios florestais são frequentes na Austrália, mas este ano as condições são particularmente graves, com temperaturas a chegar aos 46,4 graus Celsius em Melbourne (não há registo de temperaturas mais elevadas no estado de Vitória), acompanhadas por ventos de mais de 100 quilómetros por hora." (Público)

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