Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Rosa Mendes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Rosa Mendes. Mostrar todas as mensagens

A «Peregrinação de Enmanuel Jhesus» ... a não perder

>> 20100515

fotografia DR / Umalulik

texto daqui: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=188&id_news=450577
sábado, 15 de Maio de 2010 | 09:30

Um romance passado em Timor sobre uma memória portuguesa

Após dois anos e meio de trabalho «intenso» como jornalista em Timor-Leste, Pedro Rosa Mendes imaginou meia dúzia personagens, colocou-as na história recente do país e escreveu um romance sobre uma «determinada memória portuguesa», que chega hoje às livrarias.

A «Peregrinação de Enmanuel Jhesus» pretende ser um olhar tão distanciado sobre o que se passou na antiga colónia portuguesa que o autor não incluiu nenhum português no grupo de narradores, onde se destacam um militar e um padre indonésios e um timorense funcionário da administração de Jacarta colaborador da resistência de Timor-Leste.

«Distância intelectual» foi o objetivo desta opção, disse o escritor à agência Lusa, reconhecendo que escreveu um «'livrito' sobre Portugal», com «alguma coisa a dever» aos filósofos e pensadores José Gil e Eduardo Lourenço ou a Luís Filipe Thomaz, um dos maiores especialistas na história timorense.

Diário Digital / Lusa

Read more...

Dias Do Desenvolvimento - Timor-Leste em Lisboa

>> 20100422

foto DR / Umalulik

Pedro Rosa Mendes, ontem 21/04, na plateia da Conferência "Média, Cidadania e Desenvolvimento". Aguarda-se para breve o lançamento do seu novo "romance". Foi curioso ter ouvido da mesa a explicação de que PRM tinha um avião para apanhar. Esperemos que as cinzas do vulcão islandês não o tenha impedido. Interessante também, ter-se ouvido a constatação, entre outras que "115 milhões blogs" existentes na rede poderiam de algum modo perturbar o papel convencional da comunicação social, conseguindo obter informação e disponibilizá-la mais rapidamente que os próprios jornalistas, sendo inclusivé uma base de informação e investigação para a própria comunicação social. Antecipando e marcando até "a agenda". Surgiu mesmo o alerta aos jornalistas que utilizam também eles esse mecanismo (os blogs), interpretado por nós como mais um chamar das hostes, diremos mesmo um certo coorporatismo de classe para os novos tempos. Interessante. A pergunta que se coloca: será porventura possível a esses jornalistas conseguirem, num mundo cada vez mais vasto e disperso de "informação", acompanhar as novas dinâmicas? Duvidamos, pois a realidade demonstra-o. Como dizia PRM, "os jornalistas são preguiçosos".

Se conseguir deslocar-se ao Centro de Congressos, na Junqueira (ex-FIL), não perca a oportunidade, só tem mais esta tarde. Timor-Leste está em vários stand's. Destacamos por agora este.


foto DR / Umalulik

Aspecto do stand da Moving Cause, representação oficial das Bonecas de Ataúro. É seguramente um dos que marca a diferença, embora colocado em local de relativa visibilidade... coisas da estratégia da própria organização da feira. Mas não é caso único. O stand do Centro de Documentação e Divulgação da Cultura Timorense, com umas belíssimas maquetes da arquitectura tradicional timorense, merecia estar em local mais evidente. Aliás somos de opinião que os stands que abordam questões ligadas a Timor-Leste deveriam estar próximos, usufruindo desse modo de uma maior coerência de leitura. Não passa de uma leitura possível. Voltaremos ao assunto.

Read more...

Jornalismo, ética e uma parábola

>> 20081217

Em Portugal, há falta de opções no que diz respeito às notícias sobre Timor-Leste. Os jornalistas destacados para noticiar o que se passa em Timor denotam, na sua maioria uma tendência alkatirista quase religiosa e alguma (ironia) agressividade perante o trabalho desenvolvido por este IV Governo. Há ainda um outro género de jornalistas (assim se consideram...) e.g. aqueles que inventam desmesuradamente (ler Fórum Haksesuk responde ao Semanário SOL ) e incorrem em acções dignas de nota negativa pela própria Entidade Reguladora da Comunicação Social (ler Ainda o SOL e o ‘Jornalismo Visceral’).

Por estes dias, surgiu uma notícia que, sem ser por acaso, publiquei neste blogue. Refiro-me a 'Causas da violência de 2006 estão por resolver, diz enviado de Direitos Humanos'. É óbvio que se percebe a marca típica, a expressão velada e a orientação do seu redactor: - Pedro Rosa Mendes, no seu melhor, leia-se, modus operandis muito pouco sério e original (PRM - LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.). Hoje, a expressão “Há pessoas a mais acima da lei em Timor-Leste" aparece colada a qualquer notícia sobre Timor o que é absolutamente lamentável ...

Em Portugal a Lusa dá cartas e este texto apareceu espalhado, disseminado em todo o lado, por exemplo: na Visão, no Diário dos Açores, no DNOTICIAS do Funchal
), etc.

Em conclusão, cada vez mais importa distinguir o trigo do joio ("falso trigo") mas, apelo a que, nos cheguem mais textos e informações de Timor e que não sejam filtradas pelos jornalistas portugueses que todos sabemos quem são... Penso que tal constituiria uma mais-valia na relação Portugal/Timor-Leste.

Fotografia
: Jorge L. Gazzano

Título
: 'O Joio'

*****
“O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se. E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.” (Mateus, 13:24-30)

Read more...

Resposta a Pedro Rosa Mendes... via Forum Haksesuk

>> 20081127

in aqui ... um abraço a Pedro Rosa Mendes... uns dirão que é política...

Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

RESPOSTA AO PEDRO ROSA MENDES, JORNALISTA JORNAL PÚBLICO

[Sobre a observação e conclusão deste de que Timor-Leste é um Estado Falhado]

É verdade Timor-Leste é uma ilha insustentável.

Mas ainda não é um estado falhado como entendido jornalista Pedro Rosa Mendes, do Público. Porque um estado falhado se traduz no insucesso na formação do Estado RDTL e um estado destruído, onde a re-integração de Timor-Leste na Indonésia está feita ou em proeminência.

Não, nada disso!

Mas é muito simples para compreender o porque a ilha é insustentável em todos os aspectos. É a consequência que a ilha suporta hoje, num Timor-Leste como Nação é o efeito do abandono que sofreu desde 1974.

Tal e qual como uma criança que nasceu e abandonada no meio da rua, viveu e sobreviveu graças as forças de Deus ou da natureza, onde não conhece quem era o pai nem a mãe. Passou a vida de infância à adolescente por conta própria, onde sentiu-se a ausência de tudo o que precisava para preencher a fase é insuportável, aliás, a formação como ser humano, nascido de um progenitor animal racional foi completamente roubada.

Como é que seria possível uma criança nascida, vivida e crescida na rua se transformar-se em homem perfeito e infalível logo na fase seguinte?

Basta olhar um pouco para trás para entendermos melhor o sentido de estado do Estado RDTL hoje, para falar a verdade e com coragem.

Como seria capaz um povo abandonado, entregou a si próprio a sua vida durante décadas, sobreviveu no meio de tanto escuridão, tumultuosos, violências, tantas lutas, tantas intrigas, tantos sofrimentos, tantos mortos e tantas maldades se viviam juntos e transformavam os timorenses física e mental durante mais de vinte anos, ao chegar a independência e edificar um estado deste milénio com tanta facilidade e perfeição?

Fácil e perfeito é impossível!

Enfim, as realidades observadas por jornalista Pedro Rosa Mendes são factos inegáveis. Mas não é por isso que nós os timorenses, vamos encostar os nossos espíritos ao pessimismo, muito menos dar razão a teoria do estado falhado para definir a Nossa Nação Timor-Leste conquistada pelo preço incontável.

Não e nunca!

É verdade é que ainda tem muita coisa para fazer sobretudo a edificação do estado de direito democrático através de transformação e reformas material e mental de nós próprios, como sujeitos e ao mesmo tempo objectos da construção e desenvolvimento da Nação dos Timorenses. E isso são coisas para ser invocadas e implementadas a curto prazo.

É verdade também que as tradições antigas ainda persiste nos actos e atitudes dos dirigentes de hoje, é natural que isso ainda existe, porque mudar de atitudes não é apenas com um clique. O importante é colocar as espectativas no horizonte e lutar por elas, i.e. a libertação do Povo como a meta de todas as gerações de político-partidárias e de todos os filhos da Terra Mãe Timor-Loro Sa'e.

Só fala do estado falhado e empregar justamente essa terminologia ao estado Timorense, com toda a razão e justificável, se a luta de todos os quadrantes Timorenses nada resultou, desde logo nem a Pátria os timorenses conseguiram conquistar ou segurar e que Timor-Leste tornou-se Timor-Timur, ou melhor o retrocesso depois do referendo em 30 de Agosto de 1999, que definiu a separação de Timor-Timur da RI, onde a esmagadora maioria venceu. Ai sim, é justo entrarmos no ritmo do fado dos pessimistas, Timor-Leste é "o estado falhado.

Nota: Pode reencaminhar ou post este comentário aos destinos que considerem necessários sff!

Obrigado!
Victor Tavares
Editor Forum-Haksesuk

Sobre: Timor-Leste A ilha insustentável
25.11.2008, Pedro Rosa Mendes, especial para o PÚBLICO

Read more...

  © Blogger template Simple n' Sweet by Ourblogtemplates.com 2009

Back to TOP