Cavaco Silva visita Parlamento Nacional de Timor-Leste

>> 20120521

Cavaco Silva visita Parlamento



Cavaco Silva visita Parlamento

O Presidente da República Cavaco Silva discursa no Parlamento Nacional de Timor Leste em Dili, 21 de maio de 2012. 


PAULO CARRICO / LUSA

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Maria Cavaco Silva visita escola em Díli com a 1ª Dama Isabel Ferreira

Maria Cavaco Silva


Maria Cavaco Silva

A mulher do Presidente da República, Maria Cavaco Silva, durante a visita à Escola do Farol em Dili, Timor Leste. 


21 de maio de 2012. 
PAULO CARRICO / LUSA

Maria Cavaco Silva


Maria Cavaco Silva



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Xanana Gusmão e os primeiros 10 anos da construção do Estado timorense

O livro pode ser comprado através deste site e o seu preço (entregue pelo correio) é de 22,30 €.




Xanana Gusmão e os primeiros 10 anos da construção do Estado timorense

Código: 04413
Edição/reimpressão: 2012
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04413-6
Pré-lançamento - disponível para envio a partir de 18-05-2012entrega








Sinopse
Xanana Gusmão e os primeiros 10 anos da construção do Estado timorense é mais do que apenas um livro de discursos de Kay Rala Xanana Gusmão, é um testemunho importante, contado na primeira pessoa, de uma das figuras mais proeminentes do século XXI.
Xanana Gusmão é um líder histórico da resistência pela independência de Timor-Leste, uma das mais jovens democracias do mundo. Foi o primeiro Presidente da República deste país, e neste momento, exerce as funções de Primeiro-Ministro e Ministro da Defesa e Segurança.
Ao ler esta selecção de discursos, o leitor terá oportunidade de compreender as dificuldades e desafios que se colocam a uma jovem Nação, saída de uma situação de pós-conflito, na árdua tarefa de construção de um Estado de Direito democrático.

O período abrangido por este livro corresponde aos momentos mais significativos vividos por Timor-Leste como Nação soberana e independente, sendo que os discursos versam, sobretudo, a visão do autor na construção do Estado, na promoção da paz e da reconciliação nacional, na procura da estabilidade e na consolidação das relações entre Timor-Leste e a comunidade internacional, com destaque para os seus vizinhos na região e os países amigos da CPLP.




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Encontros oficiais, empresários e escola portuguesa na agenda de hoje de Cavaco Silva




A viagem de Estado do Presidente português está integrada numa deslocação de dez dias de Cavaco Silva que, além de Timor-Leste, inclui uma visita de Estado à Indonésia e visitas oficiais à Austrália e a Singapura.

Depois de assistir à posse do novo Presidente da República timorense, Taur Matan Ruak, e de participar nas cerimónias do X Aniversário da Restauração da Independência de Timor-Leste, Cavaco Silva inicia o segundo dia de visita de Estado com a cerimónia de início da construção da futura Chancelaria e do Centro Cultural da Embaixada de Portugal em Díli.

O chefe de Estado português segue para o Parlamento timorense, onde fará uma intervenção e ouvirá o presidente do Parlamento nacional e representantes das nove bancadas parlamentares, inaugurando depois a exposição "A UCCLA, as suas cidades e a sua ação em Timor-Leste".

Cavaco oferece em seguida um almoço a empresários portugueses e timorenses, recebendo, à tarde, em audiências separadas, o primeiro-ministro de Timor-Leste, Xanana Gusmão, e o líder da oposição, Mari Alkatiri.

O dia termina com uma visita à Escola Portuguesa Ruy Cinatti, onde irá agraciar o Presidente do Tribunal de Recurso de Timor-Leste, Cláudio Ximenes, a presidente do Conselho de Curadores da Fundação Fraternidade Franciscana da Divina Providência, Maria da Luz Henriques, e o fundador do Centro de Apoio à Saúde S. João de Deus, Vítor Manuel Lameiras Monteiro.

O Presidente da República timorense irá, por sua vez, agraciar o ex-Presidente da República português Ramalho Eanes.

A agenda termina com um espetáculo musical e um convívio com a comunidade portuguesa local.

Maria Cavaco Silva terá uma agenda paralela e, juntamente com a mulher de Matan Ruak, Isabel Ferreira, vai visitar a Escola do Farol, à qual oferecerá duas bibliotecas básicas e de 200 exemplares do livro "O Anjo de Timor", de Sophia de Mello Breyner.

SMA.
Lusa/Fim

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João Baeta venceu o mar de Timor (Actualizada)



João Baeta venceu há poucas horas o mar de Timor-Leste, conseguindo fazer a travessia de 28 quilómetros em águas abertas entre a Ilha de Ataúro e a capital do país, Dili.
O jovem nadador de Santarém completou o percurso com um tempo de 10 horas, 14 minutos e 57 segundos, numa prova em que enfrentou várias dificuldades provocadas pelas correntes fortes e esteve mesmo praticamente a nadar duas horas sem grandes avanços.
A travessia de 28 quilómetros no mar bravo timorense insere-se nas comemorações oficiais do 10º aniversário da independência de Timor e teve o alto patrocínio da Presidência da República timorense.
Recorde-se que, a 31 de Julho de 2011, João Baeta tornou-se no mais jovem nadador de sempre a conseguir fazer a travessia de 15 quilómetros que separa as Berlengas de Peniche. Tinha então 17 anos, e fica para a história como o quarto atleta a concluir este desafio, depois do mítico Batista Pereira, na década de 60, e Miguel Arrobas e Nuno Vicente, em 2007.



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"É preciso preservar a memória do legado de Timor", diz Matan Ruak



O Presidente da República de Timor-Leste, Tuar Matan Ruak, destacou a importância do novo Arquivo e Museu da Resistência, hoje inaugurado, na preservação da memória do legado do país, sobretudo para as gerações mais jovens.

"As crianças e os jovens que já nasceram num Timor-Leste livre e soberano têm a partir de hoje um local onde podem aprender a história recente do nosso país", destacou o chefe de Estado timorense, na cerimónia de inauguração deste arquivo e museu, que contou com a presença do Presidente da República português, Cavaco Silva.

Para Matan Ruak, que foi esta madrugada empossado Presidente da República Democrática de Timor-Leste, o Arquivo e Museu da Resistência vai incorporar a história dos que permitiram que Timor-Leste possa estar a festejar hoje o X Aniversário da Restauração da Independência.

"São muito mais do que um depósito seguro de um espólio a preservar, permitirão algo que considero essencial: preservar a memória e os valores de um período estruturante do nosso país", disse, no seu primeiro discurso oficial em português.

Comitiva portuguesa


À cerimónia assistiram, além da comitiva portuguesa que integra o ex-Presidente da República Ramalho Eanes e representantes de todos os grupos parlamentares, o ex-Presidente da República timorense Ramos-Horta, a Governadora Geral da Austrália, Quentin Bryce, e o Governador Geral da Nova Zelândia, Jerry Mateparae.

O novo Arquivo e Museu da Resistência Timorense, organizado em colaboração com a Fundação Mário Soares, alberga documentos da resistência timorense e uma exposição que começa por uma introdução à história do país, passa pelos vários reinos de Timor e as revoltas dos reinos e depois aborda o aparecimento dos partidos, o princípio da guerra civil em agosto de 1974, a declaração unilateral da independência, a invasão indonésia e a resistência armada, a frente clandestina e a frente diplomática.

Benção pelo bispo de Díli


No final da cerimónia, que incluiu a bênção do edifício pelo bispo de Díli e várias atuações musicais sob um calor intenso, alguns dos convidados, incluindo Cavaco Silva, visitaram o museu e assistiram ao lançamento da obra em tétum "Dignidade - Konis Santana e a Resistência Timorense", da autoria do historiador José Mattoso.

O lançamento contou com o "patrocínio" do primeiro-ministro timorense, Xanana Gusmão, que se empenhou pessoalmente na venda de vários exemplares, valorizados por conterem o seu autógrafo.

Com o final das cerimónias do X Aniversário da Restauração da Independência de Timor-Leste, o Presidente da República, Cavaco Silva, começa de imediato uma visita de Estado ao território, que inclui, à tarde, um encontro oficial com Matan Ruak e um banquete de Estado entre os dois homólogos.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/e-preciso-preservar-a-memoria-do-legado-de-timor-diz-matan-ruak=f727309#ixzz1vUrgiNFF


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Xanana Gusmão diz que o povo está satisfeito e não podia exigir mais


Xanana Gusmão disse que o país soube consolidar o desenvolvimento democrático

No dia em que se celebram os dez anos da restauração da independência, Xanana Gusmão afirmou que o país atravessou “dez anos difíceis de construção democrática”, manifestando-se satisfeito por o país ter sabido “corrigir os erros” e “consolidar as instituições e o desenvolvimento democrático”.


“Viram a calma e sossego na festa de ontem? Foi uma festa lindíssima com toda a comunidade, a juventude, a festejar com grande alegria”, afirmou aos jornalistas o primeiro-ministro timorense à margem da inauguração do edifício sede do Arquivo & Museu da Resistência Timorense.



Para os próximos dez anos, Xanana Gusmão diz que as prioridades do país vão para o “reforço das instituições do Estado, criação de emprego, desenvolvimento da agricultura, saúde e educação”.



Visão muito diferente tem Mari Alkatiri, secretário-geral da Fretilin e antigo primeiro-ministro. “O povo não está satisfeito, continua marginalizado e a pobreza cresce”, afirmou.



Alkatiri afirma mesmo que a pobreza tem crescido: “No passado dizia-se que 80 cêntimos [de dólar] por dia chegavam para tirar as pessoas da pobreza extrema. Hoje não chegam dois dólares”.



A corrupção é apontada pelo líder da Fretilin como um dos problemas mais graves. “A corrupção grassa pelo país. Todos os dias se vê pessoas que tinham pouco e agora têm carros e casas de luxo. A corrupção em Timor tem uma característica especial: é feita às claras, toda a gente sabe, é feita às claras é transparente”.


Um museu para a memória de um povo

Xanana e Alkatiri participaram na inauguração do edifício sede do Arquivo & Museu da Resistência Timorense, um dos primeiros actos público do novo Presidente Taur Matan Ruak e que contou ainda com a presença de Cavaco Silva.


O Arquivo & Museu da Resistência Timorense foi inaugurado em 2005 com a missão de preservar, dignificar e divulgar a memória da luta do povo de Timor-Leste pela sua independência. Actualmente possui um espólio de cerca de 100 mil documentos traçando o percurso cronológico da história da luta pela independência, desde o 25 de Abril de 1974 até 20 de Maio de 2002.



“Este é um depósito seguro para preservar a nossa memória. Um espaço para as crianças aprenderam melhor o legado das nossas gerações”, afirmou o Presidente timorense.



Antes, Taur Matan Ruak e a Cavaco Silva já tinham estado juntos durante a cerimónia de içar da bandeira que decorreu no Palácio da Presidência. Uma cerimónia em que o Chefe de Estado timorense revelou que não fará nenhuma visita de estado ao estrangeiro até Maio do próximo ano, salientando que os desafios que o país enfrenta exigem o “acompanhamento e dedicação exclusiva” no primeiro ano de mandato.



Taur Matan Ruak lembrou ainda a retirada das forças internacionais no final deste ano, afirmando estar convicto que a comunidade internacional manterá em Timor uma pequena missão da ONU.




20.05.2012 - 08:03 Por Luciano Alvarez e Miguel Madeira (fotos), em Díli

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