Paz em Timor-Leste

>> 20120506

"(...) “para o povo Timorense, a Paz significava sobretudo viver conciliado consigo mesmo, na mente e no espírito. Viver em paz significava viver sem a angústia do ódio, sem a necessidade da vingança, sem desconfiança. Significava viver reconciliado com os nossos inimigos e, principalmente, connosco mesmos, individual e colectivamente.” (...)" (Kay Rala Xanana Gusmão @ Conferência Internacional sobre Paz e Reconciliação chega ao fim em Timor-Leste | Por Secretário de Estado do Conselho de Ministros e Porta-voz Oficial do Governo de Timor-Leste | Ágio Pereira)
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URL: http://www.google.com/url?sa=X&q=http://timor-leste.gov.tl/wp-content/uploads/2012/05/Confer%25C3%25AAncia-Internacional-1.5.121.pdf&ct=ga&cad=CAcQARgAIAEoATAAOABA14Wb_QRIAVgAYgVwdC1QVA&cd=NznnHOzTjgw&usg=AFQjCNGxawVnIELz9iAT5aVNgcJFnQx_kQ 

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>> 20120502



Via Blog DeAr Lindo. 

Url: http://www.arlindovsky.net/2012/05/concurso-para-contratados-em-timor-em-2013/

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Divulgação | Timor-Leste "Ciclo de Conferências 2012"

>> 20120422


 

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Debate: [Timor-Leste] tetum, português, língua indonésia ou inglês

No Público de hoje, versão para assinantes: Timor-Leste, tetum, português, língua indonésia ou inglês? Por José Ramos-Horta.

Alguns excertos:


O Censo Nacional de 2010 apurou que cerca de 90% da população usa tétum diariamente
"De quando em vez, um jornalista ou académico opina sobre a escolha de línguas oficiais feita por Timor-leste. Victor R. Savage, professor associado de Geografia na Universidade Nacional de Singapura, escrevia recentemente: “A actual eleição presidencial em Timor-leste trouxe visibilidade internacional a este Estado marginalizado do Sudeste Asiático”.  

Já nos chamaram “estado frágil” e “estado falhado”, mas “estado marginalizado” é um novo título que acaba de nos ser concedido. Savage prosseguia, proporcionando-nos a sua opinião académica sobre o que é, em Timor-leste, uma questão simples — as línguas.
Os artigos 13.º e 159.º da nossa Constituição determinam que o tétum e o português são as nossas línguas oficiais e a língua indonésia e inglês são línguas de trabalho. Será possível atitude mais aberta e pragmática do que esta?
A liderança e o povo timorenses, embora ilhéus, têm uma mentalidade voltada para o exterior, aberta a influências culturais, aprendendo e absorvendo o bom (e o mau) que vemos, ouvimos e lemos sobre o mundo. Estamos entre os povos mais poliglotas do mundo. Uma grande percentagem entre nós usa três a cinco idiomas — uma língua local materna, tétum, indonésio, português e inglês.
Aconselho sempre os jovens a terem uma atitude aberta à informação, ao conhecimento de outras culturas e a aprenderem tantas línguas quanto possível. Exorto-os a não terem a atitude provinciana do australiano médio, ou do americano ou britânico, que dominam apenas o inglês.
O número de jovens timorenses a familiarizarem-se com o inglês é crescente. Estima-se que a língua inglesa é entendida por 31,4%. Tem-me impressionado também o número de jovens com alguma fluência em espanhol, coreano, japonês ou chinês, após apenas meses de aprendizagem.
O Censo Nacional de 2010 apurou que cerca de 90% da população usa tétum diariamente. Uns 35% são utilizadores fluentes do indonésio e 23,5% falam, lêem e escrevem português. Este é um número impressionante, quando nos lembramos que menos de 5% dos timorenses dizia compreender português, em 2002.
No seu comentário, Savage pôs em questão a sensatez da política linguística de Timor-leste, sugerindo que devíamos optar pelo inglês, em vez do tétum e do português, ignorando o facto de a nossa Constituição proporcionar a utilização do inglês e do indonésio como línguas de trabalho.
Savage afirma, erradamente, que embora o tétum seja língua oficial, “no terreno, tem-se a impressão de que está a ser dada prioridade ao português por ser a língua de comunicação da elite política e social — em suma, uma língua elitista em Timor-leste. Uma política da língua como esta envolve desafios únicos”.
É óbvio que ou Savage ainda não foi a Timor-leste ou foi lá de passagem — no estilo aterra e descola. As sessões do nosso Parlamento Nacional, do Conselho de Ministros, seminários e conferências, etc. são maioritariamente realizadas em tétum.
A Resistência Timorense, o Governo e a Igreja Católica contribuíram mais do que ninguém para a generalização e modernização do tétum. O facto de o tétum ser hoje falado por perto de 90% é um grande indicador do nosso êxito na construção nacional. Mas o tétum está ainda a caminho de se tornar uma lingua plenamente funcional, perante os desafios da modernidade. Milhares de termos foram tomados de empréstimo do português, alguns do indonésio e do inglês, e creio que o tétum precisa de mais 10/20 anos para se tornar uma língua dinâmica e rica. A língua indonésia também adoptou centenas de palavras do português, em resultado da longa presença colonial no Sudeste Asiático.
Mais 10 anos e teremos metade da nossa população a dominar a língua portuguesa, uma versão local do português, com vivacidade tropical e musicalidade própria, como o português falado no Rio ou em Luanda. O tétum terá o mesmo encanto e colorido, mas estará mais apetrechado para responder a desafios da abertura do país ao mundo. 
Como outros anglófilos, Savage parece acarinhar a visão simplista do inglês a abrir, por si, as Portas do Céu a um Timor-leste pobre, resolvendo problemas sociais e económicos. E, sendo o inglês a chave do futuro de Timor-leste, presumo que será também o caminho da fortuna para os outros países pobres.
Inversamente, nesta linha de raciocínio, aquele académico quererá fazer crer que foi o inglês que catapultou nações como o Japão, Coreia, Alemanha, Itália, França para o estatuto de grandes potências industriais? E como explicar a emergência do Brasil, falante do português, como potência económica global, tomando à velha Inglaterra o lugar de sexta economia mundial? E como explicar o actual estatuto de “estado frágil” atribuído a Estados insulares do Pacífico ou africanos que no passado foram administrados pelo Reino Unido e adoptaram o inglês como língua oficial desde as suas independências?
E os nossos irmãos aborígenes australianos, cuja expectativa média de vida à nascença é 10 anos mais baixa do que em Timor-leste? Não deveriam eles estar muito melhor, após serem colonizados por falantes do inglês durante mais de 200 anos?
Contrariamente à afirmação do académico de Singapura, segundo a qual a nossa decisão de não usar o indonésio teve origem na sensibilidade política da questão, eu afirmo que não temos ressentimentos no que respeita à língua e às culturas da Indonésia.
Eu defendi até que deveremos dar ao indonésio o estatuto de língua oficial, após a necessária avaliação de custos e disponibilidade de professores. 35% do nosso povo fala indonésio, mas nos grupos etários dos 5-10 anos, especialmente em zonas rurais, aquela percentagem é muito menor.
Embora com respeito pelo que parece ser o grande conhecimento do académico sobre a Indonésia e estando reconhecido pelos seus alvitres, Timor-leste e a República Indonésia desfrutam de relações exemplares em todos os campos, graças à visão dos líderes dos nossos dois países, optando por uma abordagem pragmática, olhando para o futuro.
Timor-leste é desde 2005 membro activo do Fórum regional da ASEAN e participou ao longo dos últimos 10 anos em todas as reuniões ministeriais da ASEAN, que reúne os restantes países da nossa região natural e à qual esperamos aderir em breve. Abrimos já embaixadas em cinco Estados da ASEAN e, até 2013, vamos abrilas nos cinco Estados-membros restantes. Temos também representação ao nível de embaixada em Seul, Tóquio e Pequim. Há, por outro lado, 20 embaixadas estrangeiras em Díli. Timor-leste acolhe a presença de grande número de organizações internacionais.
Embora reconhecido a Richard Savage por nos indicar generosamente caminhos para sairmos da “marginalização regional”, atrevo-me a desafiar visões anglo-saxónicas centradas na ideia de que o mundo seria um lugar melhor se nos rendêssemos todos ao inglês.
Os nossos irmãos na Papuásia-nova Guiné, Libéria, Zimbabué, Suazilândia, para referir apenas um pequeno grupo de Estados da Comunidade Britânica, podem, aliás, rejeitar o pressuposto. E franceses, alemães, italianos, suecos poderão discordar também.
O inglês é uma língua importante, quase incontournable, se quisermos aceder a informação científica e tecnológica, ao comércio internacional ou mercados financeiros. Mas o facto de um idioma ter utilidade regional ou global não conduz inevitavelmente à conclusão de devermos abandonar as raízes históricas e culturais e fazê-lo língua oficial.
E ainda que fôssemos persuadidos, por Savage e outros académicos, da “superioridade” da língua inglesa, adoptando-a como língua oficial, enfrentarse-iam desafios quanto a recursos financeiros e humanos exigidos para pôr em prática tal política.
De novo, perguntaria aos meus irmãos da Papuásia-nova Guiné, Libéria, Suazilândia, Zimbabué, África do Sul, etc., se, após a sua experiência de uso do inglês há muitas gerações, essa língua, dir-se-ia milagrosa, os libertou de conflitos sociais e da pobreza.
A sua resposta poderia bem ser: “O inglês é muito útil, dá-nos acesso a informação indispensável ao desenvolvimento, mas em si mesma não é um atalho da pobreza para a prosperidade. Basta ver a situação em que nos encontramos, após gerações de administração pelo Reino Unido e de pertença à Comunidade Britânica.” 
Admito que nem todos somos tão práticos como os nossos irmãos de Singapura. Confesso que somos, na maioria, algo românticos, temos uma perspectiva histórica, porque temos uma longa história, nem sempre nos orientamos exclusivamente pela mentalidade comercial e prática ao estilo de Singapura. Significa isto estarmos condenados a um progresso lento, apenas por termos uma sociedade multilingue e uma cultura multifacetada, vibrante e colorida, que nos inclina a desfrutar mais frequentemente a beleza da vida? Tenho a certeza que não. "

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Viva Timor-Leste!

>> 20120418

"Aceito a responsabilidade que me atribuíram", diz Taur Matan Ruak num discurso na sede de candidatura 
O vencedor das eleições presidenciais de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, anunciou hoje que aceita a responsabilidade que as eleições  timorenses lhe conferiram, num discurso de mais de 20 minutos na sede de  candidatura, perante mais de duas dezenas de apoiantes. ( Sic Notícias)
© Sic Notícias | Taur Matan Ruak e Xanana Gusmão durante um a campanha para as presidenciais (AP)

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Timor-Leste / Eleições: Ramos-Horta reconheceu derrota

>> 20120321


19 de Março de 2012, 04:52


O Presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta, reconheceu hoje a sua derrota nas eleições presidenciais de sábado e felicitou Francisco Guterres Lu Olo e Taur Matan Ruak, os dois candidatos que passam à segunda volta.

"No dia 19 de maio pela meia-noite um novo Presidente será empossado de entre os dois candidatos que vão agora à segunda ronda", afirmou em declarações aos jornalistas o chefe de Estado timorense.
"Felicito os dois por irem à segunda ronda e apelo aos seus apoiantes para que mantenham esse comportamento admirável de civilidade que todos testemunharam", acrescentou.
Na declaração, feita em tétum, português e inglês, o Presidente começou por felicitar os timorenses pela forma como decorreu o ato eleitoral.
"As minhas primeiras palavras são para felicitar o povo timorense pelo civismo, sentido de responsabilidade cívico em ter participado em esmagadora maioria neste processo eleitoral, apesar das chuvas, das intempéries, apesar das estradas, mais de 70 por cento do eleitorado foi às urnas", afirmou.
A seguir destacou o comportamento "admirável" de todos os candidatos e partidos políticos que participaram na campanha eleitoral e agradeceu o apoio das organizações internacionais, sublinhando que todos contribuíram para um processo pacífico e profissional.
Na declaração, o chefe de Estado timorense explicou que não fez campanha eleitoral, porque não queria fazer campanha contra algumas figuras que considera heroicas e históricas em Timor-Leste.
"Não são só os dois que vão à segunda ronda, presidente da Fretilin, Francisco Lu Olo Guterres, e general Taur Matan Ruak, mas também o vice-primeiro-ministro José Luís Guterres e o presidente do parlamento nacional, Fernando La Sama de Araújo", disse.
Aos seus apoiantes, José Ramos-Horta agradeceu por acreditarem em si.
"Deram-me uma lição de extrema generosidade. A todos eles agradeço publicamente aqui", afirmou.
O Presidente timorense concluiu, afirmando que vai entregar ao futuro chefe de Estado um país diferente do que aquele que recebeu em 2007.
"Um país tranquilo, o povo readquiriu a alegria, a fé e o otimismo, as ruas de Díli tranquilas, as nossas forças armadas, a nossa polícia razoavelmente organizadas", salientou.
Segundo os últimos resultados provisórios das eleições presidenciais, Francisco Guterres Lu Olo obteve 128.266 votos (28,45 por cento), seguido de Taur Matan Ruak com 113.553 votos (25,18 por cento) e de José Ramos-Horta com 80.291 votos (17,89 por cento).
As eleições presidenciais realizaram-se no passado sábado.
MSE.
Lusa/Fim

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Timor-Leste/Eleições - Lu Olo e Taur Matan Ruak continuam a liderar contagem de votos nas presidenciais Últimas Crónicas Presidenciais nos Districtos Timor-Leste/Eleições:Lu Olo e Taur Matan Ruak na segunda volta, depois de contados mais de 75% dos votos




Francisco Guterres Lu Olo e Taur Matan Ruak vão disputar a segunda volta das presidenciais de Timor-Leste, ainda sem data marcada, depois de apurados mais de 75 por cento dos votos do escrutínio de sábado no país.

Segundo os últimos resultados provisórios, divulgados pelo Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) de Timor-Leste, Francisco Guterres Lu Olo obteve 128.266 votos (28,48 por cento) e Taur Matan Ruak 113.553 votos (25,18 por cento).

São os seguintes os resultados eleitorais provisórios divulgados pelo STAE quando estão contados 475.795 votos (75,94 por cento):
1 - Francisco Guterres Lu Olo - 128.266 (28,48 por cento)
2 - Taur Matan Ruak - 113.553 (25,18 por cento)
3 - José Ramos-Horta - 80.291 (17,81 por cento)
4 - Fernando La Sama de Araújo - 79.653 (17,67 por cento)
5 - Rogério Lobato - 16.090 (3,56 por cento)
6 - José Luís Guterres - 9.053 (2,01 por cento)
7 - Manuel Tilman - 2.080 (1,80 por cento)
8 - Abílio Araújo - 6.139 (1,36 por cento)
9 - Lucas da Costa - 3.826 (0,85 por cento)
10 - Francisco Gomes - 3.505 (0,78 por cento)
11 - Maria do Céu Lopes da Silva - 1.820 (0,40 por cento)
12 - Angelita Pires - 1.219 (0,38 por cento)
A nível distrital a classificação dos quatro candidatos mais votados é a seguinte:
Aileu
Taur Matan Ruak - 2.794 (15,74%)
Francisco Guterres Lu Olo - 2.598 (13,70%)
José Ramos-Horta - 6.818 (35,96%)
Fernando La Sama de Araújo - 3.269 (17,24%)
Ainaro
Taur Matan Ruak - 2.824 (11,48%)
Francisco Guterres Lu Olo - 3.357 (13,65%)
José Ramos-Horta - 5.106 (20,76%)
Fernando La Sama de Araújo - 9.637 (39,18%)
Baucau
Taur Matan Ruak - 18.509 (42,21%)
Francisco Guterres Lu Olo - 21.371 (48,74%)
José Ramos-Horta - 749 (1,71%)
Fernando La Sama de Araújo - 935 (2,13%)
Bobonaro
Taur Matan Ruak - 8.176 (20,11%)
Francisco Guterres Lu Olo - 8.268 (20,34%)
José Ramos-Horta - 9.260 (22,78%)
Fernando La Sama de Araújo - 10.215 (25,13%)
Covalima
Taur Matan Ruak - 5.613 (20,78%)
Francisco Guterres Lu Olo - 6.922 (25,62%)
José Ramos-Horta - 3.942 (14,59%)
Fernando La Sama de Araújo - 7.651 (28,32%)
Díli
Taur Matan Ruak - 27.697 (31,68%)
Francisco Guterres Lu Olo - 22.595 (25,84%)
José Ramos-Horta - 18.429 (21,08%)
Fernando La Sama de Araújo - 12.164 (13,91%)
Ermera
Taur Matan Ruak - 6.319 (13,75%)
Francisco Guterres Lu Olo - 9.014 (19,61%)
José Ramos-Horta - 16.617 (36,15%)
Fernando La Sama de Araújo - 7.584 (16,50%)
Lautém
Taur Matan Ruak - 8.749 (30,99%)
Francisco Guterres Lu Olo - 12.052 (42,69%)
José Ramos-Horta - 1.512 (5,36%)
Fernando La Sama de Araújo - 4.300 (15,23%)
Liquiça
Taur Matan Ruak - 5.575 (19,60%)
Francisco Guterres Lu Olo - 6.352 (22,33%)
José Ramos-Horta - 5.453 (19,17%)
Fernando La Sama de Araújo - 7.649 (26,89%)
Manatuto
Taur Matan Ruak - 7.026 (34,83%)
Francisco Guterres Lu Olo - 4.092 (20,28%)
José Ramos-Horta - 3.880 (19,23%)
Fernando La Sama de Araújo - 2.624 (13,01%)
Manufahi
Taur Matan Ruak - 4.131 (18,46%)
Francisco Guterres Lu Olo - 6.152 (27,50%)
José Ramos-Horta - 2.918 (13,04%)
Fernando La Sama de Araújo - 5.396 (24,12%)
Oecussi
Taur Matan Ruak - 6.380 (22,93%)
Francisco Guterres Lu Olo - 4.617 (16,59%)
José Ramos-Horta - 4.997 (17,96%)
Fernando La Sama de Araújo - 6.318 (22,70%)
Viqueque
Taur Matan Ruak - 9.760 (27,58%)
Francisco Guterres Lu Olo - 20.876 (58,98%)
José Ramos-Horta - 610 (1,72%)
Fernando La Sama de Araújo - 1.911 (5,40%)

Dos 475.795 votos contados, o STAE considerou 450.905 válidos, 18.115 como nulos e 6.478 em branco.
A taxa de abstenção ainda não é conhecida.
O STAE envia hoje os resultados provisórios para a Comissão Nacional de Eleições, que terá 72 horas para resolver reclamações e confirmar resultados provisórios.
Os resultados oficiais serão anunciados pelo Supremo Tribunal de Recurso o mais tardar até ao início da próxima semana.

19 de Março de 2012, 08:55

MSE. / Lusa/Fim

http://presidenciais.sapo.tl/2012/

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