Tributo do Estado Timorense a Ex-Guerrilheiros da Frente Armada

>> 20071130


REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE
GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

Grupo Coordenador para a Execução das Políticas Públicas de Reconhecimento e Valorização da Resistência Timorense

Informação

Dili, 30 de Novembro de 2007

No próximo Domingo, dia 2 de Dezembro às 15h00 no Ginásio da UNTL em Dili, vai decorrer a Cerimónia Pública Solene de Entrega do Tributo do Estado a 205 Ex-Guerilheiros que integraram a Frente Armada por mais de 15 anos na Luta pela Independência Nacional.

Trata-se de uma recompensa do Estado de Timor-Leste pelos meritórios e heróicos serviços prestados à Libertação da Pátria.

O apoio aos Combatentes da Libertação Nacional constitui uma das sete prioridades definidas no Programa do IV Governo Constitucional e a proposta de atribuição de subsídio aos Ex-Guerrilheiros que durante mais de 15 anos lutaram e resistiram nas montanhas pela Independência Nacional foi apresentada no Parlamento Nacional pelos deputados Raik Leman do PSD, Bi Soi do CNRT, Renan Sela e L7 da UNDERTIM.
A proposta foi aprovada por 57 votos a favor, uma abstenção e nenhum voto contra.

Para a selecção dos beneficiários do Tributo do Estado aos Combatentes da Libertação Nacional foi constituído um Grupo de Trabalho integrado pelo Secretário de Estado para os Assuntos dos Combatentes da Libertação Nacional; o Presidente da Comissão de Homenagem, Supervisão do Registo e Recursos e a Comissão Eventual para a Selecção dos Beneficiários do Tributo.


Fazem parte da Comissão Eventual Pascoal Ximenes Pereira (Nixon) em representação do CEMGF-FDTL, os deputados Cornélio Gama (L7), Faustino dos Santos (Renan Selak) e Vidal de Jesus (Riak Leman) e ainda Ernesto Fernandes (Dudo) e Zacarias de Fátima (Maputo), ex-Comandantes na Região IV.

São beneficiários do Tributo do Estado 205 Combatentes Veteranos da Liberdade Nacional que se encontram registados na Base de Dados, que militaram mais de 15 anos na Frente Armada e que integraram as estruturas/organizações da Resistência.

+FIM+

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Por um futuro melhor!

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É obrigatório não desistir.

>> 20071129

As Mulheres Que Leêm São Perigosas, de Stefan Bollman

"Em "Mulheres que escrevem vivem perigosamente " , com prefácio de Elke Heidenreich, é traçado o perfil de várias mulheres que se dedicaram à escrita desde a Idade Média, como Hildegard de Bingen e Christine de Pisan, até à época contemporânea, como Carson McCullers, Marguerite Yourcenar, Anaïs Nin, Simone de Beauvoir, Marguerite Duras, Françoise Sagan - ou, mais recentemente, Toni Morrison, Isabel Allende ou Arundhati Roy." (Viriato)

As Mulheres que Escrevem Vivem Perigosamente, de Stefan Bollmann
"Na sequência de "Mulheres que Lêem são Perigosas", mais um álbum que é uma colecção de fotografias, pinturas e desenhos de mulheres que escrevem, desafiando assim as convenções que atribuem às mulheres papéis mais domésticos e discretos, sendo cada imagem acompanhada de um comentário." (Viriato)

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Male Leaders in Timor-Leste Give Voice to Ending Violence Against Women

>> 20071128

"Eleven of Timor-Leste's foremost figures, such as RDTL President Dr. Jose Ramos Horta, RDTL Prime Minister, Kay Rala Xanana Gusmao, and the President of National Parliament, Fernando "Lasama" de Araujo will share their status and sentiments on violence against women, to the nation, in a campaign that will reach all thirteen districts of the country. A series of posters, radio and television public service announcements have been developed in an effort to heighten public focus, awareness and government response in the country on violence against women." (Adapt. Lena Lorosae)

Consulte este 'site' também! Obrigada.
Male Leaders in Timor-Leste Give Voice to Ending Violence Against Women

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Let's End Violence against Women



"UNIFEM is the women's fund at the United Nations. It provides financial and technical assistance to innovative programmes and strategies to foster women's empowerment and gender equality. Today the organization's work touches the lives of women and girls in more than 100 countries. UNIFEM also helps make the voices of women heard at the United Nations -- to highlight critical issues and advocate for the implementation of existing commitments made to women." (UNIFEM no YOUTUBE)

UNIFEM Site Oficial

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ANIVERSÁRIO DA DECLARAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA

Mensagem de Sª. Exa. O Presidente da República, Dr. José Ramos-Horta

"Celebramos de novo o aniversário da declaração de Independência. Quero aproveitar a data para saudar todos os timorenses – do norte e do sul, do leste e do oeste, de Ataúro à costa sul, da ponta leste a Oe-cusse.

Quero transmitir a todos a minha alegria, porque celebramos o 28 de Novembro num ambiente de liberdade e de tranquilidade. Desejo que o dia seja de festa, num ambiente de união e irmandade entre todos os timorenses.

Nesta data, curvo-me perante os heróis do nosso povo que deram o melhor do seu esforço, que deram o melhor das suas vidas, pela libertação do nosso país.

Presto a minha homenagem aos heróis que sacrificaram a vida para manterem viva a resistência e aos heróis que sacrificaram a sua liberdade, para conquistar, finalmente, a libertação do país.

O aniversário da declaração da independência é uma boa oportunidade para reflectir sobre o significado da nossa independência. A independência é um instrumento para podermos construir o futuro com as nossas próprias mãos. Construir um futuro melhor é o principal dever da nossa Nação.

Este ano, o povo de Timor-Leste deu uma grande lição de democracia ao mundo. Os timorenses votaram, em várias eleições, num ambiente de tranquilidade, de paz e de respeito, que só alguns – poucos –, quebraram.

A paz e a tranquilidade em que as eleições se realizaram, o ambiente de liberdade em que os timorenses votaram, dão-me uma grande confiança na aceitação mútua entre timorenses.

O povo mostrou que quer construir as condições para um futuro de desenvolvimento e de paz. Agora, temos de consolidar a paz. Os órgãos de soberania têm de colaborar todos para consolidar a paz - o Governo, o Parlamento Nacional, o Presidente da República.

Temos de trabalhar em conjunto, temos de unir os nossos esforços, de unir a nossa acção para fortalecer a paz e construir um ambiente bom para o desenvolvimento do país.

Como Presidente da República tudo farei para os órgãos de soberania trabalharem bem em conjunto e consolidar a paz em Timor-Leste.

A paz e o desenvolvimento são indispensáveis para construirmos um país melhor e para ajudar a vida do nosso povo.

Desenvolver o país quer dizer ajudar o povo nas aldeias, nos sucos, em toda a parte, a melhorar pouco a pouco as suas condições de vida.

Desenvolver quer dizer ajudar a realizar pequenos projectos: ajudar a trazer água limpa às aldeias, ajudar a melhorar os caminhos, ajudar ao transporte das crianças para a escola longe, ajudar a ter escolas mais limpas. São projectos pequenos que podem dar uma ajuda grande à população.

Desenvolver quer dizer ajudar as famílias de Timor a melhorarem, pouco a pouco, as suas condições de vida. Mas desenvolver é também investir na construção de infra-estruturas de que o país precisa, como estradas e pontes, boa produção de electricidade, sistemas de rega para ajudar os agricultores, equipamento de apoio para ajudar os pescadores - enfim, vários projectos em que o Governo tem de investir para modernizar o país.

Temos também de saber trazer para o país mais empresários e mais investimento, para criar mais empregos para os jovens, para ajudar a nova geração a melhorar, pouco a pouco, as suas condições de vida.

Para atrair empresários, para criar mais empregos, tem de haver um ambiente de confiança e de tranquilidade.

Temos de aprender a usar a nossa independência para criar boas condições para a economia, porque só o desenvolvimento económico pode ajudar a reduzir a pobreza.
O desenvolvimento não se faz num dia. O combate à pobreza é um trabalho que demora anos. Mas temos de começar esse trabalho já. Só o desenvolvimento e o combate à pobreza darão verdadeiro sentido à nossa independência e à nossa democracia.

Nesta fase da vida do nosso país, o desenvolvimento económico e o combate à pobreza devem ser a principal preocupação dos líderes.

Temos o dever sagrado de semear para podermos colher os frutos da independência. Ajudar a criar tranquilidade para o desenvolvimento é um dever que todos temos perante o nosso povo. É um dever que tem de ser a primeira preocupação de todos.

A criação de uma boa atmosfera para o desenvolvimento e a urgência do combate à pobreza são as prioridades de toda a minha acção como Presidente da República.

Considero muito importante o papel de todos os partidos, quer do governo, quer da oposição. Como Presidente da República tudo farei para ajudar à aproximação entre os timorenses de todos os partidos e também dos timorenses sem partido.

Os timorenses devem trabalhar juntos para os objectivos importantes: para o desenvolvimento, para a criação de empregos e para o combate à pobreza.

Temos de utilizar a grande vitória que foi a conquista da nossa independência, para começar a resolver os problemas do nosso país e reduzir as dificuldades do nosso povo.

Combater a pobreza e melhorar, pouco a pouco, a vida do povo é um objectivo digno e nobre. Nenhum timorense deve usar a liberdade e a independência para prejudicar este objectivo principal.

É muito importante honrar o sacrifício dos nossos heróis, aprender rapidamente a usar os frutos da independência ao serviço dos interesses do povo. Em primeiro lugar, ao serviço dos interesses do povo mais pobre, que tanto se sacrificou também durante a ocupação. A melhor maneira de honrar o sacrifício dos nossos heróis, a melhor maneira de usar os frutos da nossa independência, é trabalharmos, todos em conjunto. Trabalharmos para criar confiança, para construir tranquilidade, para desenvolver a economia, para criar mais empregos e para ajudar a reduzir as dificuldades do povo.

Vamos todos trabalhar para semear e colher os frutos da nossa independência. Vamos todos trabalhar para ter um país melhor".

28 de Novembro de 2007

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'Coisas dos blogues'

>> 20071127

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