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Ministro timorense inicia visita a Portugal

>> 20100217



Zacarias da Costa deverá explicar afastamento da CGD do Fundo Petrolífero


O ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste, Zacarias da Costa, inicia hoje uma visita oficial de quatro dias a Portugal, altura em que promete explicar às autoridades portuguesas o afastamento da CGD da gestão do Fundo Petrolífero timorense. Este afastamento, alegadamente com base em insuficiências técnicas da proposta, não terá agradado às autoridades portuguesas.

”Zacarias da Costa, ministro dos Negócios Estrangeiros de Timor-Leste inicia hoje uma vista de quatro dias a Portugal.


Na agenda da visita destacam-se encontros com o Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, com o chefe da diplomacia portuguesa, Luís Amado, na sexta feira, e com a comunidade timorense, no sábado.


Nesta visita promete explicar às autoridades portuguesas o afastamento da Caixa Geral de Depósitos da gestão do Fundo Petrolífero timorense.


Do lado de Portugal, o recente afastamento da CGD da gestão do Fundo Petrolífero, alegadamente com base em insuficiências técnicas da proposta, não terá agradado às autoridades portuguesas.


O atraso no processo de concessão de uma linha de crédito de 500 milhões de euros em Timor-Leste está a deixar o Governo de Xanana Gusmão constrangido, num ano em que promete avançar com as principais infraestruturas.


"Espero esclarecer melhor com o governo português, o que se passou com a Caixa Geral de Depósitos. Creio que depois das explicações que irei dar, para clarificar como o processo foi organizado, as autoridades portuguesas irão compreender", promete o ministro timorense.


Zacarias da Costa mostra-se aberto a ver juntamente com as autoridades portuguesas "se haverá alguma possibilidade de corrigir aquilo que porventura, aos olhos dos portugueses, possa não ter sido conduzido da melhor forma possível".

"Nós estamos prontos para isso e quero dizer que Timor-Leste continua a ver Portugal como um parceiro do seu desenvolvimento, a todos os níveis", assegura.


Zacarias da Costa diz que não faltam projectos ao governo timorense que podem ser grandes oportunidades para empresas portuguesas, como a construção do novo aeroporto, um novo porto marítimo, a nova sede do Parlamento e outras infraestruturas.


Uma das maiores obras é a construção do novo Aeroporto de Díli, abandonada que está a opção por ampliar o atual. O Governo projecta também a construção de um segundo aeroporto em Suai e a reabilitação do aeroporto de Baucau.

Já quanto às infraestruturas portuárias, o actual Porto de Díli, no centro da cidade, que apenas permite a descarga de dois navios em simultâneo, está superlotado e o seu destino poderá ser a transformação numa marina de recreio.
Tal como no que respeita a aeroportos, também em relação às infraestruturas portuárias a opção do Governo é de localizar no Suai um outro porto de águas profundas, a construir de raíz.


"As empresas portuguesas vão ter oportunidade de participar no desenvolvimento de Timor-Leste, sobretudo através das grandes infraestruturas de que o país vai ser dotado", destaca Zacarias da Costa.

Esta deslocação a Lisboa visa também tentar desbloquear a linha de crédito de 500 milhões de euros, acertada entre os dois ministros das Finanças, com que Timor-Leste conta para financiar alguns dos seus projectos de desenvolvimento.


FONTE: Daqui

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Timor-Leste designa zonas para instalar centro de indústria petrolífera

>> 20090914



[ 2009-09-14 ] Darwin, Austrália


O secretário de estado para os recursos naturais de Timor-Leste, Alfredo Pires revelou que o governo já designou três zonas na zona sul do país para serem o centro da indústria petrolífera timorense, segundo noticía a imprensa local.

A zona poderá receber futuramente uma central petroquímica, uma fábrica de gás liquifeito (GLP) e um centro de fornecimento de combustível.

Timor - Leste a Austrália dividem os lucros do campo Bayu Undan no Mar de Timor mas estão em desacordo quanto à exploração das reservas de petróleo existentes no campo de petróleo Greater Sunrise.

O campo de Bayu Undan é operado pela ConocoPhillips e produz gas desde 2006.
Um grupo de petrolíferas lideradas pela australiana Woodsie pretende criar as infraestruturas de apoio ao campo Greater Sunrise a 530 quilómetros a sul de Darwin, na Austrália, onde a ConocoPhilips possui uma central de gás liquifeito estimada em 10 mil milhões de dólares.

O campo Greater Sunrise possui reservas de petróleo leve estimadas em 240 milhões de barris e 154 biliões de metros cúbicos de gás natural.
Alfredo Pires disse que o governo timorenses considera que para a população beneficiar dos recursos petrolíferos "eles necessitam de estar na nossa costa".

"Nós não somos apenas sócios do campo de petróleo. Nós somos também donos" acrescentou.

Alfredo Pires disse, à Agência Associated Press, que o Fundo de Petróleo de Timor - Leste tem reservas da ordem dos cinco mil milhões de dólares verba suficiente criar as infraestrturas como estradas, portos e uma central eléctrica mas está a negociar com várias empresas estrangeiras para obter um financiamento de 10 mil milhões de dólares para o arranque da industria petroquimica.

Os responsáveis da empresa australiana admitem que se pode construir uma tubagem de 180 quilómetros dos poços de petróleo do Greater Sunrise para a costa timorense mas consideram tratar-se de um projecto muito caro e com avultados riscos.(macauhub)


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